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Ministério Público, também é casa de Deus – Por professor Alcides de Oliveira

É notório que a violência entre os seres humanos virou uma pandemia, onde as centenas de matizes dessa violência está presente no dia a dia das pessoas, perpassando pela falta de respeito a condição humana, assassinatos, torturas, a pedofilia, a homofobia, o racismo, a segregação, pai matando filhos e filhos matando pais, a violência da fome, da falta de moradia, da falta de educação, da falta de saúde para todos, da falta de água para todos, da falta de esgoto para todos, a violência contra os idosos, crianças e contra as pessoas com necessidades especiais, a violência contra a falta de terra para plantar, a violência da impunidade, a violência da injustiça, tudo isso é uma agressão contra a felicidade, pois a violência não admite ser feliz, ela não admite o respeito mútuo entre todos os cidadãos que buscam a convivência pacífica, ordeira, grata, respeitosa, tendo como limite o respeitar do outro enquanto ser digno de dignidade, enquanto ser vivente que não nasce violento, se transforma no viver e conviver, principalmente no dia a dia com a violência em qualquer das suas formas, porque muitas vezes, na maioria das vezes, este nascente não encontra no seu caminho o sentimento de paz, da verdadeira paz interior e exterior, a qual tem uma nascente onde jorra abundantemente essa paz, que é Jesus e Maria, sua mãe.
Maria, Nossa Senhora, recebeu de Deus o grande dom de ser mãe de Jesus e assim passou a ser a Senhora da Paz, Ela é uma fonte inesgotável de paz, que está logo ali a disposição de quem dela está necessitando, independentemente de quem quer que seja, independente de qual religião seja, independente se a pessoa está em alguma igreja, se está no supermercado ou na escola, se está nos estádios ou nos prédios do Ministério Publico, se está no cumprimento do seu dever de cumprir o horário de trabalho ou se está em algum lugar bonito, não importa o lugar onde o homem ou a mulher esteja, pois se desejarem estará a Rainha da Paz a ofertar essa paz para todos, se oferecendo aos seres humanos como defensora dessa paz, não pedindo nada em troca a não ser que aceite o grandioso convite, que venha, que participe, que abra as portas e deixe-a entrar, que pare um minuto o a fazer e preste a tenção na mensagem, reflita e passe a agir como parceiro dessa mensagem de paz, que todos em todos os lugares aceitem o convite para a paz de quem trás essa paz, pois mais do que nunca o mundo está precisando de paz, o ser humano está matando o planeta terra através de todas as formas de violência que este pode dispor para destruir tanto o planeta em si como os inquilinos dele. Sendo assim, ao se deparar com uma mensagem de paz, de amor, espalhando-se pelo ar, pelos quatro cantos, mensagem que vem do fundo do coração de quem a leva e atrás, é absolutamente necessário que se deixe tudo que estiver fazendo, deixe o stress, deixe o a fazer por um instante, sem ser irresponsável, deixe as questões religiosas, deixe as questões pessoais e aceitem, se for Nossa Senhora, a Rainha da Paz, quem está levando, aceitem, se for um pastor, quem está levando a mensagem, parem, reflitam e aceitem, assim também se for um judeu, ou um mulçumano, ou um budista, ou um umbandista, ou um espírita, um pagão, aceitem a mensagem e todos ao dar um tempo para que essa mensagem entre nas casas, nos prédios, nas igrejas e principalmente nos corações, passem a praticá-la intensamente em todos os dias de todas as vidas, porque todas as mensagens de paz vem de Deus e sendo de Deus ela tem morada em todos os lugares, porque para Deus, todos os lugares que aceitam a sua mensagem de paz são lugares santos e portanto merecedor dessa paz. Que a peregrina da paz, ora em Macapá, não fique triste ao ver sua imagem e sua mensagem, em algum lugar público, não achar guarida, porque um dia achará, pois também esse lugar é de Deus.

Professor Alcides de Oliveira
alcides.oliveira2005@ig.com.br

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