AE – Agência Estado
Oposição enfraquecida, cooptação de lideranças de poderes que deveriam fiscalizar o Executivo, pouco espaço para denúncias na imprensa local. A hegemonia política do chamado “grupo da harmonia”, aliança feita no Amapá entre as principais autoridades locais, tem ajudado a transformar o Estado em palco de escândalos e prisões sucessivos sem que haja perspectivas de mudanças. A eleição atual, por sinal, vai contar com candidaturas de presos em operações da Polícia Federal (PF) no Amapá desde 2004.
Além das candidaturas de Waldez Góes (PDT) ao Senado e da tentativa de reeleição do governador Pedro Paulo Dias (PP), ambos presos na Operação Mãos Limpas, concorrem ao cargo de deputado estadual João Henrique Pimentel (PR), ex-prefeito de Macapá pelo PT, e a deputado federal Sebastião Bala Rocha (PDT), ex-senador e secretário de Saúde, ambos presos na Operação Pororoca, de 2004.
As fraudes na saúde são apontadas desde a Pororoca sem que quase nada mudasse. Em 2007, durante a Operação Antídoto I e II, outros dois secretários foram presos por suspeitas em fraudes na compra de remédios – Uilton Tavares e Abelardo da Silva Vaz. Na Operação Mãos Limpas, o governador Pedro Paulo foi o quarto secretário seguido a ser preso por suspeitas em fraudes.
Acusação
Pedro Paulo, que foi preso na Operação Mãos Limpas no dia 10, disse ontem que, apesar de ter passado nove dias preso na superintendência da PF em Brasília, não foi interrogado em nenhum momento. Afirmou ainda que não há comprovação de que tenha cometido irregularidades. Seu pronunciamento, transmitido pela emissora do governo, foi contestado pela PF. Segundo fontes da polícia, ele foi interrogado, mas se recusou a falar, recorrendo ao direito de só dar declarações em juízo.
Candidato à reeleição, o governador e seu antecessor, Waldez Góes, foram presos com mais 16 pessoas no último dia 10. São acusados de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de bens, tráfico de influência, fraude em licitações públicas e formação de quadrilha. O esquema, segundo a PF, seria comandado pelo governador e Góes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
o premio para o Datena deve ser entregue pela Band Macapá o único jornalista da emissora que mostra a corrupção em todo o Brasil Amapá é Brasil ou a Corruptolandia a terra sem lei
Nós amapaenses somos dignos de pena, pois servimos de chacota para o restante do país., primeiramente por elegermos um senhor para o senado que nem amapaense é, que transformou este Estado no seu feudo particular, tendo como fiéis escudeiros, capachos particular os citados na matéria da Agência Estado.Finalmente porque no Amapá, a Lei é inexistente, tudo se pode, desde que esteja-se do lado dos que estão no poder, que se acham inalcançáveis ou inatíngiveis pelos poderes públicos.Esperamos que o povo saiba dar a resposta nas URNAS, NO DIA 03 DE OUTUBRO.
socorro Brasil,alguem nos acuda!!!
Imagino três loucos à beira de um abismo, de mãos dadas, a se atirarem para a morte. Assim são os três suicidas: Executivo, Legislativo e Judiciário. Embriagados pelo poder, entorpecidos pela corrupção, enlouquecidos pelo dinheiro. Saltam juntos para o precipício do atraso e da estagnação. Corremos o real risco de existir no Brasil de 1° Mundo, um Amapá-Africanizado. Um Zimbábue-Tucuju. Obrigado Sarney!
nao aguento mais isto!fora !!!socorro alguem nos acuda!!!Ainda estao criricando a PF!Sinceramente!PF volte estamos ainda em apuros,,,so vcs tem coragem e nao sao comprados.nos ajudem a colocar estes corruptos na cadeia.
O jeito que tem é chamarmos políticos de renome nacional como Marina Silva, Serra, Jatene, Ciro Gomes ou mesmo Lula para governar o Amapá, pois não querem por gente séria daqui mesmo!!
Socorro bons políticos do Brasil!!