Aconteceu hoje a convenção do PSDB com muita gente e a presença do prefeito Roberto Góes, que tem sido visto também declarando apoio ao pré-candidato e atual governador Pedro Paulo Dias(PP). Com pouca gente e muita confusão interna, aconteceu a convenção do PSOL, o partido quer coligar-se com PTB aqui no Amapá, encontra barreiras no partido Nacional, mas mesmo assim aprovou coligação pelo diretório aqui no Estado.
Esta coligação do PSOL com o PTB só existe mesmo aqui no Amapá. É uma contradição enorme um partido impulsionar o “Fora Sarney” e coligar-se com a chapa que ele apoia!
Sem falar que o Lucas Barreto é um dos envolvidos no escândalo dos Atos Secretos e seu partido foi um dos protagonistas no esquema do mensalão.
É Randolfe “Lulificando” a política do Amapá, mas do avesso, porque pelo menos Lula nas alianças com partidos da elite nacional sempre primou que o PT liderasse as coligações e aqui o PSOL apenas dá uma de coadjuvante, como o foi em 2008 sendo vice do PSB à prefeitura de macapá e agora essa apoiando o PTB ao governo.
Isso mostra que o PSOL abandonou de vez a coerencia que tinha e caminha apenas pelo pragmatismo eleitoral, por isto foge de apresentar candidaturas próprias ou quando apresentou (2006) apenas projetou-se como sombra (um laranja) para apoiar mesmo os amarelos.
É o triste fim de um partido que prometia algo mais e terminou sendo mais do mesmo toamando o rumo que tomou.
Esta coligação do PSOL com o PTB só existe mesmo aqui no Amapá. É uma contradição enorme um partido impulsionar o “Fora Sarney” e coligar-se com a chapa que ele apoia!
Sem falar que o Lucas Barreto é um dos envolvidos no escândalo dos Atos Secretos e seu partido foi um dos protagonistas no esquema do mensalão.
É Randolfe “Lulificando” a política do Amapá, mas do avesso, porque pelo menos Lula nas alianças com partidos da elite nacional sempre primou que o PT liderasse as coligações e aqui o PSOL apenas dá uma de coadjuvante, como o foi em 2008 sendo vice do PSB à prefeitura de macapá e agora essa apoiando o PTB ao governo.
Isso mostra que o PSOL abandonou de vez a coerencia que tinha e caminha apenas pelo pragmatismo eleitoral, por isto foge de apresentar candidaturas próprias ou quando apresentou (2006) apenas projetou-se como sombra (um laranja) para apoiar mesmo os amarelos.
É o triste fim de um partido que prometia algo mais e terminou sendo mais do mesmo toamando o rumo que tomou.