Vai a julgamento hoje,8, pelo pleno do TRE o recurso eleitoral n. 583/2010 que equivale ao processo 5991/2008, conhecido como caso Albertina. O autor da ação é a Coligação Frente pela Mudança contra o prefeito Roberto Góes(PDT), a vice-prefeita Helena Guerra(DEM) e Albertina Guedes(Secretária Estadual de Educação), a acusação é de que Albertina Guedes, na qualidade de Secretária de Estado, usou a máquina administativa no período eleitoral de 2008, para contratar professores temporários no período em que tais contratações são vedadas por lei. Esses professores, além de contratados em momento proibido, eram coagidos a participar de reuniões políticas na AVRA(Associação dos Vigienses Radicados no Amapá), onde eram proferidos discursos para que votassem em Roberto Góes, candidato do governador. Segundo informações que um passarinho trouxe até mim, embora o juízes admitam a existência de crime, eles vão alegar que os votos conquistados na marra não mudaram o resultado do pleito, vale lembra que a diferença entre o primeiro colocado Roberto Góes e o segundo colocado, Camilo Capiberibe foi de pouco mais de 1%. O julgamento deveria ter acontecido no dia 25 de março mas foi adiado porque o juiz relator, Marco Miranda, alegou que não teve tempo de estudar o processo.
Espero um julgamento técnico-jurídico, restrito às fartas provas constantes do processo, não é necessário “inventar a roda”. É vital para a democracia a sociedade acreditar na Justiça, senão….
Espero que pelo menos uma vez seja feita jusiça e que o tre veja o que todo mundo viu que foi compra de votos e uso da magna publica nas eleiçoes.
antonio Luiz
Gostaria de saber o que leva um magistrado concursado e vitálicio ter o rabo preso à políticos corruptos.
CNJ neles!!!!
Espero um julgamento técnico-jurídico, restrito às fartas provas constantes do processo, não é necessário “inventar a roda”. É vital para a democracia a sociedade acreditar na Justiça, senão….
Espero que pelo menos uma vez seja feita jusiça e que o tre veja o que todo mundo viu que foi compra de votos e uso da magna publica nas eleiçoes.
antonio Luiz