Por Eduardo Neves
A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Macapá (PRODEMAC), abriu investigação para apurar a qualidade da água que é fornecida pela Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa). O procedimento do Ministério Público Estadual (MPE) foi motivado depois de pedido do deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP).
No requerimento do deputado socialista, endereçado ao procurador geral de justiça do Estado do Amapá, Iaci Pelaes, pede que órgão fiscalizador, faça através da Prodemac, investigação minuciosa sobre o tratamento da água que é ofertada pela Caesa, à população do Estado.
O deputado Camilo, ficou preocupado ao ouvir da população durante audiência pública realizada em agosto de 2009, na Assembleia Legislativa do Amapá, que discutiu a falta de água no Estado, os inúmeros depoimentos de moradores do município de Macapá que denunciaram que crianças estavam contraindo diarréia, entre outras infecções, após ingerirem a água que é fornecida pela Caesa.
“Vamos pedir ao Ministério Público, que intervenha nessa situação. Não podemos aceitar que pessoas continuem sofrendo, por estarem ingerindo água possivelmente contaminada”, ressaltou Camilo, durante a audiência pública.
Além, da possível contaminação e a falta de água levantada pelos moradores, a situação administrativa da Companhia foi levantada na sessão pública. “Em agosto, representantes da Caixa Econômica Federal, nos informaram que de R$100 milhões do PAC, apenas 1,66% tinham sido gastos pela Caesa, para melhorar o abastecimento de água no Estado. Isso mostra um descaso”, enfatiza Camilo, ao receber o documento do promotor de justiça, Alcino Oliveira de Moraes, onde informa abertura da investigação do caso.
Jornalista Luciana Capiberibe: Não agrida o português! A conjugação do verbo “haver” está incorreta. Só se escreve com “h” quando o mesmo indica tempo, o que não é o caso na manchete sobre a reportagem acima.