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No G1 – “STJ prorroga prisão de governador e de ex-governador do Amapá”

http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/09/stj-prorroga-prisao-de-governador-e-ex-governador-do-amapa.html

Outras quatro pessoas também tiveram prisão temporária prorrogada. Dos 18 presos em operação da PF, 12 serão libertados ainda nesta noite.

Débora Santos e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha decidiu nesta terça-feira (14) prorrogar a prisão temporária do governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), do ex-governador Waldez Góes (PDT), do presidente do Tribunal de Contas do Estado, José Júlio de Miranda Coelho, do secretário de Segurança, Aldo Alves Ferreira, do empresário Alexandre Gomes, e do ex-secretário de Educação José Santos Bittencourt.

Noronha determinou ainda a expedição de alvarás de soltura para os outros 12 presos pela Polícia Federal na última sexta-feira (10) por suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos no Amapá. O prazo inicial da prisão temporária terminaria à meia-noite desta terça-feira.

As apurações da Polícia Federal revelaram indícios de um esquema de desvio de recursos da União que eram repassados à Secretaria de Educação do Amapá, provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).

Habeas corpus
O advogado do ex-governador, Cezar Bittencourt, afirmou ao G1 que vai decidir nas próximas horas se ingressará com novo pedido de habeas corpus para tentar libertar Goés. “A expectativa era que não fosse prorrogada a prisão, porque não há fatos atribuídos ao ex-governador. Vamos nos reunir para definir uma posição”, disse. O G1 procurou os advogados dos demais presos e aguarda retorno.

Mais cedo, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia negado habeas corpus ao ex-governador Waldez Góes e à mulher dele, Marília Xavier. Góes teve a prisão prorrogada, mas Marília Xavier vai ser solta por não ter tido o pedido de prisão prorrogado.

O pedido foi feito no final da tarde desta terça pelo subprocurador do Ministério Público Federal Francisco Dias Teixeira com a intenção de “não comprometer os depoimentos em curso e o andamento das investigações”.

Dinheiro, carros de luxo e armas
Durante a operação da PF foram apreendidos R$ 1 milhão, cinco carros de luxo e quatro armas. Os 18 presos foram transferidos para Brasília. O governador e o presidente do TCE estão na Superintendência da PF, enquanto os outros 16 presos estão em duas penitenciárias da cidade.

Foram mobilizados 600 policiais federais para cumprir 18 mandados de prisão temporária, 87 mandados de condução coercitiva e 94 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a PF, estão envolvidos no esquema servidores públicos,

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Comentários

5 comentários para “No G1 – “STJ prorroga prisão de governador e de ex-governador do Amapá””

  1. ESSA PF É MORAL MESMO !!!

    ESTÁ CORTANDO A PRÓPRIA CARNE !!!

    LEMBRAM QUE O ALDO ALVES FERREIRA É DELEGADO DA PF?

    BLZ, NÉ !!!

    Escrito por Felipe | 14/09/2010, 22:48
  2. Diga por favor quais foram os liberados

    Escrito por Manuel | 14/09/2010, 22:50
  3. Essa policia federal e o bicho mesmo nao aliviou os tubaroes e que tubaroes meu amigo essa foi de rir mais de seissentos policiais aqui em macapa foi algo historico agora passa direto nom jornal nacional meu amigo isso e que e fama de amapa.

    Escrito por erick | 15/09/2010, 22:47
  4. Queria tanto essa ferrari do julio mirando so para dar uma voltinha essa mala de dinheiro para fazer alguns investimentos isso ia mudar minha vida concerteza rsrsrsrsrr.

    Escrito por erick | 15/09/2010, 22:51
  5. http://www.jornalpequeno.com.br/2010/9/16/pivo-de-escandalo-no-amapa-foi-indicado-por-sarney-131621.htm

    Pivô de escândalo no Amapá foi indicado por Sarney

    16 de setembro de 2010 às 11:05
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    AE – Agência Estado
    A nomeação de um dos pivôs do esquema de corrupção no governo do Amapá foi acertada pelo presidente do Senado, José Sarney, em seu gabinete. Depoimento prestado à Polícia Federal no dia 26 de novembro do ano passado mostra que a escolha de Aldo Alves Ferreira para a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado teria tido interferência direta de Sarney.
    A nomeação de Aldo Ferreira foi, segundo o depoimento, realizada em pagamento a um favor prestado ao então governador do Amapá, Waldez Góes (PDT). O secretário foi preso na última sexta-feira durante a Operação Mãos Limpas ao desembarcar em Brasília. Em seu gabinete, em Macapá, policiais apreenderam duas malas com R$ 540 mil em espécie. As investigações encontraram indícios de fraudes em licitação em contratos firmados pela secretaria.
    O assessor jurídico da secretaria, Luiz Mário Araújo de Lima, ouvido logo no início das investigações, relatou ter sido informado que a escolha de Aldo Ferreira foi decidida em reunião entre Sarney, o senador Gilvam Borges (PMDB) e a deputada Fátima Pelaes (PMDB). Conforme o depoimento, Aldo Ferreira teria exigido o cargo como pagamento por um favor a Waldez Góes e sua mulher, Marília Góes.
    Aldo Ferreira teria eliminado de uma investigação da Polícia Federal qualquer menção sobre a participação de Góes e Marília num esquema de fraudes na compra de medicamentos e materiais médicos, descoberto em 2007. Naquela época, Aldo Ferreira estava na Superintendência da Polícia Federal no Estado. As investigações levaram à prisão de dois ex-secretários de Saúde, deputados e empresários.
    Na reunião no gabinete de Sarney, conforme o depoimento de Lima, Gilvam Borges teria se posicionado contra a escolha do secretário “por entender que a exigência de Aldo era demasiada”. Sarney teria advertido o senador. “Sarney o admoestou dizendo que quem estava precisando de favor eram eles e não Aldo”, disse o assessor jurídico. Aldo teria sido nomeado secretário nessa mesma reunião.
    Por meio de sua assessoria, Sarney negou que tenha se reunido com o grupo de parlamentares para discutir a nomeação de Aldo para a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Amapá. “Essa reunião nunca existiu”, informou. “O presidente não interferiu ou influiu na escolha do referido secretário ou de qualquer outro secretário de Estado do Amapá.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
    (Estadão)

    Escrito por Antônio Ferreira Pimentel | 16/09/2010, 13:10

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