Recebi por email uma denúncia de que existe ilegalidade na nova chamada para concurso de sargento da PM do Amapá. Segundo a denúncia não se poderia chamar nova turma pelo fato do edital prever apenas 65 pessoas. Ainda segundo a denúncia, mediante “acordos” teriam sido beneficiadas mais 85 pessoas com a nova chamada, deixando de fora a grande maioria que concorreu ao certame. É uma denúncia que merece ser verificada.
3 comentários para “Concurso interno da PM pode conter irregularidades”
*O poder é discricionário do comandante, ele pode convocar uma nova turma, para evitar um gasto de cerca de R$120.000,00 em um novo concurso,a oportunidade foi igual para todos na prova do concurso.
*A imoralidade não esta no curso de sargentos e sim nas promoções no quadro de oficiais, em que possui 16 coronéis, 52 majos em polícia que não chega a 3.500 policiais, que ver o absurdo compara com as polícias de outros estados.
*Hoje ainda existe soldados com 19 anos de serviços, por outro lado temos majos com 8 anos no quadro de oficiais, isso demostra como a diferença de tratamento dentro da polícia militar.
O poder do comandante geral é discricionario sim, mas, não TOTAL e IRRESTRITO, no entanto, deve-se respeitar o edital que é o documento regulador do certame, e caso altere alguma norma de edital tem que se obedecer o princípio da legalidade, ajustando o instrumento à nova legislação aplicável à espécie, enquanto não concluído e homologado o certame, o que não é o caso, pois o certame já foi concluido e os classificados já estão cursando, e de acordo com a PRÓPRIA assessoria juridica da PMAP, “entendemos INCABÍVEL a pretensão de extensão de vagas ofertadas no edital”. sendo que a possivel extensão se baseia em uma lei que foi aprovada após a conclusão do certame e referida ainda não foi sacionada.
Como diz um Senador, “que na politica tudo pode,faz até boi voar”, eu também digo a mesma coisa na PMAP,que ele fazem até boi voar aqui também.
concordo com a Julia
*O poder é discricionário do comandante, ele pode convocar uma nova turma, para evitar um gasto de cerca de R$120.000,00 em um novo concurso,a oportunidade foi igual para todos na prova do concurso.
*A imoralidade não esta no curso de sargentos e sim nas promoções no quadro de oficiais, em que possui 16 coronéis, 52 majos em polícia que não chega a 3.500 policiais, que ver o absurdo compara com as polícias de outros estados.
*Hoje ainda existe soldados com 19 anos de serviços, por outro lado temos majos com 8 anos no quadro de oficiais, isso demostra como a diferença de tratamento dentro da polícia militar.
O poder do comandante geral é discricionario sim, mas, não TOTAL e IRRESTRITO, no entanto, deve-se respeitar o edital que é o documento regulador do certame, e caso altere alguma norma de edital tem que se obedecer o princípio da legalidade, ajustando o instrumento à nova legislação aplicável à espécie, enquanto não concluído e homologado o certame, o que não é o caso, pois o certame já foi concluido e os classificados já estão cursando, e de acordo com a PRÓPRIA assessoria juridica da PMAP, “entendemos INCABÍVEL a pretensão de extensão de vagas ofertadas no edital”. sendo que a possivel extensão se baseia em uma lei que foi aprovada após a conclusão do certame e referida ainda não foi sacionada.
Como diz um Senador, “que na politica tudo pode,faz até boi voar”, eu também digo a mesma coisa na PMAP,que ele fazem até boi voar aqui também.
concordo com a Julia
É UMA VERGONHA