“Um contrato de R$ 43,6 milhões no Amapá com suspeita de superfaturamento e pagamento de propina -que originou a Operação Mãos Limpas- passou das mãos de uma empresa cujos donos são investigados por corrupção para a companhia que pertence ao denunciante.
Com valores mais altos e a mesma quantidade de homens, a empresa LMS Vigilância assumiu o serviço de segurança não armado das escolas públicas do Estado em agosto deste ano, dias antes da operação da PF, que levou 18 pessoas à prisão, entre elas o governador Pedro Paulo Dias (PP) e o ex-governador Waldez Goes (PDT).”
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