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Transparência

Lei Capiberibe nos jornais de hoje – 26/05

Jornal do Comércio
Quarta-feira, 26 de maio de 2010 POLÍTICA
Fundarpe é alvo de nova denúncia da oposição
Manoel Medeiros Neto /mmedeiros@jc.com.br
Deputados da bancada de oposição na Assembleia Legislativa denunciam que 11 empresas chefiadas por cinco famílias receberam da Fundarpe R$ 36,2 milhões entre janeiro de 2009 e abril deste ano

Um suposto esquema de distribuição de R$ 36,2 milhões entre janeiro de 2009 e abril deste ano para 11 empresas chefiadas por “cinco famílias” é a mais nova arma da oposição contra a administração da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), presidida desde 2007 pela ex-vereadora Luciana Azevedo. As informações, coletadas pela equipe técnica da bancada de oposição na Assembleia Legislativa (confira quadro ao lado), foram divulgadas em entrevista coletiva, ontem. O grupo denominou as denúncias como “A farra dos cachês” e exigiu explicações do governo estadual. Um dos principais questionamentos dos deputados se refere à ligação entre assessores do Palácio das Princesas e uma empresa beneficiada, só em 2008, com R$ 2,6 milhões. O estabelecimento é o Palco Show, sediado em Caruaru.

O levantamento dos dados foi realizado a partir de um comparativo entre informações disponíveis no Portal da Transparência do governo estadual e de documentos fornecidos pela Junta Comercial do Estado de Pernambuco (Jucepe). Na conclusão, os oposicionistas avaliaram que além do fracionamento dos empenhos – milhões foram pagos através de centenas de ordens de pagamentos de valores menores –, há a possibilidade de “coincidências indevidas” em relação aos sócios das empresas. O fato indicaria, segundo a oposição, a formação de um grupo de pessoas que estaria sendo “beneficiado indevidamente” pelo governo, sem licitação. “São fatos e ligações que o governo precisa se explicar. É muito dinheiro envolvido e até hoje não houve uma explicação efetiva”, disparou o deputado Augusto Coutinho (DEM).

A deputada Terezinha Nunes (PSDB) comentou o teor da denúncia após a entrevista coletiva: “Cinco famílias, proprietárias de 11 empresas, recebem R$ 36 milhões da Fundarpe”. Outro fato questionado refere-se à informação de que a empresa Nova Era, líder no recebimento de verbas da Fundarpe desde janeiro do ano passado (R$ 8,82 milhões), foi alvo de alteração contratual na última sexta-feira (21). Sócias desde a inauguração, duas das proprietárias saíram e abriram vaga para outras duas mulheres. “Alguns fatos nos levam a suspeitar da hipótese da existência de laranjas. O governo precisa explicar quem são essas pessoas”, acrescentou Terezinha.

COMPARAÇÃO

Os oposicionistas também chamaram a atenção para a comparação entre o valor distribuído entre as 11 empresas em 16 meses (R$ 36,2 milhões) e o orçamento do principal programa do governo estadual para o fomento da produção cultural, o Funcultura, em 2009 (R$ 24 milhões). Além de Augusto e Terezinha, estavam presentes Adelmo Duarte, Dilma Lins e Maviel Cavalcanti, do DEM, e Edson Vieira, do PSDB. Eles também apresentaram fotos do que seriam as fachadas das empresas, pouco condizentes com o montante da verba recebida.

Sobre a denúncia de que ocupantes de cargos no Palácio das Princesas teriam ligações familiares com o proprietário da empresa Palco Show, João Bertino da Silva, fato revelado pelo JC na edição do último domingo, os oposicionistas afirmaram que um assessor do governo também integra a lista: Antônio Mário da Mota, assessor da Casa Civil e irmão do ex-prefeito de Riacho das Almas, Mário da Mota, é cunhado de Bertino. “Causa muita estranheza essa empresa ter recebido a maior parte dos recursos em agosto de 2008, em plena campanha”, registrou Coutinho.

Jornal Diário do Nordeste
Quarta-feira, 26 de maio de 2010 Negócios N5
Fiscalização é insuficiente
OBRAS DA COPA
Portais de publicação de informações sobre as obras da Copa de 2014 exibem dados defasados ou incompletos

O Brasil foi escolhido sede da Copa do Mundo de 2014 em 30 de outubro de 2007. As 12 subsedes do evento, entre elas Fortaleza, foram anunciadas em 31 de maio do ano passado. Todo esse tempo depois, os mecanismos de fiscalização e controle da obras do Mundial de Futebol no Brasil seguem desatualizados ou insuficientes.

Até agora, apenas órgãos federais mantêm sites específicos para acompanhamento das obras da Copa de 2014. O mais recente é o FiscalizaCopa2014, lançado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no último dia 11. O único relatório de fiscalização em Fortaleza até o momento é o projeto de ampliação do Terminal de Passageiros do Aeroporto Pinto Martins.

Segundo o documento, a elaboração do projeto básico está em andamento e teve execução de 42% até março passado. O edital de licitação da obra deve ser lançado até dezembro próximo e os trabalhos, começar em junho de 2011. Não há relatórios sobre projetos de outras áreas nem de ações executadas pelo Estado ou pelo Município.

O site disponibiliza informações, mas não acompanha a evolução dos projetos inseridos no PAC da Mobilidade Urbana – complementação da Via Expressa, alargamentos das avenidas Dedé Brasil, Paulino Rocha e Alberto Craveiro, melhoria da Av. Raul Barbosa, VLT Parangaba-Mucuripe e construção das estações Padre Cícero e Montese da Linha Sul do Metrofor.

Atraso de seis meses

Em dezembro de 2009, foi lançado o Portal da Rede de Fiscalização da Copa de 2014, hospedado na rede virtual do Senado Federal e mantido em parceria com a Câmara dos Deputados. No site, o plano de investimentos de Fortaleza ainda data de 14 de novembro de 2009.

Situação atual das obras, valores previstos e captados e percentual de execução estão desatualizados. Um exemplo é o custo estimado da modernização do Estádio Castelão, que ainda aparece em R$ 397,4 milhões, valor corrrespondente ao projeto inicial, para 43 mil lugares.

Para tornar Fortaleza postulante a receber uma das semifinais da Copa, a capacidade pulou para 66.700 torcedores, e o projeto para R$ 468,7 milhões, sem incluir os repasses ao consórcio vencedor da Parceria Público Privada (PPP) relativos à administração da arena.

Já a Controladoria Geral da União (CGU) apresentou, no início deste mês, o Portal da Transparência da Copa de 2014, cujo objetivo é acompanhar os gastos federais relacionados ao Mundial. A página mostra informações sobre os convênios firmados para a modernização do Castelão e para a execução das obras do PAC da Mobilidade Urbana. Porém, a situação atual dos projetos não é informada e não há menção às ações nas áreas de turismo, saneamento, meio ambiente e saúde.

A reportagem do Diário do Nordeste entrou em contato com as assessorias de Comunicação dos três órgãos. O TCU explicou que o projeto envolve parceria com os tribunais de contas estaduais ou municipais. “A previsão é de que os relatórios sejam inseridos por cada tribunal responsável pela fiscalização da obra, à medida que os documentos forem produzidos. Cabe a cada órgão executar as ações previstas no protocolo assinado e inserir as informações no portal. O TCU, embora mantenha o site, não tem poder para cobrar”, informou.

A CGU esclareceu que órgãos e Ministérios envolvidos com os projetos da Copa tiveram 60 dias para informar sobre os fatos já ocorridos, conforme a regulamentação do processo de envio das informações para a instituição. Esse prazo venceu nesse fim de semana. Após receber os dados, a CGU garante que vai disponibilizá-los no Portal. “Essas informações serão constantemente atualizadas, de forma que se possa acompanhar a evolução dos empreendimentos”, comprometeu-se.

Jornal Diário do Nordeste
Quarta-feira, 26 de maio de 2010 Negócios N5
Senado e TCE não se entendem nas justificativas
INFORMAÇÕES DESATUALIZADAS
Senado diz que portal de fiscalização está desatualizado devido ao não envio de informações pelos tribunais locais

O consultor de Orçamentos e Fiscalização do Senado, Hipólito Gadelha, explicou que a criação do portal mantido pela instituição foi decorrente de um protocolo de intenções assinado, em 2009, entre todos os tribunais de contas (TCs) das cidades-sede da Copa de 2014.

Segundo ele, o convênio consiste em uma instrução normativa que terá de ser promulgada por cada TC, exigindo que os gestores das obras insiram dados e documentos sobre o andamento das obras no portal. Até o momento, informa, nenhum estado promulgou a instrução, por isso os todos os dados estão desatualizados.

“O TCE do Ceará nem se interessou em fazer parte da rede de fiscalização, foi o que demonstrou a posição mais desinteressada em colaborar”, informa.

A Assessoria de Comunicação do TCE, por sua vez, respondeu que as declarações do consultor do Senado não procedem, pois em 25 de agosto do ano passado, o ex-presidente do TCE-CE, Pedro Timbó, assinou protocolo de intenções para ações conjuntas de fiscalização das obras da Copa, em parceria com outros 16 TCs, incluindo o TCM-CE e o TCU, além do Senado e a Câmara, para ações conjuntas de fiscalização.

Amanhã, 27, o atual presidente, Teodorico Menezes, assina protocolo de execução com o TCU. O documento define as responsabilidades de cada órgão e prevê troca de informações com o objetivo de viabilizar a fiscalização dos recursos públicos aplicados na Copa.

Opinião

Uma atuação “mais incisiva” dos TCs estaduais e municipais é essencial para que a fiscalização dos gastos para a Copa de 2014 seja eficiente. Essa é a opinião do coordenador de projetos da ONG Transparência Brasil, Fabiano Angélico, que cita a explosão de recursos públicos aplicados na organização do Pan do Rio de Janeiro, em 2007, como exemplo negativo.

Jornal Diário do Nordeste
Quarta-feira, 26 de maio de 2010 Negócios N5
Prefeitura promete portal e deputada sugere comissão
INICIATIVAS LOCAIS
A Prefeitura de Fortaleza promete criar, até o fim deste mês, um site de acompanhamento dos projetos relacionados à Copa do Mundo de 2014 sob a responsabilidade do Município. A página será hospedada no site da Prefeitura de Fortaleza.

Segundo o gerente do Projeto Copa na Prefeitura de Fortaleza, Felipe Araújo, o portal relacionará informações dos projetos do Município relacionados ao Mundial,incluindo o cronograma de execução de cada.

Outro mecanismo de transparência será o convite a entidades representativas da sociedade civil para participarem das reuniões do Fórum Interno da Prefeitura de gestão da Copa. Segundo ele, já houve um contato informal com representantes do Comitê Popular da Copa nesse sentido. “Se não tivermos o abraço da população, essa Copa não é legítima”, prega.

Em breve, a Assembleia Legislativa do Estado poderá criar uma comissão especial de acompanhamento e fiscalização das obras da Copa de 2014. O requerimento foi apresentado pela deputada Rachel Marques (PT) à Presidência do Parlamento no último dia 20 de maio.

“Nosso objetivo é discutir desde os projetos urbanísticos até o acompanhamento e a fiscalização das obras, envolvendo a participação da população”, explica a deputada, que acrescenta ter solicitado ao Governo do Estado a inclusão da sociedade civil no comitê gestor dos projetos da Copa.

Por sua vez, o secretário do Esporte do Estado, Ferruccio Feitosa, diz que o governo tem tratado a organização da Copa com “total transparência”. “Não temos dado o tratamento diferenciado que outras cidades têm dado, criando secretarias de Copa. A gente tem tratado isso dentro das próprias secretárias. Em todo o momento, o que a gente fez nesse processo foi tratar tudo com o máximo de transparência”. Feitosa lembra que já foio três vezes à Câmara Municipal e cinco vezes à Assembleia Legislativa para apresentar o projeto da Copa, além de outras entidades.

Já o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Ernesto Saboya, disse que o órgão fiscalizará as obras da Copa com a estrutura já existente, que será reforçada por meio do concurso público para contratar mais engenheiros.

“Vamos fazer o acompanhamento e repassar os dados para o TCU. Estamos preconizando uma integração muito grande entre os órgãos de controle. Não vai ter relatório especial, mas tudo que estiver errado, como dispensas de licitação que não cabem, vamos punir”, disse.

Jornal do Tocantins
Quarta-feira, 26 de maio de 2010 Política
Portal do Tocantins deve começar a funcionar hoje (Internet)
Palmas – O Portal da Transparência do governo do Estado deve começa a funcionar hoje, segundo o controlador-geral do Estado, Jacques Silva de Sousa, responsável pela implantação do projeto. Pelo prazo legal, o governo estadual tem até amanhã para que portal funcione.

Responsável por coordenar a instalação técnica do Portal da Transparência, a superintendente de Projetos Tecnológicos Financeiros e Tributários da Secretaria da Fazenda, Mara Lúcia Pinto Rabello Camargo, destacou que o mecanismo será baseado nas informações do Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem). A base de dados do relatório será sempre do dia anterior, com acesso dinâmico. Mesmo sem detalhar como os dados serão apresentados, Mara afirma que o usuário vai poder gerar o relatório das informações que queira consultar. O desenvolvimento do sistema envolveu uma equipe técnica de dez pessoas. (Daniel Machado)

Jornal Página 20
Quarta-feira, 26 de maio de 2010
Poronga
Escrito por Leonildo Rosas – leonildorosas@uol.com.br
Tudo transparente
A partir de amanhã a prefeitura de Rio Branco e o Estado serão obrigados a ser transparentes e divulgar suas receitas e despesas na internet. É uma exigência criada pela Lei da Transparência (Lei Complementar 131/09), que modificou a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ao menos por enquanto não se tem notícia de qualquer providência nesse rumo.

Dados pormenorizados
Os Estados e municípios com mais de 100 mil habitantes serão obrigados a divulgar os dados pormenorizados das despesas, como o órgão responsável pelo gasto, a pessoa física ou jurídica beneficiada, o serviço prestado, os contratos e, no caso de licitações, a descrição do procedimento realizado.

Receita total
No tocante à arrecadação, os administradores deverão informar o lançamento e o recebimento de todas as receitas ordinárias e extraordinárias.

Lei Capiberibe
A Lei da Transparência também pode ser chamada de “Lei Capiberibe”, por ter sido apresentada no Senado pelo ex-senador João Alberto Capiberibe (AP), e na Câmara, pela deputada federal Janete Capiberibe (AP), em 2003.

Apoio à PEC 300
A PEC 300 conta com a assinatura de 321 deputados federais para ser aprovada na Câmara dos Deputados. Todos os parlamentares assinaram o requerimento do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) para a matéria entrar em pauta.

Assinaturas de acreanos
Segundo o site Congresso em Foco (http://congressoemfoco.uol.com.br), cinco deputados acreanos assinaram o requerimento. São eles: Fernando Melo (PT), Gladson Cameli (PP), Ilderlei Cordeiro (PPS), Perpétua Almeida (PC do B) e Sérgio Petecão (PMN).

Jornal O Tempo
Transparência
Prefeituras têm até sexta para aderir
Termina no dia 27 o prazo legal para que Estados e municípios com mais de 100 mil habitantes publiquem na internet, em tempo real, informações detalhadas sobre quanto arrecadam e como gastam o dinheiro dos contribuintes. A partir desta data, começa valer a Lei Complementar 131, também conhecida como “Lei da Transparência”. A rigor, quem descumprir a legislação terá as transferências voluntárias do governo federal suspensas e só poderá receber as verbas previstas na Constituição.
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Um comentário para “Lei Capiberibe nos jornais de hoje – 26/05”

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

    O CRIME DE LESA HUMANIDADE

    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA DOS CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

    Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

    RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

    A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?

    A COMISSÃO DA VERDADE

    A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e pede que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    Perito Forense Computacional
    Especialista em Psicologia Jurídica
    http://www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://twitter.com/REVISTASOSDH

    Escrito por SOS DIREITOS HUMANOS | 26/05/2010, 21:07

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