Com muita surpresa o mundo viu o Prêmio Nobel da Paz do ano de 2009, ser dado a uma pessoa que tem o poder de ditar se o mundo com seus bilhões de pessoas, devem continuar existindo, ou se tudo deve acabar como num fantástico apocalipse.
O prêmio foi instituído para ser agraciada aquelas pessoas que durante a suas vidas trabalham incessantemente em favor da paz em todas as suas nuances, pessoas que se dedicam a levar não só a mensagem de paz a todos os povos do mundo, mas que constroem projetos para esse fim, unindo forças, praticando esses projetos com atitudes concretas em relação a paz entre os seres humanos, tanto no âmbito particular de um povo, de um país, no que tange desde a segurança e a justiça domiciliar, como através de atitudes diplomáticas com países afins, buscando sempre abominar tentativas de resolver questões litigiosas através das armas, através do uso de mecanismos hediondos como destruição em massa de pessoas, não importando se militares ou civis inocentes, não importando se essas atitudes passem por cima de normas humanitárias, escritas em legislação específica portanto, para esses que combatem a violência, que são contra as guerras, que são contra a qualquer tipo de arma, que são a favor e trabalham pela paz, para esses é que foi instituído o Prêmio Nobel da Paz.
Acredita-se que infelizmente o prêmio foi para um país onde há vários senhores da guerra, sabem fazer guerra, dominam as armas mais letais que a humanidade possui, dominam uma tecnologia que pode determinar a destruição da humanidade e de todos os seres vivos sobre a terra, para isso bastando apertar botões, senhores da guerra, dos quais faz parte o premiado, que por mais paradoxal que possa parecer, manda todos os dias filhos e filhas de seu país, para guerras ora em andamento, destinados, esses filhos e filhas, a matar outros de outros países, a matar por ideologias que muitas vezes não conhecem, a matar pessoas que na maioria das vezes não sabem porque matar, a matar pessoas que as vezes essas defendiam a paz. Essas guerras, e outras, os senhores da guerra, agora detentores do Prêmio Nobel da Paz, as estão mantendo a custo de muito sangue derramado todos os dias, todas as horas, todos os minutos, muitas vezes ao vivo, elas estão ai, não tendo prenúncio nenhum de que a paz está chegando, porque assim esse senhor e esses senhores não querem, preferem manter a guerra, preferem comercializar armas, fazer armas, detonar bombas e portanto, matar e não é admissível que as mortes ocorridas sejam em nome da paz, porque o nome da paz é paz e esse nome nunca vai ser escrito com sangue, com morte, com guerras.
Países, comunidades, instituições, pessoas que fazem a guerra ter existência não podem nunca ter merecimento em receber um prêmio da paz, não podem nunca ser reconhecidos como amantes da paz, pois é o contrário, são construtores da guerra, pois detém infames conhecimentos de fabricar a morte, pois muitas vezes em seus países a tortura e a pena de morte são marcas registradas de amantes da violência, são criminosos, pois mandam seus filhos e filhas para frente de batalha onde, com certeza, muitos só voltarão para suas famílias, dentro de caixões para sepultamento, são insensatos, pois sabem que a guerra não levará a paz duradoura e portanto, sem sentido humano.
Por que a guerra? Mahatma Ghandhi não fez nenhum disparo de arma de fogo, não deixou que ninguém disparasse um só tiro, e mesmo assim trouxe a felicidade para o seu povo, trouxe felicidade para milhões de pessoas seus irmãos, usou somente a mensagem de paz em suas palavras e assim conseguiu a paz duradoura e a liberdade. Infelizmente Mahatma Ghandhi, não foi agraciado com o Prêmio Nobel da paz. Será por que ele não era um senhor da guerra?
“O amor é a força mais sutil do mundo”
( Mahatma Ghandhi )
Professor Alcides de Oliveira
Alcides.oliveira2005@ig.com.br
idiotissi muita palhaçada