A vereadora de Macapá, Cristina Almeida(PSB), brilhou ontem no Jornal Nacional defendendo a política de cotas raciais e entregando Manifesto pela votação do projeto à Senadora Serys Slhessarenko. Cristina está também na edição de hoje, 06, do Correio Braziliense. Clique na tecla jogo da velha no final dessa nota para ver a imagem.
O ProUni tem cunho social; não racial. Até aceito “cotas sociais” nas Universidades Públicas. Mas raciais, não. Sinceramente eu não entendo o porquê da insistência de separar a população brasileira em critérios de “cor”. Só no Brasil um casamento de negro com índio pode resultar em um filho branco, de olhos e cabelos claros. Então, por que não pode ser por renda, como o ProUni, ao invés de raça?
O ProUni tem cunho social; não racial. Até aceito “cotas sociais” nas Universidades Públicas. Mas raciais, não. Sinceramente eu não entendo o porquê da insistência de separar a população brasileira em critérios de “cor”. Só no Brasil um casamento de negro com índio pode resultar em um filho branco, de olhos e cabelos claros. Então, por que não pode ser por renda, como o ProUni, ao invés de raça?