Presidente do SINSEPEAP trai a categoria.
Durante as eleições para prefeitura de Macapá em 2008 o sindicato dos Servidores públicos em educação no Amapá SINSEPEAP organizou no primeiro turno um debate entre os candidatos e solicitou que os mesmos assinassem uma carta compromisso com a educação municipal e seus profissionais na qual constavam varias reivindicações que deveriam ser cumpridas. Neste debate participaram os principais candidatos e todos assinaram a carta inclusive o Prefeito Roberto Góes, se comprometendo a cumpri-la caso fossem eleitos.
Agora no inicio do mês de abril o prefeito Roberto Góes apesar de esta em uma situação de instabilidade jurídica por conta de três cassações enviou a câmara municipal projeto de lei que prevê a criação de 365 contratos para área da educação, o que já descumpre um dos compromissos assumidos com o SINSEPEAP que é o da realização de concurso público, como consta no eixo I, inciso 10 da carta compromisso, além disso, informações repassadas por professores que participaram da assembléia geral dos servidores da educação municipal ocorrida na Escola Municipal Professora Guíta, teriam ouvido da direção do SINSEPEAP que este projeto da prefeitura só teria sido aprovado na Câmara municipal por conta de suposto acordo político do prefeito Roberto Góes para que os Vereadores da base indicassem os novos contratados, o que confirma que a gestão atual da prefeitura mantem a mesma lógica seguida pelo governo Waldez, de privilegiar indicações políticas para área da educação.
Com isso o Prefeito Roberto Góes joga no lixo o acordo da campanha de 2008 de fazer concurso público para área da educação, e descumpre outro compromisso assumido em seu programa de TV, e que esta presente também na carta do SINSEPEAP em seu eixo I inciso 17 que estipula que a partir de 01 de janeiro de 2009 faria a imediata implementação do piso nacional dos profissionais da educação no valor de R$ 950 reais, uma vez que não fez o reajuste na data acordada e estipulou no projeto aprovado pela câmara de vereadores que os contratos administrativos terão como salário base inicial o mesmo recebido atualmente pelo servidor efetivo, ou seja, R$ 658,26 para professores sem formação superior e 725,73 para professores com nível superior.
No entanto o mais estranho é ver o silêncio sepulcral do presidente do SINSEPEAP senhor AILDO SILVA, que organiza assembléia geral dos servidores municipais da educação para defender e empurrar uma proposta esdrúxula articulada pelo SINSEPEAP junto a PMM de reajuste de 8 % que elevaria o salário de um professor municipal sem formação superior de 658,26 reais para 710,00 reais e para professores de nível superior de 725,73 para 783,79, muito menor do piso salarial nacional que hoje é de R$ 950 reais que poderá ser reajustado ainda este ano para R$ 1,132,40 conforme formula estipulada pela lei 11.738/2008 que atrela o piso salarial nacional dos professores a elevação do valor mínimo pago para escola por aluno/ano pelo FUNDEB. Contudo o presidente do SINSEPEAP prefere não cobrar do prefeito Roberto Góes os compromissos assumidos na campanha e sim negociar um reajuste imoral em detrimento do interesse dos professores de Macapá de conquistarem o direito legitimo de ter o piso nacional respeitado pela prefeitura da capital.
Juliano Del Castilo Silva
Advogado
como podemos ver até dentro do sinsepeap essa harmonia criminosa está enraizada é triste para a nossa classe saber que nossos direitos não estão sendo garantido pois o PSPN é lei e mesmo assim não esta sendo cumprido , quando em campanha o RG assinou realmente a carta compromisso e agora qual deveria ser o posicionamento do sindicato.acho que seria esse . PAGUE O PISO OU PAGUE O PREÇO.
Parabéns Juliano por mostrar quem é esse Aíldo, um traidor da categoria dos professores.
Tem que mandar o Aildo para sala de aula.Ele era cabo eleitoral do Waldez em 2006 e do Roberto em 2008.Para completar,sindicato no Brasil está fora de moda.
É pertinente o comentário do Juliano,pois o que vem ocorrendo no SINSEPEAP é um total derespeito com a classe do magistério.Sou professor municipal há 10 anos e sindicalizado nessa entidade, e não concordo quando o Presidente Aildo sindicato sempre defende a proposta da Prefeitura com relação ao reajuste vergonhoso de 8% que custa R$52,62 no salário base,divulgado na Assembleia e aprovada.O que vem ocorrendo é que não se discute campanha salarial há muito tempo,não se mantem debates permanentes com a categoria com assuntos relacionados a Educação.A tabela salarial que ainda não foi aprovada pela Camara não comtempla os dois terços do Piso salarial federal,mesmo sendo lei federal todos os candidatos assumiram compromisso,e o atual Prefeito mentiu para os professores quando assinou a Carta compromisso que tratava do Piso e outras questões educacionais.Sabemos que o orçamento da Educação é de noventas e dois milhões,mas o curioso é que a SEMED não informa quanto custa a folha de pagamento com os profissionais da Educação.CADÊ A TRANSPARÊNCIA.As perdas salariais em 2006 ultrapassaram os 45% e em 2009???
Este Aildo esta sendo bem Tratado pela Familia Goes Roberto e Waldez, não faz uma manifestação para cobrar deles o piso salarial e a falta de merenda por causa da inadimplencia da secretaria de educação.
RECEIO QUE ALGUMAS COISAS, OU MUITAS, TENHAM SIDO INFECTADAS COM O VÍRUS QUE RODA PELO PODER ESTADUAL…
É vergonhoso a prática de contrato administrativo, tanto pela prefeitura como pelo estado. Me sinto lesada,pois fiz concurso para educação e nunca fui chamada, pois precisa-se colocar os cabos eleitorais de Roberto e Jean do Nae no contrato. Ferindo a Constituição, que diz que para assumir cargo no estado é preciso que se faça concurso. Fui eleitora do governador Waidez, acreditei na proposta dele, e hoje vejo meu voto jogado na lama. É triste que o sinsepeap esteja lutando pelo professores que estão na lista de espera. Hoje o novo curral eleitoral do Amapá é “contrato administrativo”
É vergonhoso a prática de contrato administrativo, tanto pela prefeitura como pelo estado. Me sinto lesada,pois fiz concurso para educação e nunca fui chamada, pois precisa-se colocar os cabos eleitorais de Roberto e Jean do Nae no contrato. Ferindo a Constituição, que diz que para assumir cargo no estado é preciso que se faça concurso. Fui eleitora do governador Waidez, acreditei na proposta dele, e hoje vejo meu voto jogado na lama. É triste que o sinsepeap não esteja lutando pelo professores que estão na lista de espera. Hoje o novo curral eleitoral do Amapá é “contrato administrativo”
Gostaria de informar que felizmente a justiça tomou uma decisão quanto aos desmandos no SINSEPEAP: o presidente Aildo Silva foi afastado da sua função por falta de prestação de contas. Assim que tiver com a sentença em mãos divulgarei na internet.