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Curtinhas

Sarney, o terreno e o TRE Amapá

Tá no Jornal Pequeno – Outro lavrador que até hoje se sente lesado pelo clã Sarney em Santo Amaro é Clodoaldo Garcia Lira, o “Fiapo”, de 58 anos. Ele contou ao JP que em junho de 2006 vendeu para Ronald Sarney um terreno de 300 hectares, que tinha na região do Riacho da Maria Nunes, por R$ 25 mil, porque passava por um momento de grande precisão – estava quase ficando cego de um olho e precisava se tratar. “A perfuração da Petrobras foi feita nas minhas terras há quase 40 anos. Nesse tempo todo nunca exploraram nada lá. Eu nem imaginava que iam começar a retirar gás das terras agora. Se soubesse, não tinha vendido pelo preço que vendi. Fiquei surpreso quando soube que as terras que vendi pro ‘Rony’ Sarney apareceram na declaração de bens do José Sarney, entregue na Justiça Eleitoral do Amapá, e ainda com um valor de R$ 30 mil, R$ 5 mil a mais do que o ‘Rony’ me pagou”, disse “Fiapo”.

De acordo com “Fiapo”, outros moradores de Santo Amaro – todos lavradores pobres – também sofreram fortes pressões de Ronald Sarney para vender suas terras “a preço de banana”. “Teve caboclo que, iludido com o dinheiro vivo, vendeu por R$ 10 mil, R$ 12 mil, R$ 15 mil, deu a terra quase de graça”.

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Comentários

  1. Ele também não lançou em sua Prestação de Contas de 2006,o pagamento daquele advogado que moveu ações contra jornalista do Amapá,portanto sua Prestação de Conta está irregular embora tenha sido aprovada pelo TRE-AP.

    Escrito por Alberto Santos | 23/03/2009, 8:08
  2. gostaria que o ministerio publico, fosse ate a E M T U, e verificasse as contas da quela empresa, muita coisa errada esta acontecendo ali. a começar pelas placas de taxi. que foram vendidas por debaixo dos panos, e o prefeito nao fez nada, e verdade tudo acaba em pizza.

    Escrito por paulo almeida | 12/08/2009, 22:04

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