Representantes de diversas instituições da sociedade civil organizada e órgãos públicos que atuam na defesa dos direitos da criança e do adolescente, assinaram moção de apoio às investigações da Operação Inocência, realizada pela Polícia Federal no Amapá, em junho passado.
O objetivo é apoiar o andamento das investigações, assim como a execução imediata de medidas jurídicas contra envolvidos, no caso de comprovada a culpa.
De acordo com o documento na operação policial deflagrada no Amapá, em julho de 2009, foram presas pessoas acusadas do crime de pedofilia. Encaminhado o processo para a esfera estadual, tendo em vista a natureza do crime, os acusados foram libertados por decisão singular do juiz Adão Joel Gomes de Carvalho, que não viu provas contundentes que mantivessem os acusados encarcerados.
Devido a decisão “a VII Conferência Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente do Amapá, vem manifestar seu integral apoio às investigações da DPF/AP, bem como externar sua preocupação em relação ao processo judicial que corre no âmbito da justiça estadual, tendo em vista informação que dá conta de suposto arquivamento do referido processo por falta de provas”, relata o documento.
Ainda de acordo com a moção “a VII Conferência Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente do Amapá, através de seus participantes, estará vigilante quanto à ação da justiça, repudiando de forma veemente a impunidade na prática de crimes dessa natureza contra crianças e adolescentes do Amapá”.
A Conferência foi realizada entre os dias 1 e 2 de outubro, no Museu Sacaca. Representantes de instituição como o Conselho Tutelar Zona Norte, Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, Frente Parlamentar de Defesa da Criança e do Adolescente, Hospital da Criança e do Adolescente, Secretaria de Estado da Saúde, Diocese de Macapá, Igreja Batista, Secretaria Municipal de Educação, Pastoral da Criança, Sociedade Amapaense de Pediatria, Imes, Dercca, Semast, CMDCA/Oiapoque, Ajovisa/Vitória do Jarí, CMDCA/ Mazagão, Apada/Ap, Fat/Ap, e MPEA/Caop, assinaram o documento.
QUE LEVEM PRA CADEIAS ESSES DEMENTES!