Nota da coluna From do Diário do Amapá de hoje, 23/09 – Conversa -
Anteontem, depois de gravar programa político para o rádio e televisão, Waldez Góes teria ido tomar chá das 5 com o governamentável Lucas Barreto (PTB).
À mesa, como adoçante, um possível apoio do ex-governador a LB, no caso de um segundo turno.
Mas sem senhuma relação com corte do cordão umbilical com Pedro Dias (PDT).
Essa nova não ! Quem deu inicio a HARMONIA foi essa dupla aí, depois entrou o Miranda e aí ele saquearam o Amapá. Em 01.01.2003, assume o governo o Waldez Góes, em 01.02.2003, assume a Assembléia o compadre Lucas Barreto e logo em seguida assume o Tribunal de Contas o Julio Miranda.Em dezembro de 2002, os repasses para a Assembléia era de R$ 2,8 milhões.Em 01.02.2003 ele passou para R$ 7,5 milhões.Logo veio o primeiro escandalo do governo Waldez Góes,Edmar Laurindo roubou R$ 1,5 milhões da ADAP(seu compadre Lucas Barreto não fez absolutamente nada)em seguida surgiram vários, como:roubo na Secretaria de Comunicação,no Rurap,na SESA(várias vezes),na SEEC,AMPREV,Devolução de ICMS,Sonegação Descarada,Sec.de Agricultura(Chico do Ovo),Estrada de Ferro,etc. e o Independente(Lucas Barreto) ficou calado,inclusive serviu de Candidato Laranja em 2006,exatamente para beneficiar o compadre,agora está com pena dele e procura enganar a população do Amapá pois, toda os membros das quadrilha estão em sua campanha.
Em se tratando de Amapá tudo é possível, inclusive esse tipo de aliança estapafúrdia, que se fosse em um outro local e outro contexto, o lkjuinha fugiria qual diabo fugindo da cruz. Mas aqui, onde a aliança que está afundando o nosso estado manda e desmanda com a conivência de nossas “autoridades”, que nada fazem para colocar ordem no caos que se tranformou a política amapaense. É bem provável, que esses mesmos sujeitos que foram pegos na Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, sejam nossos representantes a nível estadual e federal. Mas não com o meu voto.
NÃO VOTO EM LADRÃO E MUITO MENOS EM CAPACHO E CORRUPTO.
Os compadres nunca se separaram.Lá no 14 já estão o Gutemberg,Bras,Joca e o Waldez vai levar o Montenegro,Adauto Bittencurt,Edmar Laurinho e Chico do Ovo,lá já encontra-se a turma do deputado federal ,o sr.Armando Amaral.Será que tem cabos eleitorais melhor ?
Meu! se o 14 levar essa,o Sarney vai continuar dando as cartas poraqui e isso nos ja sabemos que nao é salutar, e com certeza virao muitas operaçoes da PF porai
24/09/2010 19h58 – Atualizado em 24/09/2010 20h29
Presidente do TCE do AP mantinha relação sexual com menor, diz PF
Polícia gravou telefonema entre Miranda Coelho e menina de 14 anos.
Segundo inquérito, ele fazia pagamentos mensais à mãe da menina.
Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
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Inquerito 681 / AP-STJInquerito 681 / AP-STJ (Foto: Reprodução/G1)
O inquérito 681, que investiga um suposto esquema de corrupção no governo do Amapá, revela que o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AP), José Júlio de Miranda Coelho, 63 anos, teria mantido relações sexuais com menores. Segundo relatório da Polícia Federal enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), Coelho mantinha financeiramente uma mulher e duas filhas dela em troca de favores sexuais.
Coelho é apontado pela Polícia Federal como um dos pivôs do escândalo no Amapá. De acordo com o relatório da PF, por meio do TCE, respaldava contratos fraudulentos do governo estadual. Na casa de praia do presidente do TCE, na Paraíba, a PF apreendeu cinco carros de luxo, entre os quais uma Ferrari e uma Maserati. Também foi localizado um jato pertencente a ele, “escondido” em um aeroporto de Minas Gerais.
Além disso, o documento afirma que Coelho é dono de várias empresas por meio de “testas de ferro” e que tinha movimentação bancária incompatível com a remuneração como presidente do TCE. Segundo o inquérito, ele fez saques bancários da conta do tribunal num valor total de mais de R$ 7 milhões, sem especificar a finalidade.
O G1 telefonou às 18h58 para o celular do advogado de Coelho, Eduardo Vilhena Toledo, e deixou recado na secretária eletrônica. O escritório de advocacia onde ele trabalha informou que o advogado estava em uma reunião e não podia ser interrompido. O escritório informou ainda que a defesa do presidente do TCE ainda não obteve cópia do inquérito, que se encontrava em segredo de justiça até esta quinta.O G1 voltou a ligar outras quatro vezes para o celular do advogado, entre 19h05 e 19h32, mas não obteve resposta.
Nesta quinta (23), o ministro João Otávio de Noronha, do STJ, determinou o fim do segredo de justiça de parte do inquérito, que reúne cerca de 800 páginas. Conversas telefônicas gravadas em 26 de maio deste ano pela Polícia Federal com autorização judicial e transcritas no inquérito mostram a negociação do presidente do TCE com a mãe das menores. A mulher reclama por telefone o pagamento de R$ 500, que teria faltado no último depósito mensal feito por Coelho.
Mulher – Olhe, deixe eu te falar uma coisa: aquele dinheiro de banco que você depositava para mim e para C., né? Aí, sobrava R$ 2.500 para mim e R$ 1.500 pra C. Aí, o senhor pegou e deu R$ 2.000 pra C. e tirou os meus R$ 500. Sabe que eu pago empregado, pago energia.
Coelho – Todo mês agora eu vou depositar R$ 2.500, não se preocupe, tá? Na segunda-feira eu boto os R$ 500 que tá faltando.
saiba mais
* STJ remove sigilo de parte do inquérito do Amapá; leia trechos
* Polícia Federal apreende R$ 1 milhão e cinco carros de luxo no Amapá
A pessoa identificada como C. a que a mulher se refere é a filha dela de 17 anos, segundo o documento da PF. Até esse ponto do texto do inquérito, era possível interpretar que Coelho mantinha relações com a mãe das meninas. No entanto, o restante do diálogo, segundo demonstra a PF, deixa claro que o interesse dele é nas menores. De acordo com o relato, depois de assegurar o pagamento de R$ 500, o presidente do TCE pede à mulher para falar com a outra filha dela, J., que, segundo a PF, tem 14 anos.
Coelho – Agora, passe pro amor da minha vida, pra minha vida.
Menina de 14 anos – Oi.
Coelho – Oi, linda, tudo bem?
Menina de 14 anos – Tudo.
Coelho – Sonhei com você essa noite.
Menina de 14 anos – Foi?
Coelho – Foi. Um sonho lindo, fazendo amor contigo. Melhor ainda, porque naquele dia foi show. Naquele dia…
Menina de 14 anos – Legal, né?
No mesmo diálogo, descreve o texto, o presidente do TCE dá a entender que tirou a virgindade da menor. Ele encerra a conversa assegurando à menina que cumprirá o pedido da mãe dela de depositar mais dinheiro.
Coelho – Na última vez, foi quando você realmente virou mulher, sabia? Foi uma loucura, uma loucura. E, atendendo a seu pedido, vou botar R$ 1.000 na conta da sua mãe. Tá certo? Tá beleza?
Menina de 14 anos – Boa noite.
Coelho – Te amo, te amo, te amo. Quarta-feira te ligo para a gente sair, tá?
Menina de 14 anos – Tá.
Coelho – Te amo. Tchau, tchau.
De acordo com o inquérito, em 30 de maio deste ano, Julio Miranda Coelho passou para um funcionário dele os dados bancários da mulher e pediu que fosse efetuado um depósito de R$ 1 mil. Com os dados bancários revelados na conversa telefônica, a PF confirmou a identidade da mulher e das filhas dela. No inquérito, constam cópias de comprovantes de depósitos bancários na conta da mãe das garotas.
“Os fatos narrados mostram que o presidente do TCE/AP, Júlio Miranda, que tem 63 anos, mantém relacionamento amoroso com a menina J., de apenas 14 anos de idade, contando para isso com a aquiescência da mãe da garota [...] que, conforme ficou claro nos diálogos, tem contrapartida financeira”, diz um trecho do relatório da PF.
O presidente do TCE foi uma das 18 pessoas presas pela Polícia Federal em 10 de setembro na Operação Mãos Limpas, que investiga a formação de uma suposta quadrilha formada por membros do governo para desviar recursos estaduais e da União. Eles é um dos dois que continuam presos na PF de Brasília, por determinação do presidente do inquérito no STJ, ministro João Otávio de Noronha. O outro é o secretário de Segurança do estado, Aldo Alves Ferreira. Também foram presos o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias e o ex-governador do estado Waldez Goés, soltos no último sábado (18) junto com outros 14 presos.
Esses bando de safados, roubam não somente nosso dinheiro, mas também nossa dignidade. Depois querem posar de mocinhos dizendo que não sabiam de nada e não foram ouvidos pela P.F. Como se não bastasse ainda choram e colocam outras pessoas para chorar na frente das câmeras.
quem precisa de apoio,nessas alturas do campeonato, wadez de lucas ou lucas de Waldezkkkkk o mundo dá muitas voltas ….kkkkkkkkk
Essa nova não ! Quem deu inicio a HARMONIA foi essa dupla aí, depois entrou o Miranda e aí ele saquearam o Amapá. Em 01.01.2003, assume o governo o Waldez Góes, em 01.02.2003, assume a Assembléia o compadre Lucas Barreto e logo em seguida assume o Tribunal de Contas o Julio Miranda.Em dezembro de 2002, os repasses para a Assembléia era de R$ 2,8 milhões.Em 01.02.2003 ele passou para R$ 7,5 milhões.Logo veio o primeiro escandalo do governo Waldez Góes,Edmar Laurindo roubou R$ 1,5 milhões da ADAP(seu compadre Lucas Barreto não fez absolutamente nada)em seguida surgiram vários, como:roubo na Secretaria de Comunicação,no Rurap,na SESA(várias vezes),na SEEC,AMPREV,Devolução de ICMS,Sonegação Descarada,Sec.de Agricultura(Chico do Ovo),Estrada de Ferro,etc. e o Independente(Lucas Barreto) ficou calado,inclusive serviu de Candidato Laranja em 2006,exatamente para beneficiar o compadre,agora está com pena dele e procura enganar a população do Amapá pois, toda os membros das quadrilha estão em sua campanha.
Em se tratando de Amapá tudo é possível, inclusive esse tipo de aliança estapafúrdia, que se fosse em um outro local e outro contexto, o lkjuinha fugiria qual diabo fugindo da cruz. Mas aqui, onde a aliança que está afundando o nosso estado manda e desmanda com a conivência de nossas “autoridades”, que nada fazem para colocar ordem no caos que se tranformou a política amapaense. É bem provável, que esses mesmos sujeitos que foram pegos na Operação Mãos Limpas da Polícia Federal, sejam nossos representantes a nível estadual e federal. Mas não com o meu voto.
NÃO VOTO EM LADRÃO E MUITO MENOS EM CAPACHO E CORRUPTO.
O povao ñ tem acesso a internet, por isso ñ sabe o q está acontecendo. Bando de canalhas.
Eu acho que em um segundo turno… O Lucas aceitar o apoio dos presos pelo PF não seria muito inteligente. Rs rs rs rs…
Os compadres nunca se separaram.Lá no 14 já estão o Gutemberg,Bras,Joca e o Waldez vai levar o Montenegro,Adauto Bittencurt,Edmar Laurinho e Chico do Ovo,lá já encontra-se a turma do deputado federal ,o sr.Armando Amaral.Será que tem cabos eleitorais melhor ?
pedro paulo se pergunta a quem interessa sua ruina,ele nao sabe mesmo? kara arranco o meu BIGODE pra quem me diser a quem!
Meu! se o 14 levar essa,o Sarney vai continuar dando as cartas poraqui e isso nos ja sabemos que nao é salutar, e com certeza virao muitas operaçoes da PF porai
24/09/2010 19h58 – Atualizado em 24/09/2010 20h29
Presidente do TCE do AP mantinha relação sexual com menor, diz PF
Polícia gravou telefonema entre Miranda Coelho e menina de 14 anos.
Segundo inquérito, ele fazia pagamentos mensais à mãe da menina.
Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
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Inquerito 681 / AP-STJInquerito 681 / AP-STJ (Foto: Reprodução/G1)
O inquérito 681, que investiga um suposto esquema de corrupção no governo do Amapá, revela que o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AP), José Júlio de Miranda Coelho, 63 anos, teria mantido relações sexuais com menores. Segundo relatório da Polícia Federal enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), Coelho mantinha financeiramente uma mulher e duas filhas dela em troca de favores sexuais.
Coelho é apontado pela Polícia Federal como um dos pivôs do escândalo no Amapá. De acordo com o relatório da PF, por meio do TCE, respaldava contratos fraudulentos do governo estadual. Na casa de praia do presidente do TCE, na Paraíba, a PF apreendeu cinco carros de luxo, entre os quais uma Ferrari e uma Maserati. Também foi localizado um jato pertencente a ele, “escondido” em um aeroporto de Minas Gerais.
Além disso, o documento afirma que Coelho é dono de várias empresas por meio de “testas de ferro” e que tinha movimentação bancária incompatível com a remuneração como presidente do TCE. Segundo o inquérito, ele fez saques bancários da conta do tribunal num valor total de mais de R$ 7 milhões, sem especificar a finalidade.
O G1 telefonou às 18h58 para o celular do advogado de Coelho, Eduardo Vilhena Toledo, e deixou recado na secretária eletrônica. O escritório de advocacia onde ele trabalha informou que o advogado estava em uma reunião e não podia ser interrompido. O escritório informou ainda que a defesa do presidente do TCE ainda não obteve cópia do inquérito, que se encontrava em segredo de justiça até esta quinta.O G1 voltou a ligar outras quatro vezes para o celular do advogado, entre 19h05 e 19h32, mas não obteve resposta.
Nesta quinta (23), o ministro João Otávio de Noronha, do STJ, determinou o fim do segredo de justiça de parte do inquérito, que reúne cerca de 800 páginas. Conversas telefônicas gravadas em 26 de maio deste ano pela Polícia Federal com autorização judicial e transcritas no inquérito mostram a negociação do presidente do TCE com a mãe das menores. A mulher reclama por telefone o pagamento de R$ 500, que teria faltado no último depósito mensal feito por Coelho.
Mulher – Olhe, deixe eu te falar uma coisa: aquele dinheiro de banco que você depositava para mim e para C., né? Aí, sobrava R$ 2.500 para mim e R$ 1.500 pra C. Aí, o senhor pegou e deu R$ 2.000 pra C. e tirou os meus R$ 500. Sabe que eu pago empregado, pago energia.
Coelho – Todo mês agora eu vou depositar R$ 2.500, não se preocupe, tá? Na segunda-feira eu boto os R$ 500 que tá faltando.
saiba mais
* STJ remove sigilo de parte do inquérito do Amapá; leia trechos
* Polícia Federal apreende R$ 1 milhão e cinco carros de luxo no Amapá
A pessoa identificada como C. a que a mulher se refere é a filha dela de 17 anos, segundo o documento da PF. Até esse ponto do texto do inquérito, era possível interpretar que Coelho mantinha relações com a mãe das meninas. No entanto, o restante do diálogo, segundo demonstra a PF, deixa claro que o interesse dele é nas menores. De acordo com o relato, depois de assegurar o pagamento de R$ 500, o presidente do TCE pede à mulher para falar com a outra filha dela, J., que, segundo a PF, tem 14 anos.
Coelho – Agora, passe pro amor da minha vida, pra minha vida.
Menina de 14 anos – Oi.
Coelho – Oi, linda, tudo bem?
Menina de 14 anos – Tudo.
Coelho – Sonhei com você essa noite.
Menina de 14 anos – Foi?
Coelho – Foi. Um sonho lindo, fazendo amor contigo. Melhor ainda, porque naquele dia foi show. Naquele dia…
Menina de 14 anos – Legal, né?
No mesmo diálogo, descreve o texto, o presidente do TCE dá a entender que tirou a virgindade da menor. Ele encerra a conversa assegurando à menina que cumprirá o pedido da mãe dela de depositar mais dinheiro.
Coelho – Na última vez, foi quando você realmente virou mulher, sabia? Foi uma loucura, uma loucura. E, atendendo a seu pedido, vou botar R$ 1.000 na conta da sua mãe. Tá certo? Tá beleza?
Menina de 14 anos – Boa noite.
Coelho – Te amo, te amo, te amo. Quarta-feira te ligo para a gente sair, tá?
Menina de 14 anos – Tá.
Coelho – Te amo. Tchau, tchau.
De acordo com o inquérito, em 30 de maio deste ano, Julio Miranda Coelho passou para um funcionário dele os dados bancários da mulher e pediu que fosse efetuado um depósito de R$ 1 mil. Com os dados bancários revelados na conversa telefônica, a PF confirmou a identidade da mulher e das filhas dela. No inquérito, constam cópias de comprovantes de depósitos bancários na conta da mãe das garotas.
“Os fatos narrados mostram que o presidente do TCE/AP, Júlio Miranda, que tem 63 anos, mantém relacionamento amoroso com a menina J., de apenas 14 anos de idade, contando para isso com a aquiescência da mãe da garota [...] que, conforme ficou claro nos diálogos, tem contrapartida financeira”, diz um trecho do relatório da PF.
O presidente do TCE foi uma das 18 pessoas presas pela Polícia Federal em 10 de setembro na Operação Mãos Limpas, que investiga a formação de uma suposta quadrilha formada por membros do governo para desviar recursos estaduais e da União. Eles é um dos dois que continuam presos na PF de Brasília, por determinação do presidente do inquérito no STJ, ministro João Otávio de Noronha. O outro é o secretário de Segurança do estado, Aldo Alves Ferreira. Também foram presos o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias e o ex-governador do estado Waldez Goés, soltos no último sábado (18) junto com outros 14 presos.
Aff.. sem palavras, esse homem é um monstro e a mãe das meninas idem.
Esses bando de safados, roubam não somente nosso dinheiro, mas também nossa dignidade. Depois querem posar de mocinhos dizendo que não sabiam de nada e não foram ouvidos pela P.F. Como se não bastasse ainda choram e colocam outras pessoas para chorar na frente das câmeras.