Certa noite, fuçando os blogs da vida, me deparei com um texto que achei interessante, interessante por ver o quão ignorante são algumas pessoas que cumprem um papel importante na informação e na formação da massa crítica social.
Um certo jornalista chamado Rogério Borges que escreve em um jornal situado na linda cidade de Goiás, (berço da música sertaneja dos filhos de Francisco lembram? Tudo bem, é o sótão de Brasília, mas é uma cidade acolhedora e agradável), escreveu um texto duvidando da existência da minha terra, o Amapá, que como diria o poeta Zé Miguel (aquele mesmo que o DERICO se encantou), situado no rio Amazônas esquina com a Linha do Equador.
Bem, esse “Jornalista” dotado de sua imensa ignorância, esnoba os amapaenses, nos chamou de um estado de fantasia, segundo ele estamos na ilha de Lost. Se formos levar pelo lado das belezas naturais, e de como é linda a nossa fauna e flora, concordo com ele, somos a ilha de lost, porém estamos equacionados perfeitamente com o tempo real, e existimos de fato. Temos uma culinária de tirar o fôlego, uma cultura oriunda do sangue negro e uma musicalidade fora de série, concordo com ele também quando diz que somos um estado de fantasia, realmente!, nossos encantos do jeito de ser do povo daqui, quem não se encantaria em ver um pôr do sol marejado por um imenso rio amazonas gigante e imponente beijando como por um milagre de Deus o Sol escaldante em contraste com nossas águas frias? O Amapá encanta as pessoas que o conhece e que se deram a oportunidade de vim aqui e conhecer pessoas e histórias, não no empirismo como o pseudo jornalista Rogério, mas sim na experiência vivida, sentida, tornando palpável a sensação de sentir a linha do Equador cortando seu coração ou entrando na Fortaleza de SÃO JOSÉ (está entre as sete maravilhas do Brasil) sentindo seu corpo impregnado pela vibração negra de nossos ancestrais tornando palpável a presença daqueles que fizeram a historia do Brasil.
O Amapá do CUNANI E MARACÁ, o Amapá do Marabaixo, o Amapá da Musica popular, adquirimos características únicas, o Amapá da preservação do meio ambiente, dos índios, dos brancos, negros e mulatos, desfilando a miscigenação que transcende o tempo em suas ruas, o Amapá dos Amapaenses de alma brasileira, que lutam bravamente contra o preconceito e a xenofobia distribuída gratuitamente por outros rogérios da vida, mas que segue de cabeça erguida abençoado por São José inerte e fortemente equilibrado sobre o rio amazonas aos seus pés.
Fico me perguntando, o Amapá é inexistente, mas e Goiás? O que contribuiu para o crescimento do Brasil? Se sujeita a ser um quintal de Brasília, onde sua única expressão cultural é o sertanejo, e que vive de citações em algumas musicas da Legião Urbana. Prefiro acreditar que Goiás é uma terra de pessoas honradas, e que o texto deste pseudo jornalista é fruto de uma mente isolada, resultado de uma pessoa frustrada e mal amada, que em vez de cumprir com o seu papel de jornalista, desvirtua um estado e as pessoas que nele residem, duvidando que aqui é um lugar concreto, construído por pessoas que cultivam sonhos e que constroem suas histórias com todo amor que há dentro de seus corações.
Segundo meus pensamentos, esse repórter, isso é, se ele for realmente um repórter, no mínimo ele é bem desinformado.
Há de tudo na internet, tudo se pode encontrar no google pra quem quer informaçao independente do tipo da informação, inclusive do AMAPÁ Senhor Rogério Borges.
Sei lá a reputaçao do senhor Rogério, se ele de fato “existir”, assim como para o Amapá nao existe para o senhor rogério, o senhor rogério nao existe para o Brasil, a falta de respeito e competência é tão grande que o senhor rogério precisou falar mal de um estado que ela nunca pora os pés.
Quando eu falo de algo, seja o que for, eu falo conhecendo e não desconhecendo.
Venha conhecer o Amapá senhor Rogério.
Ele de fato existe, eu infatiso, ele realmente existe assim como a sua total falta de respeito não só com um pedaço do Brasil, mas também com um povo que tem histórias para contar.
o amapa e o estado mais preservado dao brasil e do mundo e por isso voce tem que respeitar , possue grande pontos turisticos e vc não tem condiçoes de fazer uma visita se viesse não sairia nais daqui
É por pessoas como esta que o país se torna um grande celeiro do desequilíbrio social. A ignorância ao conhecimento e especificamente à busca por ela, é que nos leva à “jornalistas” incapazes de entender que essa indiferença entre as regiões, ou até mesmo culturas, seja a grande causadora do comportamento individualista e coorporativista, gerador da corrupção já adjetivada nos políticos brasileiros na qual o mesmo cita.
“Adoraria poder te conhecer um dia, Rogério” Por: Google.
A ignorancia é tanta,de um ser como este, que nao se pode falar muita coisa,alguem desprovido de qualquer conhecimento,enfelizmente deve ter algum tipo de desequilibrio, é lamentavel que com tanta coisa acontecendo em nosso pais, um insiguinificante possa vir tecer comentarios nessa podendo falar da injustiça social que corrompe nosso pais ao qual este faz parte, enfelizmente so posso ter pena de alguem que se relate dessa forma de qualquer lugar.
Amapá, estado brasileiro, fica a nordeste da região Norte do país.
RIOS PRINCIPAIS: Amazonas, Jarí, Oiapoque, Araguari, Maracá.
POPULAÇÃO: 477.032 (2000).
CAPITAL: Macapá fundada em: 4/2/1758.
Manganês – Principal riqueza do estado do Amapá, o manganês teve sua exploração iniciada em 1957. Ali se encontram as maiores reservas do país. Outras riquezas minerais – Além do manganês, o Amapá tem também grande reserva de recursos naturais que inclui minerais como o ouro. Diamantes são também muito encontrados na região de Santa Maria.
A região onde hoje se encontra o estado do Amapá foi doada ao português Bento Manuel Parente, em 1637. No final do mesmo século, a região sofreu incursões de ingleses e holandeses, que foram expulsos pelos portugueses. No século XVIII, os franceses também reivindicaram a posse da área e em 1713, o Tratado de Utrecht estabeleceu os limites entre o Brasil e a Guiana Francesa, os quais não foram respeitados pelos franceses. Os portugueses construíram então a fortaleza de São José do Macapá(a qual hoje é um dos pontos turísticos do estado ), para proteger seus limites das incursões dos franceses.
E a Famosa Pororoca? Onde você só pode ter a oportunidade de ver no ESTADO DO AMAPÁ= A palavra é de origem indígena e expressa o barulho produzido pelo fenômeno do encontro das águas do rio Amazonas, com um volume de 100 mil m3 por segundo, com o oceano Atlântico. As ondas crescem a uma altura de 4 metros, com ruídos que podem ser ouvidos a vários quilômetros de distância. Esse espetáculo natural pode ser observado em vários pontos do estuário do Amazonas, mas sua performance mais impressionante ocorre no maior braço do rio, situado no litoral do Amapá. Existem barcos que levam os turistas ao delta do rio Araguari, que também fica alagado, em viagem que dura 15 horas a partir de Macapá.
Nasci e fui criada em Macapá(capital do Amapá) assim como milhares de pessoas que aqui habitam!! E fiquei indignada com o que vi!!Então meu querido Rogério, o moço que diz ser Jornalista rsrsrs..Gostou da aula?? Me desculpa mais podemos dizer que você é no mínimo IGNORANTE,Isso é pra da próxima vez você procurar se informar melhor sobre as coisas!Antes de tirar qualquer conclusão ERRADA!!Porque tenho certeza que para a maioria das pessoas que viram a PALHAÇADA que você escreveu sobre o estado do Amapá, você não passou de um jornalistazinho de quinta!!Que deve ta com vergonha de sí mesmo agora!!Pela sua falta de conhecimento, cultura e vergonha na cara!!
É evidente que esse sr. senhor Rogério Borges trabalha a ficção totalmente deturpada e tem o único objetivo de criar polêmica.
Primeiramente ele desconhece o conceito de federação, país, povo e nação. Pega pedaços das belezas e da história do Amapá e faz uma abstração que vai desenbocar numa falta de conhecimento quando diz que ” desconhce o Oiapoque”. Ora sr. Borges, como pode falar de algo que você “ouviu falar”. Faz uma confusão no seu artigo e confunde lendas, histórias, estórias, personagens, numa grande salada que ao invês de esclarecer, confunde. No final é traído por suas palavras quando afirma que um time do Amapá(são José) foi goleado por 7 x 0 pelo Goías.
Se o sr. Borges reconhece o São José como um time que jogou em sua cidade, é porque ele é concreto e não está no terreno da abstração.
Sr. Borges, sabia que existe, aqui, o pedaço de floresta amazônica mais preservado do Brasil? Será que o ar que você respira, não é porquê nós preservamos a floresta? Será que na sua residencia o sr. não possui uma móvel trabalhado com a madeira extraída das florestas do Amapá?O sr.conhece nossos mananciais de água doce? Você sabe o que é biodiversidade?
Sr. Borges aqui no Amapá nunca houve matador de crianças/adolescentes, em série, como ocorreu com a morte de 06(seis) crianças adolescente em Luziania(GO). Isso é abstração ou é concreto? Realmente eu acho que a mídia inventou tudo né? Sr. Borges, lembras do CASO CÉSIO-RADIOTIVO 137 em Goiânia? até hoje há uma grande impunidade e muitas pessoas foram e ainda estão contaminadas. Escreva artigo sobre esses temas.
E o que falar daqueles conterrâneos seus(todos goianos e goianas)que escolheram viver e ter suas familias, negócios e profissão aqui? Você acha que eles vivem da abstração/ficção ou da realidade/concretude?
Seu artigo achincalha um povo e uma história e não contribui em nada para o crescimento da democracia e nem para pensarmos um país melhor para os filhos que nascem e moram em Goías e no Amapá. Vivemos numa federação e não se admite em pleno século 21 atitudes pueris e descabidas, pois todos somos construtores de uma história e a ninguém cabe ser a palmatória do mundo.
Juízo sr. Borges. Olhe prá sua própria história e veja se não é hora da correção de rumo e rever padrões, conceitos e atitudes.
luuuuu… quando clico no texto.. ele aremete pra esse outro que vc escreveu.. tem que colocar o texto que eu escrevi, acho que foi algum erro ai na hora de adicionar. Bjo!
“(…) Como não se crê é mesmo incrível!
De alegria e dor, se faz história
No indizível campo do momento (…)”
Djalma Silveira com seu poema “O manto Invisível”
Acredito que você e sua pouca leitura nunca se depararam com tal poema. Poema que me lembra outro manto invisível, agora de minha infância, porém, na infância que temos aqui no Amapá não ficamos apenas vendo mini-mini-mini-bem mini mesmo-séries de TV, como a que se refere em sua GRANDIOSA crônica. Passamos também a nossa vista pelo mapa brasileiro e sua colcha de retalhos cultural, mas como falas de ficção, e disso sei falar, pois sou jornalista, coisa que você só se diz agora que o diploma não é exigido, e formado em cinema no Rio de Janeiro, o Rio você conhece! Claro! tem o Maracanã lá, não é? Agora falo de uma ficção que deve ter formado parte de sua massa cinzenta, o famoso Chapolim Colorado. Em um dos episódios o Chapolim é questionado sobre a beleza do manto da rainha, porém, ele não o enxerga e o alfaiate afirma que o Manto da Rainha só pode ser visto pelos inteligentes.
É assim que sinto que é o Amapá, é o manto da rainha, somente visto pelos inteligentes e letrados e leitores e desbravadores e políticos que são “inteligentes” e ”ganham” dinheiro aqui no Amapá e alguns bilionários também. Como não te encaixas em nenhum desses adjetivos ficaria difícil mesmo conhecer terras longínquas e ainda “puras”, pois é frívola para certos tipos de “intelecto”, “caráter” e “personalidade”.
Quanto ao Sarney te questiono. Se o Brasil o fez presidente, por que não fazê-lo Senador?
No mais, parabéns! Agora sabes que o Amapá existe, sabe que aqui tem gente, que essa gente tem brio também, que tem cultura e que também tem internet. Então tome cuidado “jornalista” com o que andas falando por ai!
Regi Cavaleiro
É meu caro amigo Rafael, vejo que ainda existe pessoas que usam o poder da informação para prejudicar e denegrir pessoas, comunidades, estados e porque não falar nação, pois o Amapá é Brasil e como já foi citado em diversas ocasiões e fatos, somos reconhecidos não só nacionalmente mais internacionalmente. Antes de escrever esse tipo de besteira o Sr. Rogerio Borges, bem que poderia começar a escrever sobre as coisas ridivulas e horriveis que ocorrem em seu proprio estado.
viva a biodiversidade…
viva ao marabaixo…
viva ao rio amazonas…
VIVA AO AMAPÁ!!!
yo puedo no esta en mi ciudad pero amo de masiado… yo soy del estado mas presevado del brail…….
YO VINE DE ALLA , YO VINI DE ALLA MI BIEMMM…
YO SOY DEL AMAPÁ AMEMMMMMMMMM…
ROGÉRIO: UMA NEGAÇÃO DE CRONISTA
José Machado
Não me atrevo a dizer que sei escrever, que sou cronista, nem jornalista e nem ninguém do mundo das letras, logo, não serei eu a pessoa mais indicada a responder à altura, considerando a grande revolta que você causou no povo deste Estado.
Considero-me amapaense, pois aqui resido há mais de 17 anos, e foi aqui nesta terra “abstrata” como você se refere, que eu “realizei” todos os meus objetivos.
Meu querido, somos um povo realmente pacato, talvez esquecido sim pelo resto dessa imensa pátria mãe querida, porém, ao contrário do que você pensa, existimos. Eu sei que no impulso de se auto-promover, você pode ter esquecido de dar uma olhadinha no Google- não, no google não, quanto a isso você já se manifestou… digo, olhar um mapa mesmo, bem ao norte. Mas entendo… isso são coisas normais de pessoas de pouca idade, imaturos, ansiosos por agradar o chefe com uma imitação de crônica da qual sabe, receberá muitas críticas, comentários, com o único fim de sentir exaltado. Pois saiba, você conseguiu o “ibope” que pretendia.
Neste momento não sinto pena nem de sua alma, pois não vale a pena. Sinto pena do seu empregador que acreditou em uma pessoa tão desqualificada para a função. Desculpe, não resisti…
Mas voltemos ao cerne da questão levantada por você. Eu não pretendo sanar a grande lacuna que você elogiosamente mostrou ter em seus conhecimentos, quando penosamente se diz um desconhecedor de nosso Estado. Primeiro porque estaria entrando no seu joguinho de preguiçoso, e segundo porque você mais que qualquer pessoa deve ter meios suficientes para ficar a par de nossa existência.
Mas uma coisa é certa: é entristecedor ver uma pessoa que se diz jornalista/cronista, seja lá o que for, afirmar e reafirmar tanta ignorância. Por mais que sejam apenas ” abstrações”…
Mas esse já é um fenômeno até considerado normal por nós daqui. Quando estamos em alguma outra cidade do centro oeste pra lá, e alguém ainda pergunta se aqui os índios andam na rua, veja que ironia: eu mesmo já respondi que sim, assim como em muitas outras grandes cidades, nas quais há tantos índios que até ateiam fogo neles. A diferença é que aqui, eles são pessoas como qualquer outra. Aqui não ateamos fogo nos índios.
Você sabe o que é peixe, meu querido? É pouco provável que sim. Afinal, em um poço de ignorância como você demonstrou ser, aí, você só deve ter conhecimento dos quadrúpedes ruminantes com dois chifres na cabeça, certo?
Você sabe o que é camarão no bafo com uma cervejinha gelada, meu caro? Com certeza não. É muito provável que aí pras suas bandas, você coma queijo fedorento com pinga, e acha que isso é um manjar dos deuses. Ah esqueci, você não tem idade pra beber, certo? Seus pais ainda não deixam você sair sozinho, com medo de que você não volte pra casa, correto?
Meu estimado, você sabe o que é um rio? É certo que não. Estás acostumado a ver córregos, e isso passando por sobre eles, no carrão importado da família, né?
Ufanismo à parte, tenho que lhe dizer que essas coisas, sim, você pode dizer que pra você são apenas abstrações, e se forem! pois você jamais conhecerá, nem sequer poderá imaginar o que são. Então esqueça. Não será possível a você abstrair tanta realidade…
De fato me convenço de que você desconhece tanta coisa que nem vale a pena perder meu tempo citando-as a você.
Mas há que se reconhecer a sua grande capacidade de instigação. Por isso, não há palavras, linhas, páginas ou cadernos que sejam suficientes para lhe responder a tanta provocação.
Outra coisa é certa, se você acha que esconder dinheiro nas meias, ter um governador preso, cassado, enquanto o outro que assumiu não pôde ficar no poder, ser um grande plantador de tomates (desculpe se estou fazendo referências à Brasília, mas já que faz parte do território de seu estado não abstrato…), ter duplas caipiras com essas músicas de dor de cotovelo, quê mais… ah, ser o paraíso de grandes oligarquias agrárias, criar gado, fazer queijo, essas coisas de jeca, se você vê isso como virtudes dessas suas bandas aí, então você só pode ser de outro planeta, ou da roça mesmo, um verdadeiro jeca tatu. Mas isso você também não deve saber o que é, pois nunca teve a oportunidade de ler uma obra do Monteiro Lobato. Afinal, essa onda de dizer que não sabe de nada, que não conhece nada, é típica das pessoas dessa região aí.
Um último conselho, deixe a preguiça de lado, pegue um mapa do Brasil, olhe lá no extremo norte, um traçado que lembra o formato de uma estrela de quatro pontas, mas antes diga que você sabe o que é um mapa, ok?, sabe o que é estrela? Não vá olhar para o sul, aliás, você sabe o que é norte, sul? Se você conseguir encontrar o norte, esse é o Amapá.
E a forma desse seu estado aí, qual é? Não tem, né? Ou tem? Bom, olhando daqui, parece um monte de excremento, e não é abstrato, nem de boi…
Cara, não acredito que vocÊs nunca viram um programa de humor. Não acredito que vocÊs NÃO ENTENDAM o que é uma brincadeira, uma ironia. Vocês levam a ferro e fogo tudo o que vêem nos programas humorísticos? Então são inimigos de muita gente! Pelo amor de Deus! Li o texto mencionado. O rapaz não falou nada demais, apenas zoou com Macapá. Isso se faz o tempo todo com gaúchos, cariocas, candangos, nordestinos… E ninguém tem ataque histérico. “Macapá não existe” é um texto bem escrito, bem humorado e leve, algo que NÃO PODE SER LEVADO A SÉRIO por pessoas inteligentes que tenham senso de humor.
Que azedume!
Ignorantes são vocês que não viram a irônia no texto do Borges! ¬¬
Se vocês não possuem inteligencia suficiente para compreender que o texto de Rogério Borges é uma crônica, não realista, exagerada e sarcástica, com certeza vocês acreditam que em Minas quando um queijo sai rolando por uma ladeira, sai um monte de “mineirim” correndo atrás, que quando um homem é traido pela mulher em Goiás, ele se junta com outro corno e forma uma dupla sertaneja, provavelmente tem certeza que todo baiano é preguiçoso, etc…
Eu não vejo como gente como vc vem me dizer uma coisa dessas… Oq o jornalista Rogério Borjes fez foi uma coluna de HUMOR! O Hugo Cardoso ai em cima citou ótimos exemplos, o humor utilizado por Borjes usa da ironia, satirização e generalização… Chega ao ponto de ser cruel não entenderem o sentido do artigo dele.