Por volta das 23h de sábado, 10, uma jornalista foi levar a irmã, que havia sido violentamente agredida pelo marido, para prestar queixa na Delegacia das Mulheres, no bairro do Santa Inês. Ao iniciar o processo de registro do crime, a funcionária que as atendeu informou que registraria a queixa, mas nada seria feito porque a viatura da delegacia não tinha combustível para sair de onde estava. Desanimadas, as irmãs levaram até o fim o procedimento e registraram o Boletim de Ocorrência, quando terminaram de prestar informações, pediram uma cópia do BO, a funcionária informou que não poderia lhes fornecer um documento impresso pois a delegacia não tinha papel para fazer a impressão. Precisa dizer mais alguma coisa?
Harmonia?
Nunca vi coisas iguais a estas que estão acontecendo no Amapá.Um Estado falido,sem projetos,sem obras,só muita corrupção.