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AMAPÁ JOVEM: cabidão para pressão eleitoral – por Heverson Castro

Hoje recebi uma denúncia de que o programa AMAPÁ JOVEM, que é gerenciado pela Secretaria Extraordinária de Juventude do Governo Waldez, está sendo utilizado com instrumento político de cabide emprego e objeto de pressão eleitoral.

Segundo uma fonte de dentro do governo, todos os jovens que trabalham como monitores, oficineiros e bolsistas estão sendo obrigados à declarar apoio e pedir voto para Marlon de Oliveira, pró-reitor da UEAP e pré-candidato à deputado estadual. Marlon é irmão do Secretário Estadual de Juventude, Marcos Jhonny.

Segundo a denúncia, os responsáveis pelo AMAPÁ JOVEM utilizam uma entidade de fachada para captar recursos do governo do estado e implementar projetos. A entidade conhecida como AJA (Associação dos Jovens da Amazônia), estaria por trás do esquema montado para captar votos antes e durante a campanha eleitoral.

Marlon Oliveira, é candidato à deputado estadual pelo PDT, mas também é o presidente da Comissão de Compras da entidade, que está recebendo uma fortuna dos cofres públicos. O objetivo da entidade seria o de monitorar o andamento do AMAPÁ JOVEM.

Mês passado, alguns jovens que trabalhavam no programa foram dispensado por conta de não terem apoiado o candidato de Marlon e Marcos Jhonny ao Conselho Tutelar de Santana. De acordo com alguns oficineiros e bolsistas que não estão mais no programa a ordem era de apoiar o candidato conhecido como Batata. O problema é que alguns não apoiaram e foram cortados do programa do governo Waldez.

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