Programação do carnaval 2010
12/02
A partir das 17h
- Carnaval de Rua
Local:Rua Karipunas (entre Janary e 1º de Janeiro –Infraero ).
19 às 04h
Desfile de Blocos da ABLOCA
Local:Sambódromo
23 às 05h
Baile das máscaras
Local:AABB
13/02
20 às 04h
Desfile Oficial das Escolas de Samba
Local:Sambódromo
21 às 02h
Carnaval Comunitário
Local:Av.Claudomiro de Moraes -Buritizal
14/02
14 às 22h
Carnaval da Fazenda
Local:Balneário da Fazendinha
20 às 04h
Desfile Oficial das Escolas de Samba
Local:Sambódromo
15/02
9 às 22h
Futebol a Fantasia
Local: Praça N. Sra. da Conceição
A partir das 12h
Carnaval de Rua
Local:Bairros Laurindo Banha,Beirol eTrem .
17 às 22h30
Carnaval do Povo
Local:Praça N. Sra. Conceição
19 às 04h
Desfile de Blocos da LIBA
Local: Sambródomo
16/02
14 às 20h
Carnaval Afro
Local:Av.Francisco
Xavier Martins,22-Beirol
15 às 22h
A banda
Local: ruas e avenidas de Macapá
17 às 22h
Carnaval do Povo
Local:Praça Barão do Rio Branco
20 às 04h
Levada Cultura
Local:Sambódromo
17/02
A partir das 06h
Bloco Formigueiro
Local: Largo dos Inocentes (formigueiro)
A partir das 10h
Bloco Caldeirão do pavão
Local:Av.Nações Unidas ,1160(em frente á Seama )
11 às 18h
Apuração do Desfile das Escolas de Samba
Local:Sambódromo
17 às 22h
Carnaval da Quarta-feira de Cinzas
Local:Boné Azul
21/02
A partir das 16h
Desfile de Rua
Local:Jesus de Nazaré
28/02
A partir das 16h
II Congós Folia
Local: Congós
DESFILE DE BLOCOS
LIBA -15/02 seg.
19h Saci Pererê
19h45 Filhos da Mãe Luzia
20h30 Bafo da Onça
21h15 Pica-Pau Bolero
22h Rolará
22h45 Kubalança
23h30 Unidos do Pau Grande
00h15 Filhos da Fruta
01h Blocanal
01h45 Metido na Xexênia
02h30 Mancha Negra
03h15 Unidos do Cabralzinho
ABLOCA- 12/02 sex.
19h Pororoca
19h40 Habeas copos
20h30 Caldeirão
21h30 Tonga da Milonga
22h20 Gula-Gula
23h Pau Nela
23h40 Furakouro
00h20 Urubuzada
01h Tia Fé
01H40 Hajamor
02h40 Beijo
DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA
13/02 sáb.
· Embaixada de Samba Cidade de Macapá
· Solidariedade
· Jardim felicidade
· Império do povo
· Maracatu da favela
14/02 dom.
· Emissários da Cegonha
· Unidos do Buritizal
· Piratas Estilizados
· Piratas da Batucada
· Boêmios do Laguinho
Daniela Ramos, vice-presidente da Universidade e Ariana Souza, da coordenação do evento, garantem que a festa irá primar pela elegância e luxo. “ Estamos nos preocupando com todos os detalhes do baile e do concurso, música de qualidade, segurança e muito gente bonita estão assegurados”, fala Daniela.
As atrações confirmadas são o grupo de samba e pagode Sensação do Samba, Bateria Pororoca e apresentação da Rainha da bateria Nega Vânia e casal de mestre-sala e porta-bandeira. A premiação é de R$ 1.000,00 para o 1º lugar, a 2º colocada ganha R$ 500,00 e uma fantasia da Universidade, e o 3º lugar recebe uma fantasia e mais um prêmio surpresa.
O Baile e o concurso acontecem no dia 7 de fevereiro às 21:00, na sede da escola. As inscrições podem ser feitas durante os ensaios com Ariana (8113-0980), Daniela (8137-3977) ou Ana Machado (8137-3977). Candidatas podem se inscrever até o dia 5 de fevereiro.
Ainda em comemoração ao Dia Nacional do Samba, na Casa de Choro Pura Raíz, o mais tradicional grupo de chorinho do Norte do Brasil se apresenta no dia 3, quinta-feira. Gente do Choro existe há 30 anos e faz parte da história cultural de Belém onde faz show na também tradicional Casa do Gilson e tem repertório que inclui obras de compositores do próprio grupo e de artistas como Altemar Carrilho, Waldir Azevedo e outros “chorões” brasileiros.
Formado por músicos qualificados, como Paulo Borges, Adamor do Bandolim, Gilson Rodrigues, Cardosinho, Paulinho Moura, Gerardão, Amarildo Raiol e Emilinho Meninéa, o grupo é referência em todo o Brasil sendo citado em diversas publicações mundiais especialistas em turismo e cultura. Além da Casa do Gilson, eles se apresentam em shows e eventos culturais no Estado do Pará e outros estados.
A comemoração pelo Dia do Samba organizada pelo proprietário da casa de Choro, Ceará da Cuíca, terá ainda a Clarinetada do Bejamim, show de flauta com crianças, grupo Pura Raiz, velha guarda do samba e para encerrar, o chorinho do Pará. As mesas custam R$ 40,00 e podem ser compradas com o proprietário, o Ceará da Cuíca, pelo fone: 9903-5239.
Mariléia Maciel

Foto: Luciana Capiberibe
Nossa Gente
É assim nossa gente:
Gente forte,gente alegre,
negra, branca e mulata.
É esta mistura de gente
Que a faz forte e a enriquece
E esta Amazônia acata
É assim a nossa gente:
Dança, canta e até batuca
É gente que não desiste
Vai a guerra, vai a luta.
Se chove lhe cobre o rosto
Mas, se o calor lhe afeta
E o sofrimento lhe bate o peito,
Respira o cheiro do rio,
Invoca o cantar dos pássaros,
Vislumbra esta natureza
E do verde colhe esperanças
Pra recomeçar sua luta
É assim à nossa gente:
Nem só índio
Nem só onça
É gente também de raça;
É produto da Natureza
Que majestosa e soberana
Lhe cuida, lhe protege
Lhe transforma em Fortaleza
É assim a nossa gente:
Simples,dócil e acolhedora
Tal qual a brisa maneira
Que vem do Rio Amazonas.
E juntos rios e matas,
Derramam nesta gente,
A beleza, a candura
A força e a destreza.
É assim a nossa gente:
Sóbria, de gestos lentos
Que nem o embalar das folhas
Dos nossos açaizeiros
É simples, é pacata
Mas na luta é feroz
É brava e é valente
É filha do grande Deus
Gerada da própria mata.
Conceição Capiberibe
O mais tradicional grupo de chorinho do norte do Brasil se apresenta em Macapá no próximo dia 03 de dezembro. É o Grupo Gente de Choro, que toca quase que exclusivamente na Casa do Gilson, em Belém, e lota o espaço de amantes de chorinho onde apresenta o repertório eclético com composições de artistas consagrados de todo o país.
O grupo foi criado há 30 anos para preservar o gênero choro e é integrado por músicos experientes, como Paulo Borges, Adamor do Bandolim, Gilson Rodrigues, Cardosinho, Paulinho Moura, Gerardão, Amarildo Raiol e Emilinho Meninéa. Além da Casa do Gilson, eles se apresentam em shows e eventos culturais no Estado do Pará e outros estados.
Gente de Choro vai se apresentar na Casa de Choro Pura Raiz como participação especial na programação que inclui ainda Clarinetada do Bejamim, show de flauta com crianças, grupo Pura Raiz, velha guarda do samba e para encerrar, o chorinho do Pará. As mesas custam R$ 40,00 e podem ser compradas com o proprietário, o Ceará da Cuíca, pelo fone: 9903-5239.
O Movimento NossaCasa convida para a I Pororoca AfroCultural e Cidadã em Macapá. Será no dia da Consciência Negra, 20 de novembro, na Parada Cultural da NossaCasa, na Av. Ernestino Borges, entre Rua General Rondon e Eliezer Levi, no bairro afrodescendente do Laguinho, a partir das 9 horas até às 17 horas.
Venha participar com a gente de um evento de rua, simples, mas criativo. Sem patrocínio de governo, prefeitura, polític@ ou empresári@. E, por isso mesmo, com garantia de 100% de LIBERDADE de manifestação, expressão e participação popular.
Muita leitura de autores negros; vídeos com temática afro; música afro; notícias dos quilombos (Conceição do Macacoari – segundo quilombo do Amapá – e Pirativa – Caso cobaias humanas da malária – ano 2005); homenagem a nossos mestres da cultura afropopular amapaense (Mestre Pavão – in memorian; Mestra D. Castorina – benzedeira em Macapá; Mestre Amaro – cantor popular do Lago do Ajuruxi – Mazagão; Mestra D. Jitoca – quilombola – 102 anos – contadora de estórias do Pirativa – Santana; Mestra D. Marciana – louceira do Maruanum; Mestre S. Joaquim – artesão de caixa de marabaixo – Laguinho); diálogos sobre AfroEducação – aplicação da Lei nº 10.639/03 e cotas para negros nas Universidades brasileiras; exposição fotográfica – comunidades afrodescendentes do Amapá; mística e afroreligiosidade; artesanato; empréstimo e troca solidária de livros.
A Rádio Comunitária NossaCasa, a única que incentiva a leitura, estará com seus microfones abertos para os esperantes da parada e passantes opinarem. Aguardamos por você. Traga sua manifestação cultural e doação de livros. Pegue essa onda e escureça suas idéias conosco!!!
E viva Zumbi!!!
Texto e foto: Luciana Capiberibe
Aida Gemaque Mendes, a dona Iaiá, está na contagem regressiva para completar 100 anos no próximo dia 20. Estamos com ela e a família almoçando e batendo um descontraído papo na casa de meus pais, João e Janete Capiberibe, todos impressionados como aquela mulher conseguiu um feito desses: além da inquestionável longevidade, atingir os 100 anos com saúde de ferro, nem óculos dona Iaiá usa. Ela nasceu em Chaves em 1909 e veio morar no Amapá em 1959, instalando-se no bairro do Igarapé das mulheres, teve 5 filhos, dos quais apenas 2 sobreviveram aos revezes da vida no século passado. Os filhos Antonio e Gracinda lhe deram oito netos, dois deles estavam presentes no Almoço conosco. Pergunto a dona Iaiá qual é o segredo da longevidade, ela me responde que gosta muito de brincar, dançar, nadar e (pasmem!)correr, sim, dona Iaiá pratica exercícios e tem medalhas e troféus ganhos em competições de natação. Ela faz parte de um grupo de idosos chamado “vida feliz”, “em casa ela faz de tudo”, diz a filha Gracinda, a única coisa que dona Iaiá não faz mais é varrer. “Ela gosta de tomar uma gelada”, diz o neto Josivaldo. E nós ficamos maravilhados com aquela senhora cuja única exigência é ter uma bela festa de aniversário e tomar uma taça champanhe para comemorar a data. Tim Tim e vida longa à Dona Iaiá!

Jonas Banhos se define assim: “leitor assíduo, mochileiro do voluntariado e do amor, educacionista, educador popular (seguidor de Paulo Freire). Formado em Ciências Contábeis pela UNAMA (Universidade da Amazônia). Graduando em Direito pelo UNICEUB (Centro Unificado de Brasília). Pós Graduado em Auditoria pela Universidade de Brasília – UnB. Servidor Público há 14 anos
Como e quando começou o projeto NossaCasa?
Luciana, tudo começou em 2006, assim que retornei para Brasília de uma viagem de férias mágica, de ônibus, mochila nas costas, até Machu Pichu (Peru), cortando a pobre, mas linda, Bolívia. Esta viagem me fez vivenciar as feridas abertas da América Latina, que Eduardo Galeano em seu memorável e atual livro, escrito em 1972, nos fala, bem como um pouco também do que vivenciou Che Guevara, quando cortou a América do Sul numa motocicleta. Bem, voltei daquela viagem, simplesmente, transformado interiormente e consciente de que eu precisava fazer a minha parte neste mundão de possibilidades, se eu realmente quisesse viver num mundo mais justo, solidário, humano. Entendi que não poderia mais viver só no meu mundinho de conforto em Brasília, fazendo um trabalho voluntário aqui e acolá. Era preciso ser mais audacioso, afinal, a vida foi e tem sido tão generosa comigo. Daí comecei a me preparar espiritual e economicamente para tirar meu ano sabático. Então, assim que completei meus cinco anos de trabalho, junho/2008, no meu atual emprego (Governo do Distrito Federal), saí imediatamente de licença, não remunerada, voltei a morar em Macapá e comecei a colocar em prática aquilo que era um projeto, e, que, no decorrer do tempo foi se transformando no que é hoje, uma filosofia de vida, um jeito de ser diferente, uma atitude de agir pela coletividade, de cuidar d@ outr@, do nosso “todo ambiente”.
Somos uma união de pessoas, diferentes, que vivenciam e praticam a simplicidade, que fizeram uma opção voluntária pela simplicidade, como nos ensina o teólogo e escritor Leonardo Boff. A NossaCasa de Cultura e Cidadania, é um movimento social-cultural-ambiental que vivencia, na prática, sentimentos universais, tais como liberdade, amor, alegria, criatividade, cuidado, simplicidade, voluntariado, respeito, tolerância, ética, transparência, retidão, honestidade, paz, os quais nos foram ensinados por nossos antepassados(avós, pais, ti@s). Esses sentimentos parecem perdidos nas nossas inchadas e maltratadas cidades, mas são bem vivos no meio da nossa adorável floresta amazônica, junto aos nossos povos tradicionais que vivem às beiras dos rios da Amazônia, nas nossas comum unidades. Mas assim, não ficamos falando isso por aí, pregando, nossas ações revelam exatamente o que somos e o que acreditamos.
A NossaCasa “vive da gratuidade e da disponibilidade, vive da capacidade de enternecimento e de compaixão, vive da honradez em face da realidade e da escuta da mensagem que vem permanentemente desta realidade. Quebra a relação de posse das coisas para estabelecer uma relação de comunhão com as coisas”, como bem coloca Leonardo Boff.
Vocês têm um trabalho de fazer centros de leitura nas paradas de ônibus, esse local foi recentemente destruído pela prefeitura. Você vê essa atitude como de desprezo à literatura e à cultura?
É verdade, são nossos Pontos de Leitura. Começamos a partir de 03/09/2009 a ocupar as paradas de ônibus de Macapá (a primeira na Av. Ernestino Borges, entre Ruas General Rondon e Eliezer Levi; e a segunda na Av. FAB, em frente à Prefeitura), como é feito em Brasília/DF, pelo Açougue Cultural T-Bone (idealizado por Luiz Amorim). Transformamos paradas virtuais (sem abrigo, sem placa, sujas, sem bancos, cheias de mato) em Paradas Culturais. Limpamos o local diariamente, na medida do possível, decoramos com cartazes educativos, mensagens positivas, fazemos intervenções culturais urbanas e sempre realizamos rodas de leitura por meio da Rádio Comunitária NossaCasa(um megafone), a única de Macapá que incentiva a leitura. E tudo é feito do nosso jeito simples e amazônico de ser, colocando livros dentro de canoas, cestos de açaí, esteiras, ninho de pássaros etc. Enfim, damos a nossa cara para que as pessoas possam se identificar e perder a vergonha e o medo de “entrar” na Parada Cultural da NossaCasa e, enfim, levar livros e revistas para casa e ler, para se tornarem cidadãos críticos. É um sucesso total com a população nossas Paradas Culturais, porque aqueles que têm livros e revistas em casa, empoeirados, chamando insetos para dentro de casa, vão sendo tocados a doar (nossas trocas solidárias) para nossas bibliotecas comunitárias, estimulados a participara da nossa grande onda cultural, a Pororoca das Letras, e, assim, ajudar aquelas pessoas que gostam de ler mais não têm dinheiro para comprar livros e nem se sentem à vontade de ir à uma biblitoeca pública, que é sempre muito cheia de regras, que até desestimulam o hábito da leitura.
Quando servidores públicos (ou equiparados) da Prefeitura vão às nossas Paradas Culturais e jogam nossos livros, revistas e cartazes no lixo, estão mostrando na verdade o valor que dão para a cultura e para a literatura. Nem precisamos falar muito né?! As ações dessas pessoas e gestores públicos que ordenam esses atos falam por si só. A simples atitude de jogar livros no lixo, mostra o nível de (des)educação dessas pessoas, que nos governam. É muito triste isso, principalmente, porque estamos falando de uma capital de um Estado. Sinto-me envergonhado de contar isso a meus amigos que moram foram de Macapá. Mas, eu ainda acredito que essas pessoas que dão essas ordens, manifestamente ilegais, arbitrárias, contrárias à educação e à cultura, um dia serão tocadas por uma força superior e nos deixarão em paz para fazermos nosso trabalho de educação popular, educação informal. Se não nos ajudam, gostaríamos que, pelo menos, não nos atrapalhassem e nos dêem o mesmo tratamento que dão, por exemplo, aos bares, bancas de revistas, lojas de carro de luxo, os quais podem ocupar as ruas (passeio público) de Macapá sem serem incomodados e, pior, ainda com o aval do Poder Público.
É difícil trabalhar com cultura no Amapá? Por que?
Puxa, é muito difícil trabalhar aqui no Amapá com cultura, sobretudo com a cultura popular, que é o nosso foco de atuação. Há uma falta de valorização generalizada desse segmento pelo poder público estadual e municipal e pelos empresários locais. Até parece que os gestores públicos têm vergonha da nossa cultura de raiz, da cultura feita nas nossas comunidades tradicionais, que é muito linda e muito valorizada lá fora. Isso mostra que os que nos governam hoje estão, na verdade, na contramão da história. É só você entrar no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br) e você vai ver lá vários editais de apoio à cultura popular. São milhões de reais sendo investidos nesse segmento pelo Governo Federal. Agora mesmo inscrevemos dois mestres da cultura popular (Mestra benzedeira D. Castorina Ardasse e Mestre Amaro da Reserva Extrativista do Rio Cajari – cantador popular) em um concurso nacional promovido pelo Ministério da Cultura. E aqui no Amapá, você vai na Secretaria Estadual de Cultura e não vê programas de apoio à cultura, principalmente à popular, dizem-nos que não tem dinheiro, por causa da crise mundial e blá blá blá. Falta técnica e vontade política de fazer as coisas acontecerem por aqui. Temos muita dificuldade de dialogar em nível estadual e municipal, principalmente, porque não fazemos parte de nenhum grupo político (e nem queremos!!!), pois somos técnicos, profissionais, gente simples do interior do Estado. Queremos ser respeitados por aquilo que fazemos e não por quem nos indica. Refutamos essas ações, somos contra isso tudo que está aí. Não aceitamos cooptação, venha de onde vier. Estamos muito mal das pernas por aqui. Anos luz do nosso Estado irmão, o Pará, que recentemente lançou vários editais de apoio a diversos setores culturais, inclusive as culturas populares, integrado que está às novas tendências culturais que estão acontecendo no Brasil todo.
Como se sente sendo homenageado no Senado da República?
Luciana, me sinto com o profundo sentimento de que “valeu a pena” tudo o que nós passamos até aqui, de bom e de ruim. E que a caminhada rumo ao nosso interior deve continuar… Este é o coroamento do nosso trabalho árduo, feito nos nossos rios amazônicos, nas nossas comunidades ribeirinhas, quase sem nenhum apoio governamental e empresarial, durante esses últimos 18 (dezoito) meses. E quero compartilhar esse sentimento e essa homenagem feita pelo Senado Federal, numa iniciativa do grande Senador da Educação deste país, Sen. Cristovam Buarque, autor da Lei que cria Semana Nacional da Leitura e da Literatura, com tod@s aqueles que fazem parte, de alguma forma, dessa grande família NossaCasa: meus familiares (pais, irmãos, ti@s, prim@s), tão importantes quando você resolve se dedicar ao social; meus amig@s em Brasília, Rio de Janeiro, Belém e Macapá; @s voluntári@s que caminham diariamente comigo em Macapá e nas comunidades; aos doadores anônimos de livros/revistas/computadores, CD’s, DVD’s; aos nossos únicos grandes parceiros do Governo Federal, em Macapá, o Instituto Chico Mendes (as equipes da RESEX Rio Cajari , da REBIO Lago Piratuba, da ESEC do Jarí e do Parque Montanhas do Tumucumaque. Sem o apoio desses super técnicos, não chegaríamos às comunidades); aos parceiros do Governo Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Brasília (Programa Arca das Letras e Territórios Digitais) e Ministério da Cultura (representação em Belém e Biblioteca Pública Nacional); e, principalmente, nossas comunidades rurais ribeirinhas, por nos permitirem “invadir” suas vidas e rotinas numa pequena tentativa de formar leitores e, assim, contribuir para a formação dos novos cidadãos nos rincões da Amazônia.


O projeto tem um blog: http://jonasbanhosap.blogspot.com/
Por Juliana Coutinho
Estão abertas as inscrições para a seleção de músicas da Mostra de Música SESCanta 2009. O regulamento e ficha de inscrição da Mostra SESCanta estão disponíveis no Centro de atividades Araxá na Casa da Cultura – até o dia 23/10/2009. A Mostra acontecerá dias 11, 12 e 13 de novembro. A mostra SESCanta tem o objetivo de oportunizar e incentivar a criatividade artística local, assim como possibilitar a renovação dos agentes culturais da comunidade, revelando novos poetas, letristas, músicos, cantores e grupos musicais, enriquecendo a produção artística do Amapá. Quanto as Inscrições
Poderão se inscrever músicos, cantores e grupos musicais de todo o Estado do Amapá, onde cada inscrito poderá apresentar duas (02) músicas de autoria própria e de livre tendência musical, inclusive instrumental, que deverão ser inéditas e originais (entende-se por música inédita, aquelas que não tenham sido premiadas em mostras ou festivais);
Cada cantor ou grupo musical para se inscrever, deverá apresentar a partir do dia 01/10 até 23.10.09, em envelope contendo: 01 CD e 10 cópias da letra de cada música cifrada e/ou partituras (se a música for instrumental), com as devidas fichas de inscrição e autorização devidamente preenchidas e anexadas ao projeto.

Finalmente chegou o grande dia de festa para a população Santanense. O Centro Cultural Língua Solta será inaugurado oficialmente na noite desta quinta-feira (8) a partir das 19h. Durante todo o dia várias programações serão feitas.
O Centro está localizado na Avenida Maria Colares, 141, bairro Nova Brasília. As apresentações começaram a partir das 15h, com o espetáculo “Mil fases de um pato”, com a Associação Companhia de Teatro Teatração, às 15h30 espetáculo “Loucura Contemporânea”, da Associação Artística e Cultural Princesa Izabel, às 16h show musical com Clei LUnna, 17h apresentação do espetáculo “Um palhaço feliz”, do grupo Cena Aberta, 17h30 música com a banda Musical da Guarda Municipal de Macapá.
A grande inauguração com a presença de autoridades, convidados e pessoas envolvidas com a cultura amapaense acontece às 19h. A partir das 20h30 haverá apresentação do grande espetáculo “A chegada de Marculino no Purgatório”, da Associação Artística e Cultural Ói Nóiz Aqui Traveiz.
O Centro é uma idéia da Associação Artística e Cultural Língua Solta, que tem como coordenador geral o teatrólogo Jean Duarte. O centro é uma instituição independente, sem fins lucrativos e visa divulgar o patrimônio cultural amapaense.
O lugar conta com espaço físico próprio onde serão ministradas inúmeras oficinas com sala de inclusão digital, cinema fundo de quintal, sala de dança, sala de teatro, sala de gibiteca, entre outros.
No centro serão ministradas várias oficinas de teatro, dança, inclusão digital, gibiteca, cinema, circo, música, artes plásticas, artesanato e fotografia com profissionais qualificados.
Qualquer estudante da rede pública ou privada de ensino pode participar gratuitamente das atividades. “Aquelas pessoas que estejam em vulnerabilidade social, que são de baixa renda, habitando em áreas precárias, serão agraciados”, garantiu Jean Duarte.
Associação Artística e Cultural Língua Solta
A Associação Artística e Cultural Língua Solta surgiu em janeiro de 1995 em Santana para dar uma reviravolta no teatro local. Segundo Jean Duarte, já foram feitos espetáculos idealizados em projetos sociais com temas: Combate a dengue, combate a malária, Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, Paz no Trânsito, Direitos da criança e muitos outros.
O grupo também atuou em Palmas/Tocantins por 4 anos. No Amapá vários espetáculos já foram estreados como: “O circo do seu bolacha”, “Ari Areia um grão apaixonado”, “ABC da vida”, “Na terra do julgamento” e “A chegada de Marculino no purgatório”. (Alyne Kaiser)

No próximo dia 8 de outubro (quinta-feira), será lançado o livro Amazônia, Amapá – Escritos de História, a partir das 19 horas no Centro de Cultura Franco-Amapaense (atrás do Macapá Hotel). A obra trata de capítulos da história da região amazônica e do Amapá. Com temáticas distintas e abordagens também diversas, oito autores se encontram em uma só obra, oportunizando um belo encontro com leitores interessados na história da região. Os organizadores são Augusto Oliveira(doutorando) e Randolfe Rodrigues (mestrando). Além deles mais seis historiadores, Paulo Cambraia (mestre), Janaina Camilo (doutora), Maura Leal( mestre), Reginaldo Gomes(mestre), Edinaldo Nunes (doutorando) e Sidnei Lobato (doutorando), escrevem no livro.
“ Em vez de continuarmos com um antigo lamento de como é pouca a literatura sobre a história da região Amazônica e do Amapá, por que então, não as produzimos? Assim, resolvemos fazer, juntando historiadores e historiadoras amazônidas em uma única obra, para um belo encontro entre autores e um público leitor que sempre espera por essa possibilidade de conhecer e refletir sobre a história do seu lugar. Amazônia, Amapá – Escritos de História vem para o deleite curioso e à critica sempre necessária. Leiam, critiquem, divulguem! Do resto incumbir-se-ão o Tempo e a História.” Assim, se manifestam os organizadores na orelha da referida coletânea.
A edição ficou por conta da mais renomada editora da Amazônia, a Paka-Tatu, que possui mais de cem títulos de referência sobre a região, nas mais variadas áreas do conhecimento científico e artístico.
A obra só foi possível pelo apoio cultural realizado pela Assembléia Legislativa do Estado do Amapá, na pessoa do seu presidente Dep. Jorge Amanajás .
Com entrada franca, é esperado um grande público de professores, estudantes, intelectuais, artistas e tantos mais que se interessam pela vida cultural e histórica do lugar.
Crédito: Blog da Alcinéia
O grupo Ciranda de Palhaços se apresenta nesta sexta-feira, 2, no Teatro das Bacabeiras, com o espetáculo “A briga do Cravo e da Rosa”- uma sátira dos palhaços cirandeiros.
O grupo – que é dirigido por Fernando Chaves – há seis anos vem trabalhando cantigas de roda, contação de histórias e brincadeiras populares, resgatando o mundo maravilhoso do circo, onde as diversas expressões culturais se misturam.
No espetáculo de amanhã – que é imperdível para a garotada e para os adultos também – o grupo faz uma mistura harmoniosa de cantigas de roda com sátiras de palhaços, com um talentoso elenco formado por Kelita Morena como Bela Rosa, Paulo Chaves como Cravo, Kaio Ribeiro de Oliveira Júnior como Alecrim; Ana Luiza Correa, Ana Luiza Martins, Bárbara Canezin, Bianca Canezim, Cloé Capiberibe e Juliana Amaral, como pastorinhas; Isabela Guerreiro e Sara Contente, como crianças.
Anote aí para não perder:
Horário: 9h30 e 15h30
Ingresso: só cinco reais
Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 2 de outubro
Amy Winehouse segue a mesma linha que Michael Jackson; quanto mais loucura melhor. Sua inconformidade com as convenções sociais é equivalente ao talento que ela possui. Assista Rehab, o hit que foi escolhido pelo jornal inglês “The Telegraph” como o mais influente da década.
Enviado pela Mariléia Maciel, sem o nome do autor, quem souber por favor nos deixe saber. A Pintura é de Maurício Barbosa.
POEMA FEMININO
Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhouCom a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vidaOu com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janelaOu que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregadaOu para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeuUma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou, um canalha por
saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não
enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que ‘dele’ não lembra nem o nome?
Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Antonio Viana, presidente da Federação Amapaense de Judô, participou na categoria M3 (40 a 44 anos) peso Leve (-73kg) e conquistou a prata, o título ficou com o paulista Rodrigo Mota de SP e os terceiros lugares com Jurandir Wanlar Teixeira e José Anelio Nascimento Fagundes do Rio Grande do Sul. Na competição por equipe conquistou outra prata integrando a equipe do Paraná. O evento teve presença VIP de João Derly, Bi-campeão mundial, Walter Santos, Campeão Pan-americano absoluto e Guilherme Luna, campeão da copa do mundo de BH 2009.
Calouro neste tipo de evento que reúne a maioria dos estados brasileiros o resultado foi excelente afirma Antonio Viana:
“O primeiro obstáculo foi a falta de apoio para vir a Porto Alegre, tive que comprar minhas passagens com meu salário, vários atletas desta categoria com chances de medalhas ficaram de fora, vim sozinho, atravessei o país para participar desta competição, algumas lesões atrapalharam meus treinamentos, mas consegui ter uma excelente participação. Agora tenho que motivar nossos atletas de todas as faixas etárias em nosso Estado, vi aqui que a competição é acirrada (tive o nariz quebrado na última luta com um carioca) e bastante forte, o nível é alto, mas com bastante treino poderemos conquistar o ouro”, diz Antônio, que agradeceu:
“Agradeço primeiramente minha mãe que quando comecei no judô fazia meus “judoguis” por não ter condições de comprar um, minhas filhas que por causa dos treinos acabo ficando pouco tempo com elas, meus alunos da AIFA, Gonçalves Dias e do Fazendinha, que acreditaram em mim e me ajudaram nos treinos, ao vereador Jaime Perez que ajudou na minha hospedagem e a todos os desportistas do Amapá que acreditam no potencial do Judô Amapaense”.

Texto: Márcia Corrêa/Papel de Seda – com atualizações minhas
A cantora e compositora Ana Martel é a primeira artista amapaense a gravar um CD com incentivo da Lei Rouanet. O caminho para conseguir o financiamento foi longo, mas a conquista tem sabor de fruto maduro. O CD “Sou Ana”,traz oito músicas de sua autoria e três de outros compositores. Um trabalho autoral e eclético, com marabaixo, samba, world music e o que se convencionou chamar de música regional.
O diretor musical Luiz Pardal foi fundamental na decisão do repertório mais autoral. Ele foi ouvindo, conhecendo e gostando do trabalho da compositora. No final definiu o repertório junto com ela, mas recomendando fortemente que suas músicas permanecessem no disco. Com todas as canções gravadas, o CD agora está em fase de mixagem.
“Sou Ana” foi todo feito com contrabaixo acústico e cordas. “E eu queria que ele soasse bem artesanal. As caixas de marabaixo estão límpidas. Não tem nada eletrônico”, explica a artista. O público pode esperar um repertório versátil, como a cantora se auto-define: “é um CD que é a Ana do Amapá, da Amazônia, uma pessoa versátil que canta de tudo”. Ana Martel conta com participações especiais das cantoras Andressa Nascimento, de Roraima e Patrícia Bastos, do Amapá.
Além da produção executiva de Paulo Andrade, o trabalho conta com a produção de show de Clícia Vieira e Claudiomar Silva. E tem Nayara Martel, filha da cantora, como responsável pela concepção do encarte, pela análise de repertório e pelos figurinos. A apresentação gráfica do CD é outro elemento que chama atenção pela qualidade e pelo requinte.
O projeto
Não é fácil captar recursos para um projeto cultural no Brasil, mesmo com anuência da Lei Rouanet. O produtor executivo de Ana Martel, seu marido Paulo Andrade, enviou ao Ministério da Cultura o primeiro projeto em 2005, que foi aprovado, mas arquivado por falta de patrocínio. Após aprovados pelo MinC, através dos mecanismos de incentivo da Lei, os projetos partem para a captação de recursos, e aí começa a maratona que raras vezes tem sucesso.
Uma vez aprovado, o projeto tem prazo de um ano, prorrogável por mais um, para captar recursos junto às empresas, que têm como contrapartida benefícios em forma de incentivos fiscais. Na segunda tentativa a produção da cantora amapaense conseguiu o patrocínio no limite do prazo, assim mesmo depois de idas e vindas e duas negativas iniciais. Foi aprovado pelo Ministério da Cultura o valor de R$ 58 mil para a gravação do CD, patrocínio integralmente liberado pela Eletrobrás.
“As empresas podem alegar qualquer coisa para não patrocinar. Tem empresas que fazem uma espécie de licitação para projetos culturais, só que cada uma faz a seleção à sua maneira. E é isso que a Lei Rouanet está querendo mudar. Abrir essa caixa forte. Ao invés da empresa direcionar a escolha, haveria uma fila única de projetos aprovados pela Lei que seriam patrocinados na sequência cronológica de sua aprovação. Não faz sentido a empresa aprovar algo que já foi aprovado pela Lei Rouanet”, explica Ana Martel.
A carreira
Foram mais de 25 anos de carreira até gravar o primeiro CD. “Se tivesse feito antes, talvez não ficasse tão feliz como estou agora”, revela Ana. As razões pela demora na gravação do primeiro trabalho são diversas. “Tem os percalços normais de todo mundo que mora no Norte do Brasil, no Amapá, que tem problemas de toda ordem e não consegue sobreviver da arte. Isso é fato. Mas, também tem a questão pessoal. Eu estava sempre em transição com relação à minha própria arte, se eu gostaria de fazer um CD só como intérprete ou um trabalho mais autoral”, explica.
O primeiro parceiro musical de Ana Martel foi o artista amapaense Zé Miguel, que musicou o poema “Óleo sobre tela”, feito pela cantora em homenagem à comunidade quilombola do Curiaú. A partir daí outros poemas e letras foram nascendo para novas parcerias. Ana Martel resolveu então criar suas próprias melodias. “Estudo violão para aperfeiçoar minha melodia. Tive que aprender a tocar para poder guardar aquilo que eu pensava”, conta ela. O processo criativo de Ana começa com o canto, que depois é adaptado para os acordes do violão.
Apesar de estar prestes a lançar um trabalho essencialmente autoral, a cantora pisa com cautela na nova fase, a de compositora. “Se eu tiver que me apresentar hoje, sou Ana Martel, cantora. Quero que primeiro as pessoas avaliem o meu trabalho para que depois eu possa dizer cantora e compositora. Não existe compositor sem o público que aprecia o trabalho. Temos que esperar sempre do público, ele é que diz se o seu trabalho vale à pena”, define Ana.
Agora é realidade. Está marcado para o próximo dia 8 de Outubro, a partir das 19h, a inauguração do Centro Artístico e Cultural Língua Solta, inédito no município de Santana.
O Centro é uma idéia da Associação Artística e Cultural Língua Solta, que tem como coordenador geral o teatrólogo Jean Duarte. O centro é uma instituição independente, sem fins lucrativos e visa divulgar o patrimônio cultural amapaense.
O centro conta com espaço físico próprio onde serão ministradas inúmeras oficinas com sala de inclusão digital, cinema fundo de quintal, sala de dança, sala de teatro, sala de gibiteca, entre outros.
No centro serão ministradas várias oficinas de teatro, dança, inclusão digital, gibiteca, cinema, circo, música, artes plásticas, artesanato e fotografia com profissionais qualificados.
Qualquer estudante da rede pública ou privada de ensino pode participar gratuitamente das atividades. “Aquelas pessoas que estejam em vulnerabilidade social, que são de baixa renda, habitando em áreas precárias, serão agraciados”, garantiu Jean Duarte.
Associação Artística e Cultural Língua Solta
A Associação Artística e Cultural Língua Solta surgiu em janeiro de 1995 em Santana para dar uma reviravolta no teatro local. Segundo Jean Duarte, já foram feitos espetáculos idealizados em projetos sociais com temas: Combate a dengue, combate a malária, Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, Paz no Trânsito, Direitos da criança e muitos outros.
O grupo também atuou em Palmas/Tocantins por 4 anos. No Amapá vários espetáculos já foram estreados como: “O circo do seu bolacha”, “Ari Areia um grão apaixonado”, “ABC da vida”, “Na terra do julgamento” e “A chegada de Marculino no purgatório”.