A juíza Sueli Pini respondeu à acusação de suspeição levantada por Roberto Góes(PDT) e Helena Guerra(DEM) com base na filiação do filho de Pini ao PSB- partido de Camilo Capiberibe(PSB), candidato adversário de Roberto Góes nas últimas eleições à prefeitura. “Por oportuno, afirmo que Fernando(o filho) é maior de idade e possui o direito de exercer sua cidadania como bem entender”, disse a juíza da 10a Zona eleitoral, que considerou a demanda de Roberto Góes contra ela intempestiva( feita fora do prazo legal) considerou também como “litigância de má-fe”(feita apenas para postergar decisões desfavoráveis) e por último estabeleceu uma multa de R$ 25 mil para Roberto Góes e sua vice. Pini também acusou o Jornal do Dia e A Gazeta e programas matutinos de rádio de tentar desmoralizá-la e desmoralizar a própria justiça ao noticiar a queixa de Roberto contra ela sem lhe dar chance de defesa, ou seja sem procurá-la para saber sua versão.
3 comentários para “A resposta de Sueli Pini a Roberto Góes”
Só na cabeça desses políticos mediocres que tem no Amapá achar que uma pessoa passa no mínimo 6 anos estudando para ser juíza e quando chega a ser vai ser envolver nessa política suja de noosso estado.
Pode a ter ser que exista alguns mas não todos.
Sueli Pini é a cara da descência que ecoa forte em nome da moralização da justiça do Amapá. Em tempos de corrupção e má fé de quem insiste em roubar dinheiro público, não poderia ser diferente a jogatina desses patifes sem escrúpulos. Eles estão todos os dias nas mídias pregando a mentira, mas basta uma atitude de justiça e moralização de alguém descente para que a população entenda onde está a verdade. Moral da história: os cães ladram, enquanto a caravana passa.
Roberto Góes cometeu uma série de ilícitos eleitorais na campanha de 2008 para Prefeito de Macapá. Sua eleição ocorreu com grave ameaça e intimidação às autoridades que conduziram o certame.A compra de voto foi uma constante do começo ao fim do pleito. Todas as provas carreadas nos 6 processos de sua cassação estão estribadas de provas irrefutáveis. Como não conseguem vencer nos recursos, tentam desqualificar na questão particular/pessoal, tentanto fazer campanha orquestrada na mídia para mudar o juízo das sentenças. Roberto tá sendo julgado pela quebra da normalidade das eleições de 2008, que possuem regras bem definidas. Marconi Pimenta, Sueli Pini, Paulo Madeira, Valcir Marvulle, etc., fazem o que devem fazer todo juiz(a) conscio de sua responsabilidade e senso de respeito às leis eleitorais do país. Não se pode ganhar uma eleição pisando nas regras eleitorais e ameaçando juízes, promotores e órgaõs que conduzem o certame eleitoral. As cassações são justas, legítimas e necessárias, e o peso da Lei tem de ser equânimes para todos.
Quero, inclusive, contribuir com a justiça eleitoral do Amapá para que analise a possibilidade de intervenção da força federal no Amapá para salvaguardar a autonomia da eleição e o voto democrático do votante deste ano. Qual o motivo? é uma eleição geral para cargos que vão de deputado estadual a Presidente da República e todos sabem como foi difícil a condução do pleito de 2008. Órgãos de segurança que deveriam zelar pelo pleito(como Polícia Militar e Polícia Civil, etc), estavam fazendo campanha aberta para uma candidatura. Delegados de polícia, oficias da PM, praças, etc, numa grande orgia eleitoral para eleger o protegido do Governador. PASMEM!! UMA VERGONHA!! Medidas têm de ser tomadas para evitar tal desvio de finalidade das instituições que compõem a seguranças pública/defesa social.
Só na cabeça desses políticos mediocres que tem no Amapá achar que uma pessoa passa no mínimo 6 anos estudando para ser juíza e quando chega a ser vai ser envolver nessa política suja de noosso estado.
Pode a ter ser que exista alguns mas não todos.
Sueli Pini é a cara da descência que ecoa forte em nome da moralização da justiça do Amapá. Em tempos de corrupção e má fé de quem insiste em roubar dinheiro público, não poderia ser diferente a jogatina desses patifes sem escrúpulos. Eles estão todos os dias nas mídias pregando a mentira, mas basta uma atitude de justiça e moralização de alguém descente para que a população entenda onde está a verdade. Moral da história: os cães ladram, enquanto a caravana passa.
Roberto Góes cometeu uma série de ilícitos eleitorais na campanha de 2008 para Prefeito de Macapá. Sua eleição ocorreu com grave ameaça e intimidação às autoridades que conduziram o certame.A compra de voto foi uma constante do começo ao fim do pleito. Todas as provas carreadas nos 6 processos de sua cassação estão estribadas de provas irrefutáveis. Como não conseguem vencer nos recursos, tentam desqualificar na questão particular/pessoal, tentanto fazer campanha orquestrada na mídia para mudar o juízo das sentenças. Roberto tá sendo julgado pela quebra da normalidade das eleições de 2008, que possuem regras bem definidas. Marconi Pimenta, Sueli Pini, Paulo Madeira, Valcir Marvulle, etc., fazem o que devem fazer todo juiz(a) conscio de sua responsabilidade e senso de respeito às leis eleitorais do país. Não se pode ganhar uma eleição pisando nas regras eleitorais e ameaçando juízes, promotores e órgaõs que conduzem o certame eleitoral. As cassações são justas, legítimas e necessárias, e o peso da Lei tem de ser equânimes para todos.
Quero, inclusive, contribuir com a justiça eleitoral do Amapá para que analise a possibilidade de intervenção da força federal no Amapá para salvaguardar a autonomia da eleição e o voto democrático do votante deste ano. Qual o motivo? é uma eleição geral para cargos que vão de deputado estadual a Presidente da República e todos sabem como foi difícil a condução do pleito de 2008. Órgãos de segurança que deveriam zelar pelo pleito(como Polícia Militar e Polícia Civil, etc), estavam fazendo campanha aberta para uma candidatura. Delegados de polícia, oficias da PM, praças, etc, numa grande orgia eleitoral para eleger o protegido do Governador. PASMEM!! UMA VERGONHA!! Medidas têm de ser tomadas para evitar tal desvio de finalidade das instituições que compõem a seguranças pública/defesa social.