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Curtinhas

Marília, o Tribunal de Contas e o fim do poder

Waldez Góes(PDT) deixou o governo há menos de uma semana e já está sentindo a diferença. Depois de passar 7 anos e 3 meses emplacando tudo que queria goela abaixo da Assembléia Legislativa, liderando a famosa “harmonia”, ele está engolindo o pão que o diabo amassou para tentar emplacar a ex-primeira dama Marília Góes para ocupar uma cadeira no tribunal de contas do Estado. O governador Pedro Paulo(PP) logo ao assumir ofereceu o nome de Marília através de documento protocolado naquela Casa de Leis, como resposta recebeu a notícia de que 23 deputados já haviam assinado um documento de apoio ao nome do deputado Ricardo Soares para ocupar a vaga deixada pela aposentadoria da ex-conselheira e ex-deputada federal Raquel Capiberibe.  O detalhe é que quem assina um documento de indicação, não pode assinar ao mesmo tempo um outro documento no mesmo sentido, assim, para assinar favorável ao nome de Marília é necessário retirar o nome do documento indicando o nome de Ricardo Soares: não parece algo muito viável de se fazer neste momento na Assembléia Legislativa.

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Comentários

Um comentário para “Marília, o Tribunal de Contas e o fim do poder”

  1. Essa vaga do TCE é de indicação do Governador. assim, tendo ele indicado a dona Marília, deve a assembléia, primeiramente, rejeitar o nome dela e informar ao Pedro Paulo que indique outro nome (continua sendo dele a indicação). Por trás dos panos deve ser dito ao governador que não adianta mandar outro nome que não cola. para acabar com o manda e rejeita ele indica o Ricardo soares e pronto. O que não pode é a Assembléia querer indicar o Ricardo. Isso tem que partir do Pedro Paulo. A Assembléia só índicará conselheiro a partir da quarta vaga aberta.

    Escrito por Arnaldo Silva | 10/04/2010, 9:10

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