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Governador puxe a cadeira, se assente e vamos conversar – Por professor Alcides de Oliveira

O Estado do Amapá está vivendo um momento de grande turbulência no que diz respeito a um bombardeio de denúncias sobre desmandos, desídia, corrupção, feitas pela mídia, a todos os dias e em todas as horas, em todos os momentos, com uma gravidade muito grande, porque todas as denúncias são direcionadas ao poder público, a coisa pública, ao dinheiro público, portanto de gravíssima situação, sendo que os jornais cotidianamente estão estampando em suas páginas, em seus editoriais, situações que mostram para a sociedade amapaense o quanto cidadãos públicos e instituições públicas estão envolvidas em manchetes, em falatórios, em disse me disse, restando até então a população ficar estarrecida pelas manchetes, ficar indignada se tudo aquilo for verdade, ficar se perguntando o porque de tudo isso e perguntar a quem recorrer para esclarecer tais situações, e se possível findar, responsabilizar, exonerar e punir a quem quer que seja, se algum culpado houver.

É nesse sentido que o povo está clamando para conversar com o seu governador, com o seu gerente, com o gerente do Estado do Amapá, pois o que está intrigando esse povo é a falta de respostas efetivas, de respostas que possam dar mais tranqüilidade, em meio a essa avalanche de informações que trazem intranqüilidade e insatisfação e, portanto necessitando urgentemente de puxar umas cadeiras e puxar uma “prosa”com a pessoa que tem em suas mãos os destinos desse povo.

O chamamento para conversar se faz necessário, porque o silêncio do gerente até o momento é notório, talvez por questões éticas, o gerente está sentindo a sua gerência ser ferida, ser denunciada, ser nomeada em escândalos, fazendo água em algumas instituições, mas não se manifesta, não coloca a sua posição, que é primordial, frente a situações colocadas como deprimentes, não vem, e não puxa a cadeira convidando o seu povo para uma conversa franca, sincera, responsável, necessária, justa e nesse contexto talvez última. Conversa essa, com a finalidade de dar satisfações meritórias para a população e para mostrar para essa população que o governo não está omisso, que o governo está cobrando dos seus comandados envolvidos, uma postura de integridade, uma postura de defesa das acusações e que esses atos sejam de conhecimento da população,mostrando que a atual gerência está tão aflita como o seu povo, que atitudes por essa gerência serão tomadas urgentemente e frente a esse povo renovar o compromisso de sempre defender os interesses da comunidade, custe o que custar, e que se houver colaboradores que estão traindo o povo, que não estão sendo honestos com esse povo, como está dizendo a mídia , se comprovados essas atitudes, que irá solicitar à justiça, que justiça seja feita, e assim, voltando as instituições a prestar os serviços que tanto a comunidade almeja.

Q eu o excelentíssimo governador convide o seu povo assim: puxe a cadeira e se assente, temos muito o que conversar, você é meu povo, eu estou nesse momento como o seu líder, eu te escutarei e te falarei sinceramente, tenho satisfação a dar a você e darei, pois tenho obrigações constitucionais a cumprir que dizem respeito a você, e por mais que o assunto seja constrangedor, por mais que seja uma conversa sisuda e inquietante, ela será franca e honesta, à sombra da justiça e da lealdade, e se culpa acharem, que o justo sua honra seja reparada e que o injusto seja punido dentro da legislação em vigor.

Essa atitude do governador, com certeza, trará respostas que a comunidade está esperando.

Professor Alcides de Oliveira

alcides.oliveira2005@ig.com.br

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