No xadrex da política amapaense dois fatos recentes se interligam e colocam água no chope da “harmonia”(como é conhecido o agrupamento político em torno do governador Waldez Góes, devido ao fato de que a maior parte da imprensa silencia sobre todo e qualquer assuntoque exponha corrupção ou falta de atuação governamental). O primeiro deles foi a exoneração do bancário de carreira, José Roberto Galvão, da CAESA. O governador mandou exonerar o indicado do senador Gilvam Borges(PMDB) sem aviso prévio. Instinto de sobrevivência, já que Waldez Góes é pré-candidato ao senado nas eleições de 2010 e terá que disputar uma vaga com Gilvam. Coinscidência, ou não, logo após a demissão de José Roberto, o sistema Beija-flor de Comunicação, pertencente a família de Borges, e base de sua atuação política, começou a demitir da TV Tucuju cinegrafistas, colaboradores e apresentadores. Esse rompimento é sem dúvida um balde de água no chope da “harmonia” e suas consequências podem até ser positivas para o povo do Amapá. Ainda não há uma reação clara de Gilvam Borges, que costuma virar a artilharia de seus meios de comunicação contra seus adversários políticos, mas há uma tendência de que microfones e câmeras do conglomerado de meios de comunicação subservientes a Gilvam, venham se transformar em espaço para críticas francas e abertas ao governo, coisa a que a gestão de Waldez não está nem um pouco acostumada.
Ah quer dizer que o “CAPÃO” como gosta de dizer o Carlos Pororoca,não vai ter nessas eleições.Tudo um dia acaba, a harmonia vai acabar da pior maneira possível.
Ah quer dizer que o “CAPÃO” como gosta de dizer o Carlos Pororoca,não vai ter nessas eleições.Tudo um dia acaba, a harmonia vai acabar da pior maneira possível.
Digo CHAPÂO.