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O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado rejeitou em bloco, os recursos contra o arquivamento das cinco representações e seis denúncias contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB/AP), apresentadas pelo PSDB, PSol e o senador Arthur Virgílio.
Votaram a favor dos recursos contra o arquivamento: Demóstenes Torres (DEM/GO), Eliseu Resende (DEM/MG), Marisa Serrano (PSDB/MS), Sérgio Guerra (PSDB/PE), Rosalba Ciarlini (DEM/RN) e Jefferson Praia (PDT/AM).
Votaram contra os recursos e a favor dos arquivamentos: Wellington Salgado (PMDB/MG), Almeida Lima (PMDB/SE), Gilvam Borges (PMDB/AP), Gim Argello (PTB/DF), João Pedro (PT/AM), Inácio Arruda (PCdoB/CE), Delcídio Amaral (PT/MS), Ideli Salvatti (PT/SC) e Romeu Tuma (PTB/SP).
A oposição promete que irá recorrer ao plenário do Senado da decisão do Conselho.
Em seguida, o Conselho de Ética votou o recurso do PMDB contra o arquivamento da representação peemedebista contra o líder do PSDB na Casa, Arthur Virgílio (AM).
Ao contrário de Sarney que não compareceu a sessão, o tucano presente a votação fez questão de apresentar sua defesa perante o Conselho antes da votação do recurso.
Virgílio negou as acusações e apresentou as guias da restituição de mais de R$ 300 mil, pelos custos do funcionário pago por seu gabinete, que vivia na Europa.
Ao fim da defesa de Virgílio, o líder do PMDB Renan Calheiros afirmou que estava satisfeito com as explicações de Virgílio, orientando com isso os senadores do partido a votar pelo arquivamento da representação do próprio PMDB, que foi rejeitada pela unanimidade do plenário.
Tenho certeza que se Sarney tivesse comparecido na reunião do conselho a reclamação não seria por sua ausência e sim alguma coisa do tipo: Sarney se faz presente no conselho de ética para pressionar Senadores e garantir arquivamento…
Ou então Bruninha,um dos Senadores presentes,suplente ou suplente do suplente ou ainda um dos puxa-saco dele faria um discurso elogiando-o de forma exacerbada a ponto de nos enorjar. Nera não?
Ja é tempo de acabar com as divergências partidárias e recomeçar as votações no senado.