Já dizia o pensador chinês Confúcio: “A ignorância é a noite da mente: mas uma noite sem lua e sem estrelas”. Ninguém é obrigado a saber tudo. Tudo bem. No entanto, a maior virtude do ser humano é, ao se deparar com a falta do saber, buscar a luz do conhecimento.
Em tempos de internet 2.0, o que não dá é pra incorporar a síndrome de Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…”. Ainda que não se queira utilizar as tradicionais (e alguns até diriam, chatas) fontes de pesquisa, como sites de notícia e enciclopédias, outras possibilidades existem, como o divertido e colorido “Orkut”, os amigos virtuais do “MSN”, ou o até a febre do momento, o “Twitter”. Na falta disso, vale apelar para os antiquados meios de comunicação como TV, rádio ou jornal.
Mas o que não dá pra aceitar mesmo é que uma pessoa que repassa suas impressões, (de)formadora de opinião, transmita a escuridão de seus pensamentos para aqueles que o rodeiam. Eu, jornalista que sou, estudiosa dos fenômenos da mídia (e por isso busco observá-los da maneira mais imparcial possível), senti vergonha ao ler um texto sobre o Amapá escrito por Rogério Borges e veiculado no Magazine Popular, de Goiânia.
Não, não. Não se antecipe em pensar que fiquei horrorizada com algum fato narrado que por aqui se passou. Antes fosse, mas nada disso. Minha decepção foi ao ver o nobre colega dizer que não acredita que o Amapá exista simplesmente porque ele não o conhece ou porque a Globo nunca fez uma minissérie sobre o Estado.
Rogério e leitor, se me permitem, vamos pegar uma pequena lanterna e clarear alguns fatos. A despeito do que afirma o ilustre colunista, o Amapá já foi sim notícia em várias grandes emissoras de TV, como SBT, Record e até (pasmem!!) a Rede Globo. Sim, correspondentes nacionais da “toda poderosa” já estiveram no Estado algumas vezes para Globo Repórter, Globo Esporte e Globo sei lá mais o que. E não é de hoje que os fenômenos naturais como o Equinócio e a Pororoca chamam a atenção do Brasil e do Mundo para a região.
Bem, se você pesquisou um pouco mais, pode até argumentar esses espetáculos não são privilégio exclusivo do local. De fato, não são. Mas a Fortaleza de São José, maior fortificação portuguesa construída no Brasil, é. E digo mais, sabiam que ela (ao lado do Cristo Redentor, do Maracanã e outras mais) foi eleita uma das 7 maravilhas do Brasil?
Em 2008, a Escola de Samba do Rio de Janeiro Beija-Flor foi campeã com um enredo que relatava o que mesmo?? Ah, aquela cidade às margens do maior rio do mundo localizada sobre uma linha imaginária que, segundo Borges, não existe. O que? Vai dizer que, porque nunca viu, o Rio Amazonas também não existe? Nesse caso, serei obrigada a lhe apresentar um senhor que sabe de muitas coisas chamado “Google”, dele você ouviu falar, não?
Tá certo que nossa exportação não é assim tão expressiva, mas exportamos sim. Exportamos minérios, soja, pescado e até talentos. Já assisti, mais de uma vez, Fernanda Takai, vocalista da Banda Pato Fu, declarar que nasceu em Serra do Navio. Fora alguns outros talentos que vez por outra aparecem nos grandes programas de entretenimento – Convenhamos que qualquer outra coisa fora do eixo Rio-São Paulo- Bahia recebe menor atenção da mídia. O que não quer dizer que eles não existam. Aqui temos grandes músicos, poetas, escritores, pintores, artistas de uma forma geral.
Voltado ao amigo de Goiás, sinceramente, fiquei em dúvida se o que presenciei foi pura ignorância ou apenas uma tentativa infeliz de autopromoção. De qualquer modo, se ainda duvida da existência do Amapá, é só sair da comodidade do seu mundinho e vir tomar açaí, comer maniçoba, dançar marabaixo e sentir a hospitalidade de um povo que recebe a todos de braços abertos. Vou dar a dica: nem precisa pedir pózinho da fada Sininho, as companhias aéreas já operam pra cá.
Ah, já ia esquecendo…quanto ao Sarney, eu me rendo, devo admitir que esse sim é uma lenda. Um mistério que ninguém consegue compreender.
*Jornalista, especialista em Comunicação e Política, professora do curso de comunicação.
Eu sendo Amapaense de coração estou indignada com esta crônicazinha….
Como faço pra ter acesso ao texto?
Preciso transmitir aos amigos em forma de protesto!
Abraços dessa AMAPAENSE nata!
O nome do Estado de Goiás, segundo li, origina-se da denominação da tribo indígena ‘guaiás’. Vem do termo tupi gwa ya que quer dizer indivíduo igual, gente semelhante, da mesma raça. Que ironia!
Assim como eu, nós do Amapá conhecemos goianos que são pessoas maravilhosas, alegres, educadas e inteligentes. Que sorte!
O que me surpreendeu é que o slogan do jornal para o qual este “jornalista” escreve é: “notícias com qualidade e ética em Goiás”. Que piada!
Nossa como um jornalista pode ser tão ignorante? será q ele ja viu pelo menos o mapa do Brasil? será q ele conhece a Fortaleza de são José q foi eleita uma das 7 maravilhas do Brasil? Bom o que podemos fazer é lamentar por ainda existirem profissionais ignorantes q são estudam e não sabem o que falam…Querido vc esta da idade da pedra vai estudar um pouco vc sabia ja existe internet? “Nosssa” é verdade acredite e vc pode encontra muitas fadas tambem…Minha Professora Kelly Tork escreveu muiiito bem, essa sim é uma jornalista de verdade..
Hêi, pessoal. Voces está fazendo exatamente o que ele quer: holofote. E ele conseguiu, sabiam?
ele diz que não conhece nem uma pessoa importante que tenha passado pelo Amapá.E o presidente Lula que veio realizar uma verdadeira festa em frente a um dos maiores rios do mundo durante sua campanha eleitoral,a nossa fortaleza uma das 7 maravilhas do Brasil. Alguem mostre para ele fotos e musicas do nosso estado,mostre também que os amapaenses não são ignorantes como ele que diz ter fatores que provão que o Amapá não existe, NÃO EXISTE UMA PINOIA!SOU DO AMAPÁ E TENHO ORGULHO DE DIZER QUE MEU ESTADO É A JOIA DA AMAZONIA. SOU TUCUJU DE CORAÇÃO.
Nasci em Goiás e tenho certeza absoluta que a opinião emitida por esse jornalista não representa a visão que o povo goiano tem sobre o Amapá.Acredito até que se há alguma abstração, uma delas deve ser esse jornalista. Morei em Goiânia por mais de 20 anos e nunca sequer ouvi falar sobre ele.Acho que tudo isso que ele escreveu não merece ser discutido.É muito provável que esse jornalista, também, NÃO EXISTA.
Meu Deus! com todo esse preconceito e desinformação só posso crer que este moço não existe ! ou é alucinado por polêmica barata apenas para incomodar…fico feliz porque o repúdio ao que ele escreve é geral.Sinceramente vamos deletar, desconsiderar tais besteiras, nossa auto estima não será abalada por pessoas tão negativas e falsos intelectuais.
Não preciso nem comentar o fato da minha indignação pois está no artigo q escrevi tb postado neste blog.. somente peço que as pessoas vão até o blog do Rogério Borges http://www.rogeriopborges.blogspot.com e comentem, mas por favor não desçamos ao msm nivel que ele, mostremos nossa indignação de forma civilizada, sem palavras de baixo calão pois isso configuraria perder a razão e razão é o que mais temos nesse caso.
O AMAPÁ EXISTE E EU O AMO! =)
segundo o Rogerio Borges apos ler os artigos de indignação do povo do amapa concluiu que quase 100% dos leitores entenderam de forma equivocada. me causa estranheza descobrir que mais uma vez o abduzido Rogerio Borges conclui que todos exceto ele nao tem capacidade de interpretar o que le.
Miguel Arcanjo/Capixaba de nascimento e Amapense de Coração
Esse fato nos faz comprovar que o olhar é mais abrangente, e nossos conhecimentos sobre o Brazilzão bem maiores, temos um visão politica, cultural, geográfica bem mais extensa pois além de conhecer nossas peculiaredades (sejam as belezas naturais como os pontenciais humanos) conhecemos visto daqui os demais Estados, parece-me que o Sr. em questão está bem limitado e aquém de um profissional atenado, pois bem, fica sim nossos lamentos. Mas confirmo junto aos demais nosso orgulho e gratidão a Deus, pela generosidade em sua criação, Macapá é verde, arejada, com rios e lagos, gente da gente – do cabloco-ribeirinho, ao poeta, com valores, com cultura, uma jóia que cresce e tem expandindo seu potencial, com desenvolvimento de politicas públicas. No mais, acolhedora como é, penso que se Sr. (o jornalista) vir aqui se renderá aos encantos desta terra e por aqui permanecerá como muitos que permanecem até hoje e já adotaram como cidade do coração.
NÓS NÃO SOMOS CIVILIZADOS SOMOS ÍNDIOS É ESSA OPINIÃO DO SUL E AGORA O QUE ME PARECE DO CENTRO OESTE, COMO TAL, VAMOS RESPONDER MAS NO NIVEL DELE, O ESTADO DELE A CAPITAL DEIXA MUITO A DESEJAR CASAS E PRÉDIOS PINCHADOS E NÃO É ESSA COCA COLA TODA BELEM E MANAUS SÃO MAIS MODERNAS E MACAPÁ É BONITA QUE GOIANIA, NÃO É QUALQUER UM QUE TEM UMA ORLA LINDA DESSA, ALIAIS NEM ORLA TEM LÁ,AS CASAS E PRÉDIOS SÃO TODOS PINCHADOS COISA QUE NO AMAPÁ QUE QUASE NÃO EXISTE MAIS, O SERRA DOURADA É UMA PORCARIA DE ESTÁDIO O MANGUERÃO DE BELÉM DÁ DEZ A ZERO NELE, EU ACHO NA MINHA OPINIÃO QUE ESSE CARA FOI CORNEADO OU POR UMA AMAPAENSE OU UM AMAPAENSE, NÃO TEM POR QUE ESSE ATAQUE DO NADA, FALAR DE CORRUPÇÃO E DO SARNEY É VERDADE TODOS AQUI SABEMOS NÃO SE FALA SOBRE ESSE ASSUNTO EM NOSO ESTADO, MAS DENEGRI A HISTÓRIA DO AMAPÁ E DO SEU POVO DESSA MANEIRA É REVOLTANTE, ESPERO QUE ELE NUNCA VENHA EM NOSSO ESTADO LINDO E MARAVILHOSO, POIS SE VIR VAI LEVAR “FLEXADAS” NESSA CARA DE PAU QUE SÓ ELE QUER TER, ASS.: PARAENSE DE NASCIMENTO MAIS AMAPAENSE DE CORAÇÃO COM MUITO ORGULHO.
MInha cara, devo admitir que o Sarney é um mistéeerio…Ele é quase a lenda do tarumã…tem gente que jura de pés juntos que viu…rsrsrsrs…Eu juro que já o conheci!!(risos)
Ao Rogério digo:
Sou do Amapá, Macapá. Você de que planeta veio? O tempo que você tira assistindo “Lost” deveria enriquecer seus conhecimentos estudando história e geografia do seu país. O que acha? Na realidade, tirar proveito do que tem realmente de bom em você, não acredito que você seja o tipo mediocre e ignorante. Quando escreveu essa crônica deveria estar em um péssimo dia, não é? Vamos lá… pare com isso, mostre o que você tem de bom. Que mal fizemos a você?
Orgulhosamente amapaense.
Nem vale a pena comentar tal “artigo” devemos continuar a acreditar em nosso povo amapaense de garra e coragem de recomeçar todos os dias, mesmo que “coisas” desse tipo apareçam como pedras no caminho. Ha algo nesse artigo que despertou em cada leitor “procurar saber sobre AMAPA”, na verdade uma estratégia de marketing despertou a busca pelo nome AMAPA, que diga o google!!!rs…Mesmo morando em outro pais procuro fazer minha parte e mostrar que temos muita coisa boa nessa cidade de sonhos que amo e procuro divulgar o maximo, e aqui na França eles começam a conhecer o AMAPA e o OIAPOQUE!!!O “resto” não importa!Para o tal jornalista rs ficam minutos de fama ou dias, meses td depende de vcs caro leitores desse artigo que nem lembro mais o nome do autor ou o titulo!!!Abrçs à tds e saudades Macapa logo voltarei para minha cidade imaginaria!!
“quem nunca viu o amazonas, nunca irá entender a vida de um povo. não contará nossa história por não saber e por não fazer jus…” por isso espero que Rogério Borges procure conhecer nosso povo e estado antes de escrever qualquer coisa sobre ele novamente.
É lamentável que ainda existam no mundo de hoje, onde a informação esta aí para todo mundo ter acesso, pessoas com este “professor”, que eu nem sei sinceramente se uma criatura capaz de gerar um artigo tão absurdo e preconceituoso pode ser assim chamado. Ora, eu não colocaria o meu bem mais precioso (meu filho), sob os cuidados de um desqualificado desses, pois, no meu ponto de vista se trata de um individuo com o intelecto do mesmo tamanho ou menor do que o do meu cachorro. Depois de ler tal barbaridade, pude entender melhor o por que de algumas atrocidades que vemos acontecer por esse nosso imenso Brasil. Pessoas como esta que se apresenta como “professor” são capazes de qualquer coisa, como por exemplo estuprar e matar 6 jovens, ou atear fogo em um indio, ou ainda pichar um mendigo por que este dormia na claçada. Poderia aqui falar um monte de barbaridades que assistimos acontecer no sul e sudeste do Brasil para justificar minha indignação. Porém, o povo de Goiania em especial não pode ser mensurado por um único individuo burro, ignorante e sem o qualquer conhecimento de nosa história.
É evidente que esse sr. senhor Rogério Borges trabalha a ficção totalmente deturpada e tem o único objetivo de criar polêmica.
Primeiramente ele desconhece o conceito de federação, país, povo e nação. Pega pedaços das belezas e da história do Amapá e faz uma abstração que vai desenbocar numa falta de conhecimento quando diz que ” desconhce o Oiapoque”. Ora sr. Borges, como pode falar de algo que você “ouviu falar”. Faz uma confusão no seu artigo e confunde lendas, histórias, estórias, personagens, numa grande salada que ao invês de esclarecer, confunde. No final é traído por suas palavras quando afirma que um time do Amapá(são José) foi goleado por 7 x 0 pelo Goías.
Se o sr. Borges reconhece o São José como um time que jogou em sua cidade, é porque ele é concreto e não está no terreno da abstração.
Sr. Borges, sabia que existe, aqui, o pedaço de floresta amazônica mais preservado do Brasil? Será que o ar que você respira, não é porquê nós preservamos a floresta? Será que na sua residencia o sr. não possui uma móvel trabalhado com a madeira extraída das florestas do Amapá?O sr.conhece nossos mananciais de água doce? Você sabe o que é biodiversidade?
Sr. Borges aqui no Amapá nunca houve matador de crianças/adolescentes, em série, como ocorreu com a morte de 06(seis) crianças adolescente em Luziania(GO). Isso é abstração ou é concreto? Realmente eu acho que a mídia inventou tudo né? Sr. Borges, lembras do CASO CÉSIO-RADIOTIVO 137 em Goiânia? até hoje há uma grande impunidade e muitas pessoas foram e ainda estão contaminadas. Escreva artigo sobre esses temas.
E o que falar daqueles conterrâneos seus(todos goianos e goianas)que escolheram viver e ter suas familias, negócios e profissão aqui? Você acha que eles vivem da abstração/ficção ou da realidade/concretude?
Seu artigo achincalha um povo e uma história e não contribui em nada para o crescimento da democracia e nem para pensarmos um país melhor para os filhos que nascem e moram em Goías e no Amapá. Vivemos numa federação e não se admite em pleno século 21 atitudes pueris e descabidas, pois todos somos construtores de uma história e a ninguém cabe ser a palmatória do mundo.
Juízo sr. Borges. Olhe prá sua própria história e veja se não é hora da correção de rumo e rever padrões, conceitos e atitudes.
A resposta ao Rogério Borges, deveria ser investigativa o contrario do que ele fez.
vamos perguntar a ele:
Em que faculdade se formou? ou a Globo é a unica fonte de conhecimento dele?
Nós, os tucujus, sabemos onde fica o Brasil, os Estados e todas as capitais, nossa fontes de conhecimento são as mais variáveis, desde o que é passado de pais para filho, como respeitar as diferenças, a do mundo internet.
Fico triste em saber que ainda encontramos no Brasil do sec. XXI pessoas alienadas.
Estou prestes a acreditar nesta crônica do tal Rogério Borges, pois somente pessoas que se encontram neste tal Amapá, comentaram a reportagem.
Seria interessante que alguém que comprove efetivamente que se encontra fora do Amapá, fornecesse alguma outra evidência de tal existência.
Irmãos amapaenses, vamos fazer uma doação de um mapa Mundi para Sr. Rogério Borges. Pois, desta forma, ele irá ver que o Amapá está sim no mapa e a Linha do Equador também. Creio eu que o mapa que ele fez uso para tentar localizar o nosso estado deve ser da época do Brasil colônia ou coisa parecida… Aliás, eu gostaria muito que ele me respondesse que se o Amapá é uma abstração como ele acha que as pessoas fazem pra visitar a Fortaleza de São José de Macapá? Ou então o Marco Zero do Equador? Bom… Do jeito que ele tem uma mente fértil, provavelmente, responderá que as pessoas utilizam um transporte parecido com o dos filmes do Harry Polter, tipo: aqueles animais que voam, ou trens mágicos! Bom… Não posso negar que nosso querido Amapá é realmente uma terra mágica, que encanta a todos que a conhecem, mas não chega a tanto assim. Só não convido o Sr. Rogério Borges a conhecer nossa linda terra, pois tenho medo que ele se apaixone por ela e resolva ficar aqui, fato este que acontece com muitos que conhecem o Brasil e visitam o Amapá!
Uma pessoa que se diz jornalista deveria ser mais informado. o Amapá não é uma terra de índios e se fosse, seríamos pessoas com certeza mais inteligentes do que pessoas que dizem saber e na verdade não conhecem.
Será que este indivíduo não assistia as aulas de geografia do Brasil, será que um cristão se é que ele é um cristão que mora aqui do lado não tem capacidade de conhecer o nosso povo.
O nosso estado é muito bonito, por belezas naturais.
Tem o maior rio do mundo passando aqui em frente, cortado pela linha IMAGINÁRIA do equador….
Será que é por isso que ele fala isso?
ISSO É INTRIGA DA OPOSIÇÃO!!!!
Esse tal “jornalista” foi infeliz ao escolher nosso Estado do Amapá para se promover dá pior maneira possível, com apelação, tremenda ignorância, falta de censo de humor, redicularidade, falta de criatividade e muitos outro..
Ele deu sua resposta a essa crônica, mas nada que ele falou foi vai desfazer, aliás ele deu uma resposta em forma de enrolação, nada haver o que ele respondeu. Como brasileiro acredito que ele seja, deveria conhecer seu país e respeita-lo, por mais tenha sido apenas uma crônica, houve falta de respeito ou ele imaginou que aqui só morava índios e que não teriamos acesso á esta crônica dele. Alías a maioria dos Estados brasileiro acham que aqui no Amapá só moram índios, isso mostra a ignorancia de alguns brasileiro. Nós Amapaense mostramos o contrario conhecemos o país todo, qualquer Estado e não temos qualquer preconceito e ignorância!
obrigado!
srº. Rogerio parabéns o sr. consegui o objetivo maior de seu texto, sua auto promoção, pena que de forma tão absurda,usando um estado como o Amapá como sua escada, usando de inverdades para se promover, o estado do Amapa e um dos estados mais preservados do federação, tem uma das 7 maravilhas do brasil eleita em 2008, que é a bela fortaleza de sao josé de macapá situada a margem esquerda do maior rio do mundo o rio AMAZONAS já ouviu falar dele? qualquer aluno de 4º serie do brasil todo sabe disso e o srº NÃO. sabia que o amapá é um grande exportador de minerio de manganês, que nós também exportamos Áçai para o mundo todo, o srº sabia também que temos musicas populares aqui da nossa terra que ja ganharam diversos festivais no Brasil todo. pois é também temos grades poetas, escritores, e jornalistas extremamente competentes, certo que no futebol nao temos tanta tradiçao mais estamos nos modernizando e brevo o futebol amapaense desponta no cenario nacional, nao temos preça pois devagar se vai ao loge. ficamos muito felizes por saber que mesmo sendo uma abstração conseguimos lhe dar 15 minuto de fama. um grande abraço tucuju.
Me considero a “forasteira” mais tucuju que existe! Estou aqui. Amo isso daqui, logo: SOU DAQUI! Adoro nossas músicas, nossa culinária e nossa cultura. Amo de coração o Rio Amazonas e tenho uma paixão avassaladora pelo nosso povo. No meu blog http://www.feiapobreburra.blogspot.com já postei muita coisa sobre o MEU Amapá, inclusive fotos lindíssimas da Cachoeira de Santo Antonio entre outras. Fiz uma postagem: Amo o Amapá: Sou bairrista sim, e daí? Pois é… se esse moço queria chamar a atenção, conseguiu. Acho que agora não vale mais a pena ficar dando moral pra ele, que já deve estar se sentindo o máximo.
Abraços da paranaense mais amapaense do mundo, Lu de Oliveira – Laranjal do Jari
Só sei que independente de qualquer opinião já traduzida pelos leitores, chego a conclusão de que o nosso problema real, sem lenda, nem misticismo é o MEGA ULTRA SUPER Senador SARNEY. Vai continuar sendo este SUPERSTAR, com o apoio da “pseudo” esquerda deste país e claro deste Estado (leia-se PT/PCdoB/PV/PDT/PSDB/PTB).Vai continuar comandando os destinos dos amapaenses através do seu filhote preferido do Amapá da Abstração:LUIS CANTUÄRIA BARRETO, o vulgo “LUCAS BARRETO” que é o único nome que o SARNEY reconhece. Lembram da cara de pau quando disse não conhecer o PUPILO pelo nome de batismo? Só no Amapá que a gente vê tanto descaramento. É até difícil de defender um Estado com tantos desmandos REAIIIIIIISSSSSS!!!!!!
Parabéns Kelly é isso aí mesmo pura ignorância e também concordo com você que aquele “jornalista”, “escritor” sei lá o que ( Rogério Borges), que igual ao Amapá (em sua afirmação) também é desconhecido, porém, já o Amapá está em vantagem, porque aparecemos no mapa (Brasil e Mundial), se é que ele sabe ou ja ouviu falar desse recurso utilizado nas aulas de geografia para o conhecimento das capitais brasileiras. Nos leva a crer, que essa deficiência desse “jornalista” em seus estudos no Ensino Fundamental lhe causou prejuízo em sua profissão, porque é inadimissivel e vergonhoso um “jornalista” declarar em público não sabedor da existência de uma capital brasileira que é o AMAPÁ.
Podemos não ser uma capital com um volume populacional gradioso, mas fazemos sim parte dessa nação chamada Brasil. Sou Macapaense da GEMA, posso viver nesse mundinho o qual ele se referiu, mas uma coisa temos melhor que “Rogério Borges”, CONHECIMENTO, CONSCIÊNCIA, RESPEITO, GENEROSIDADE, VIVÊNCIA e principalmente a certeza que: eu existo o amapá existe e que o povo Amapaense é BRASILEIROS.
O que podemos fazer é só lamentar por existir profissional com uma visão de mundo limitada. Acho interessante a liberdade de expressão, porque dela, ignorantes se apoderam lhe dando o direito descrever relatos ou falar coisas despreziveis e sem fundamento como foi o caso desse “jormalista Rogério Borges”.
Aconselho a esse o “grande jornalista” antes de publicar uma matéria tão imbecíl, se aprofundar melhor, pensar, analisar pra não desrespeitar e entristecer um povo que tem amor a sua terra.
Parabéns a Jornalista Kelly, por ter conseguido ganhar o concurso do blog da Luciana.
Essa matéria serviu para despertar um sentimento que estava adormecido no coração de cada um de nós, o grande amor nutrido por esta terra do nativos daqui
e daqueles que escolheram o Amapá para morar, olha que ainda faltou falar de muita coisa, inclusive eu que pensei em falar das maravilhas que temos em Oiapoque, dos nossos indios, dentre eles os Palikus, tema da tese de mestrado e doutorado da antropologa Artionka Capiberibe, da Colônia Agrícola de Clevendia do Norte que nos anos 20 e 30 serviu de asilo aos presos políticos da guerra separatista, tese de doutorado do historiador Carlo Romani da UNICAMP, do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Parque Nacional do Cabo Orange, reserva indígena demarcada e homologada, maior fronteira com um pais da Europa a França e por ai vai.
Sugiro a Luciana que faça um concurso para que os leitores desse blog possam falar mais de nossa terra, para que todos os amapaenses e outros brasileiros possam conhecer mais a nossa querida terrinha.
Dorismar
A repercusão foi e está sendo grandiosa sobre o artigo do goianiense Rogério Borges, que nos fez e faz refletir mais uma vez sobre os “estereotipos” cunhados pelos sulistas, sudestistas, nordestistas e centro-oestistas: um de “fazendas de burros de Sarney”. É uma pena mas concordo em parte com Rogério Borges. Pois “nós” sempre elegemos Sarney para o esculacho de nosso Estado no resto do país. Eles, o resto do país, não entendem como um político como Sarney ainda consegue uma sobrevida atraves do pequeno estado do Amapá. Isso sempre falo para alunos que vem me perguntar sobre o artigo, esses mesmos alunos na ansia de um resposta desaprovadora se assustam com o meu “concordar em parte”. Na escola onde dou aula todos os professores de lingua portuguesa estão trabalhando o artigo do goianiense. Fato que vem reforçar a grande polêmica lançada por mais um do “resto do país”. E não se assuste: NÃO É SÓ ELE QUE NÃO NOS ENGULE POR CAUSA DO SARNEY, É QUASE QUE O PAÍS INTEIRO.
creio q RB com sua cronica ,conseguiu fazer com q amapaenses acordassem, escrevessem e se manifestassem, coisas q nao ocorrem mais. Nossa educaçao ta um caos, nossa politica, se nao fosse tragica, seria comica, e a saude precaria. A MIDIA comprometida. E, assim a gente cala, se omite e deixa o AMAPA sozinho. Talvez pensemos, isso de fato existe? E, vem ai mais um senador.Assim como o PEDROSA, tambem sinto falta do DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL. AMO MINHA TERRA, NAO ESSA TERRA DECADENTE QUE TORNARAM MEU ESTADO.
Nos temos grandes escandalos de corrupcao tambem.
Às vésperas do natal de 2001, o jornal mineiro Hoje em Dia publicou uma crônica intitulada “Toalha de restaurante alemão”, do colunista Eduardo Almeida Reis (http://migre.me/zPrP), que causou a mesma polêmica do texto “Amapá, uma abstração”, de Rogério Borges, publicado na seção “Crônicas e Outras Histórias”, edição de 07/04/2010, do até então desconhecido jornal O Popular, de Goiânia (www.opopular.com.br/).
Sem entrar na polêmica sobre a forma do texto, se crônica ou não, vejo na abstração do Reis sobre o Amapá o humor nada sutil da Toalha mineira. Nada a ver com as provocações imbecis do Mainard, um fascitóide idiota, e com o ensaio “Abraxas: uma abstração e outros absurdos literários”, de Damnus Vobiscum, cuja relação fica somente no título.
Por isso causou-me estranheza ninguém fazer referência ao texto de 2001, que motivou o Ministério Público amapaense a promover ação contra o jornalista mineiro, em que pedia uma indenização de R$ 50 milhões por danos morais ao povo do Amapá (não sei que bicho deu a ação do MP).
Em seu blog (http://rogeriopborges.blogspot.com), o autointitulado “jornalista por vocação” se defende das acusações que lhe são feitas por amapaenses e se queixa dos ataques pessoais que vêm sofrendo. Tem razão. Muitos comentários postados em blogs que divulgaram seu texto são reveladores de um chauvinismo cego, além de uma uma grosseria típica de ignorantes.
Mas é difícil aceitar seus argumentos literários em defesa de um texto que, mesmo admitindo-se como crônica, expôs a falta de humor e a crítica mordaz presentes, por exemplo, nas crônicas de um Luis Verissimo, quando aborda temas delicados, que envolvem questões étnico-raciais, culturais e costumes sociais e políticos.
Ao longo da história da humahidade, escritores e artistas utilizaram o riso como arma de combate à opressão e injustiças. É a sátira que permite a abordagem de questões que não poderiam ser de outra forma, por se situar no limite entre a tensão política e a banalidade social – duas forças que se contrapõem – fazendo transbordar o riso em diferentes formas.
Para isso, no entanto, é preciso que o escritor/artista conheça profundamente a realidade criticada e tenha domínio da forma do gênero que utiliza, seja uma crõnica, um conto ou a poesia. A de Gregório de Matos, exemplo de sátira barroca, ao apontar erros e defeitos vigentes à época através do humor, manifesta uma profunda relação com a terra em que habita. A sátira de Gregório busca a afirmação de uma brasilidade em oposição a dominação (identidade) portuguesa.
Se eu esculhambasse com o Amapá – do tipo; sabe por que o Amapá não afunda? Não, é porque merda não afunda – outros amapaenses ririam disso. A razão é simples, estamos situados em um mesmo contexto, o outro amapaense entenderia as razões da minha chacota, mesmo pegando pesado. A linguagem de baixo calão e o chiste estão entre as manifestações que surgem através da sátira. Quem viu a comédia de costumes Ver do Ver-O-Peso, do grupo paraense Experiência, sabe do que estou falando.
O nosso Borges não entendeu nada disso. Mexeu com forças que se opõem, para ele desconhecidas. Mesmo dando todos os descontos possíveis à forma e ao conteúdo de seu texto, para os amapaenses não passa de um “estrangeiro” que fala mal da terrinha, sem com ela ter alguma forma de relação que justifique, incluindo o plano emocional, a esculhambação; mexeu com forças telúricas e identidades conflitantes de um povo que se sente historicamente marginalizado e objeto de preconceitos por brasileiros de outros estados. Vistos somente através de fatos negativos.
Tal o Géografo de Itambé do Mato Dentro (pseudônimo utilizado pelo colunista mineiro), Rogério Borges pode botar a culpa por tudo no Sarney e nos surrealistas Marimbondos de Fogo que o elegeram senador pelo Amapá.
Mas não escapará do destino dos aprendizes de feiticeiro: de tornar-se um imortal da Academia dos Contadores de Piada sem Graça.
Por Herbert Marcus, jornalista.
Parabenizo a joranlista Kelly Tork, pela sua crônica. Acredito que como vc mtos amapaenses ficaram indignados, sugiro inclusive, que Rogério Borges compre um livro de história e geografia do Amapá.
Além de jornalista de carreira brilhante, a Kelly é uma gata!
O amapa e a terra do faz de conta, e um mundo encantado, onde vive alice no pais das maravilhas. nos nao somos uma abstração mas se continuar assim administrado por politicos da qualidade do Fofo e Talvez, vamos nos tornar uma abstração ou seja seremos o coco do cavalo do bandido, e para chegar neste nivel esta faltando pouco.
É nesse meio aqui, ainda atentam pra maneira como o rapaz goiano sitou a coisa, do que se tem mérito de fato, o amadorismo e o bairrismo arrebatados pela paixão ainda cegam muitos. Em todo o caso ele conseguiu sem querer fazer amapaenses durmirem mais profundamente, mas eu acredito que o tal BROGES quis o contrário.
será que Rogerio Borges existe?
ou ele também é uma abstração…
se o Amapá não existe eu também não existo;é CLARO..
podemos observar q este jornalista q fez esta infeliz cronica sobre o amapa esta muito longe de ser um profissional bem informado e capacitado. ele fez esta cronica com entenção de crescer a sua fama na midia é da quele q quer vencer sem se esforço. ele ten mais é que levar um grande processo mesmo, tenho certesa q ajustiça de macapa responderá com amedida q ele meresse.