Há muitos professores que trabalham e dão tudo de si para que o Amapá tenha uma boa educação pública, mas há também muitas irregularidades com relação ao professorado. Só no início do governo do PSB foram identificados problemas sérios como pagamentos irregulares de regência de classe e muitos professores fora da sala de aula – sua volta está possibilitando que o número de contratos administrativos seja reduzido. Dos 144 professores empossados no último concurso para dar aula no Bailique, apenas dois continuam por lá. Esses dados também têm sido tema de discussão nas mesa de negociação entre governo e educação.
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