O Estado do Amapá será processado por danos materiais e morais por causa da morte de 57 bebês na única maternidade pública da capital Macapá. O Ministério Público Estadual deve protocolar a ação na Justiça nesta sexta-feira.
Por causa da crise na Maternidade Mãe Luzia, o diretor do hospital, Dílson Ferreira da Silva foi retirado do cargo nesta quarta-feira. Quem assumiu o lugar dele foi o médico Manoel Jerônimo da Silva Junior.
Só este ano a taxa de mortalidade no local chegou a 32 crianças a cada 1.000 nascimentos. A maternidade atende 24 cidades, mas tem apenas sete leitos de Unidades de Terapia Intensiva com respiradores artificiais.
Segundo o promotor de Justiça do Ministério Público do Amapá, Marcelo Moreira, investigações do ano passado já apontavam a necessidade de aumentar as vagas em UTI.
Redator: Vanessa Teodoro
Esta violência praticada pela Rede Globo contra a mulher amapaense, não passa de um atentado a saúde pública do nosso Estado ,promovido por políticos que querem transformar a casa da Mãe Luzia na casa da Mãe Joana. O Janary ficaria indignado em saber que os governantes que lhe sucederam não construiram um hospital em 50 anos.
Não tenham dúvidas. O MPE agiu muito tarde. Esperou o sr. Waldez sair do poder para fazer alguma coisa. O grande responsável por essas mortes e abandono geral da saúde é o o ex-governador aloprado. Saiu e deixou um rombo impagável e uma herança que levaremos décadas para recuperar.
Terra arrasada. O sr. Waldez tem de ser responsabilizado civel, penal e administrativamente. Isso é caso de polícia. Tem um homicida à solta em Macapá querendo se livrar da Justila do Amapá através de mandato de Senador. Pasmem! uma vergonha!!