Brasília, 20/04/2009 – O Grupo de Trabalho que debate políticas públicas para a navegação fluvial de cargas e passageiros na Amazônia realiza sua 5ª reunião de trabalho na sexta-feira, 24. A reunião ocorrerá na Assembleia Legislativa do Amapá, em Macapá, a partir das 9 horas da manhã. No formato de audiência pública, serão ouvidos os vários segmentos ligados à navegação fluvial de cargas e passageiros do estado, construtores e operadores da navegação e do fomento. Às 16 horas está prevista uma visita aos estaleiros na orla do rio Amazonas. Das decisões do Grupo resultará uma política pública para financiamento e aperfeiçoamento da navegação ribeirinha na Amazônia.
A reunião, em Macapá, está sendo organizada na Assembleia pelo deputado estadual Camilo Capiberibe, pela deputada federal Janete Capiberibe, ambos do PSB, e pelo coordenador do Grupo de Trabalho pelo Ministério dos Transportes, Pedro da Costa Carvalho, secretário de Fomento. A reunião na Assembleia Legislativa é aberta a todos os setores do segmento naval para que possam apresentar suas proposições.
GT – O Grupo de Trabalho já realizou reuniões em Brasília, Belém e Manaus. Foi criado em 11 de junho de 2008, pela Portaria número 152 do Ministério dos Transportes, a pedido da deputada federal Janete Capiberibe. A amapaense fez a solicitação ao ministro dos transportes Alfredo Nascimento em 21 de maio do ano passado e pouco tempo depois estava criado o GT.
Investimento – A deputada federal Janete Capiberibe defende dentro do grupo a implantação de uma política que desburocratize o acesso aos recursos públicos subsidiados e que crie escolas para capacitação de construtores e operadores da navegação fluvial.
“Precisamos investir em capacitação e modernização do principal meio de transporte da Amazônia. Fundo da Marinha Mercante tem disponíveis R$ 2 bilhões anuais, mas nenhum real foi investido na região Norte”, exemplifica a socialista.
“Temos que facilitar o acesso dos nossos armadores aos recursos públicos subsidiados e criar escolas para consolidação das tecnologias navais de construção e e seu aprimoramento’, afirma a deputada, que quer a ampliação do Instituto de Educação Tecnológica do Amapá com a criação do curso de navegação fluvial no Arquipélago do Bailique. Ela já formalizou o pedido ao Ministério da Educação.
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