A atual visita do senador Sarney ao Amapá expõe a subserviência com que boa parte dos políticos locais tratam o “dinossauro” que ainda vaga pela política brasileira. Aos olhos da vanguarda do atraso amapaense, Sarney é mesmo um grande rei, não porque ele tenha trazido desenvolvimento ou algo novo à política local, até porque reinado não rima com inovação, mas porque ele ajuda a sustentar um esquema de poder no Estado, que desde o seu início, em 2003, trouxe como resultado uma série interminável de escândalos de corrupção e fraude. Só para citar alguns aqui, lembro do caso AFAP(desvio de R$ 1milhão do fundo de apoio ao artesanto) e a Operação Antídoto da Polícia Federal, que resultou num rombo de R$ 40 milhões, dinheiro do governo do estado que deveria ser empregado na saúde. Lembro de um escândalo que tem muito a ver com Sarney, mas do qual ele procura se distanciar o máximo possível, o caso Gautama, mais de R$ 50 milhões desviados da construção do Aeroporto de Macapá, dinheiro de emenda de quem? Sarney, É claro. Vale lembrar que a Gautama doou para a campanha de Roseana Sarney no Maranhão em 2006, módicos R$500 mil.
O começo de tudo
Em 1990 Sarney era execrado pelo país, pois deixava o Brasil em uma das maiores crises de sua história. No fim do governo Sarney, entre fevereiro de 1989 e março de 1990, a inflação chega a 2.751%. Analistas políticos naquela época avaliavam que ele não se elegeria no seu estado natal, o Maranhão. Mas no Amapá a situação era diferente, um estado pequeno, recém criado, ainda carente de uma classe política local, o receberia de braços abertos.
Em 2009, 19 anos depois de sua primeira eleição pelo Amapá, eleito presidente do senado pela 3a vez, Sarney volta ao Amapá, estado que lhe deu 24 anos de mandato, desta vez para se esconder de uma outra crise criada por ele: a crise do senado federal. Nas manchetes dos jornais nacionais, o Amapá passa mais uma vez a ser chamado de “Reduto” e é lembrado como reinado de Sarney. Na Folha de São Paulo o título da matéria sobre a visita de Sarney ao Amapá é assim: “REDUTO ELEITORAL: SARNEY É RECEBIDO COM GRITOS DE “REI” EM VISITA AO AMAPÁ”. “ Nos braços do povo, longe dos problemas”, diz o jornal O Globo. Essas manchetes de 20 de março de 2009, se misturam a outras que tratam da contestada atuação de Sarney como presidente do Senado e dizem o seguinte: “Sarney criou 70% das 181 diretorias”, no jornal O Estado de São Paulo – referindo-se a extinção de diretorias prometidas por Sarney para supostamente moralizar o Senado; sobre o mesmo tema a Folha de São Paulo diz assim: “Senado extingue só 50 diretorias”(Sarney havia prometido extinguir todas).
Felizmente ainda há no Amapá quem não aceite essa relação de subserviência e levante a voz contra esse absurdo. Hoje pela manhã ouvi a voz isolada, mas certamente não solitária, do vereador Zé Roberto(PT-STN), que reclamava que Sarney, que é senador pelo Amapá vem tão pouco aqui, que é necessário fazer festa por ocasião de suas “visitas” ao domicílio eleitoral. Tem razão vereador.
Moral da história, mais uma vez o Amapá serve apenas de válvula de escape para o nosso enrolado representante em Brasília e vira palco de promessas e mais promessas, que se acumulam sem ser cumpridas.
O rei está nu
O jornalista Alberto Dines, no artigo A ira e o rei, publicado no sítio Último Segundo, que compara a nossa ira à dos americanos pela crise econômica, diz o seguinte: “Por força de sua biografia e dos atributos que faz questão de ostentar, o ex-presidente da República José Sarney tornou-se símbolo das pequenas, médias e grandes mazelas que deslustram nosso panteão político. Intoxicado pelas próprias façanhas tornou-se menos cuidadoso, não se importa em deixar as impressões digitais em episódios pouco edificantes.
Senhor absoluto do Maranhão foi visitar seu segundo feudo, o Amapá, que o escolheu como senador. Recebido no aeroporto como “nosso Rei” aceitou o agrado sorridente, certo de que o merece.
Está evidente que nossa ira, ao contrário da americana, ainda é precária, difusa, insuficiente. A sociedade brasileira ainda não se sente violentada nem roubada como acontece agora com a história dos bônus nos EUA. A ignorância, a distância, os conchavos e cumplicidades impedem que a indignação chegue ao Amapá. Todos sabem que o rei Sarney está nu. Só falta mostrar”.
A seguir alguns trechos da entrevista dada no último dia 19, meio dia por José Sarney à repórter Tatiana Guedes da TV Amapá, acompanhados de informações que lembram outros momentos do senador.
Sobre o Aeroporto de Macapá
Sarney – “Olha, isso tem sido pra nos uma frustração muito grande porque realmente foi a primeira obra anunciada no governo do presidente Lula foi o aeroporto de Macapá. Eu falei com ele aquela época e nós tivemos o presidente Carlos Wilson da Infraereo e tudo correu muito bem, infelizmente esse problema da Guatamo(sic)-imagino que seja Gautama – levou à paralização do aeroporto. Mas nós não podemos ficar com esse esqueleto aí, que é uma decepção para todos nós. Amanhã está chegando aqui o presidente da Infraero, eu aproveitei a minha vinda aqui também para convidá-lo e para nós darmos uma solução. E essa solução parece que foi encontrada, primeiro, nós vamos fazer através do exército nacional, até porque o exército tem um departamento de engenharia e em vez deles fazer(sic) licitação que dá sempre problemas e retardava um pouco, nós poderemos imediatamente entrar, fazer a cobertura e depois então a conclusão do aeroporto.”
Saiba mais sobre o assunto – Fruto de emenda parlamentar do Senador José Sarney, em 2004 a construtora Gautama recebeu da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária a importância de R$ 112,8 milhões para a execução das obras e serviços de construção do novo Terminal de Passageiros, do sistema viário, edificações de apoio, ampliação do pátio de aeronaves e obras complementares do Aeroporto Internacional de Macapá. Logo após a liberação dos recursos o Tribunal de Constas detectou irregularidades na realização da obra que estaria superfaturada em R$ 50 milhões. As obras foram paralisadas em maio de 2007 a pedido do próprio TCU, logo após a deflagração da Operação Navalha, que prendeu o dono da Construtora Gautama
Sobre o Programa Luz para todos
Sarney – “Olha esse programa tem andado muito bem no Brasil todo, infelizmente, nós aqui tivemos também outro problema, que era o problema da CEA, que não podia pela inadimplência que ela se encontrava, fazer o programa Luz para Todos que nos outros estados é feito pela companhia estadual. Isso nos levou a perder um tempo grande, quase um ano nesse programa porque tivemos que passar para a eletronorte e a eletronorte fazer diretamente o programa luz para todos, mas ele ta caminhando bem já hea algum tempo, as metas estão sendo cumpridas, e agora com o ministro Lobão, que é senador pelo Maranhão e é uma pessoa com quem eu tenho bom relacionamento, ele no dia 30 virá em Macapá e então nós vamos apressar, digamos assim, de maneira que praticamente dentro de dois anos nós tenhamos todo o Amapá coberto com energia elétrica. Isso, ele já tem recursos para isso e ele virá aqui no dia 30, vai anunciar e vai deflagrar esse programa.
Saiba mais sobre o assunto – Apesar de todas as trapalhadas administrativas e da corrupção instaladas dentro da CEA, o que impede a empresa de ser incorporada pela Eletrobrás é a influência do senador José Sarney(PMDB). Segundo matéria do dia 14 de abril de 2008, assinada por Irany Tereza e Suely Caldas, da sucursal do RIO do jornal O Estado de São Paulo Online, foi Sarney que indicou o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz e é ele que impede que medidas drásticas sejam tomadas contra a CEA. A matéria do Estadão diz o seguinte: “O principal defensor da CEA é o senador pelo Amapá, José Sarney, justamente quem indicou Muniz para a presidência da Eletrobrás. O desempenho financeiro da CEA é tão caótico que, há quase um ano, a Aneel pediu a caducidade da concessão que o governo federal se recusa até hoje a conceder, por influência direta de Sarney.” A empresa teve papel importante na reeleição de Sarney e do Governador Waldez. O PT, que dirige a empresa e manteve seu controle, lançou um candidato laranja nas eleições de 2006, que acusava o ex-governador João Capibribe de ser o responsável pelo estado de insolvência da energética amapaense. Para se ter uma idéia do nível de envolvimento da CEA na campanha, a empresa chegou a pedir direito de resposta contra o programa eleitoral do candidato do Partido Socialista Brasileiro, João Capiberibe, por que este denunciava os problemas vividos pela CEA. A matéria do Estadão Online lembra também que “O atual governador, Valdez(sic) Goes (PDT), aliado de Sarney, baixou decreto concedendo energia gratuita para todos os habitantes com renda per capita até um salário mínimo, o que abrange a grande maioria da população. Sem faturamento, a CEA também não paga a Eletronorte, que lhe fornece energia.” A matéria se refere ao programa social do governo Waldez, também amplamente utilizado nas campanhas eleitorais deste, denominado Luz para vive melhor.
Sobre a Ponte no rio Oiapoque
Essa foi outra luta grande. As grandes obras são sempre grandes lutas. Há quantos anos eu venho colocando recursos para essa ponte e venho lutando e também a bancada do Amapá e todas as pessoas…Finalmente nós conseguimos chegar ao fim dessa primeira etapa, que foi o acordo com a França e a ponte já está licitada, é uma ponte bonita, uma ponte estaiada(sic), então já foi aberta a concorrência, a licitação e está prevista a sua conclusão até o fim de 2010. Então eu acho que esse problema da ponte do Oiapoque está resolvido. Por outro lado também está previsto no PAC o fim da pavimentação da BR-156, até que chegaremos a essa estrada que tem sido dor de cabeça para todos nós. Atrasou um pouco agora porque aquele problema de cruzar a terra dos índios e isso retardou. Mas todos esses problemas são problemas. Não se faz obra sem problema. Ao longo da vida eu aprendi isso, depende da gente ter persistência e lutar por elas. Mas são grandes obras, porque se elas levam algum tempo para serem feitas, elas duram para a eternidade e beneficiam muito o povo.”
Sobre os Atraso das Obras do PAC –é possível dar ao Amapá um tratamento diferenciado para que o estado possa enfrentar esse período de crise?
Sarney – Olhe eu tô com uma reunião marcada hoje, pedi para o governador que marcasse uma reunião com as áreas que tivessem problemas e listássemos com a sua equipe todas os problemas que estão necessitando de solução pelo governo federal, para que eu aproveitasse esse instante que eu sou presidente do congresso para jogar todo o prestígio que a gente tem para que essas coisas fossem resolvidas imediatamente. Embora nós reconheçamos que o Amapá é um estado privilegiado, basta ver que no Amazonas- hoje nos tínhamos Manaus como a grande capital, agora nos vamos ter uma grande outra capital que vai ser Macapá porque nós temos área de livre comercio, que hoje é a grande sustentação do emprego e do desenvolvimento do comercio. Hoje ela já esta florescendo, levou alguns anos aí de certo modo, patinando, mas hoje já está dando grandes resultados.
Saiba mais sobre o assunto – No dia 2 de fevereiroSarney foi eleito presidente do Senado da República pela terceira vez na gestão do presidente Lula. Se ele tivesse que privilegiar o Amapá ou tazer desenvolvimento de verdade para cá, já teria feito isso ao invés de trazer obras que atrasam por causa de corrupção.
Sobre o caso “992” – funcionários do quadro da União passam por litígio
A bancada tem tido uma participação muito grande. Isso é uma luta também, outra luta de muitos anos, sempre foram problemas muito difíceis. Acredito que isso venha a solucionar um problema grande.
Sobre a dispensa dos diretores do Senado – seria uma atitude de moralização?
É claro, por isso eu aceitei, eles acharam que só eu teria condição pela posição de ser, não digo outras virtudes quaisquer, de ser o parlamentar mais velho, mais velho não, o mais antigo, velho eu não sou, eu sou um moço, eu tenho 50 mais vinte e poucos anos. Há 50 anos eu estou no parlamento nacional, né. Eu completei 50 anos de mandato e já sou o parlamentar mais antigo na historia da republica do Brasil. Nunca nenhum parlamentar passou 50 anos dentro do congresso. No senado por exemplo eu já estou com 32 anos e alguns meses e Ruy Barbosa que e o segundo passou 31 anos e eu ainda tenho se Deus quiser alguns anos ai pela frente graças ao povo do Amapá que me dá essa oportunidade de continuar trabalhando pelo Estado e pelo Brasil. Sou muito grato ao povo do Amapá por isso e é por isso que eu to vindo aqui hoje, dia 19 de março, dia de São José, como faço todos os anos, agradecer a ele como homem de fé a proteção, a graça que ele tem tido sempre comigo e pedindo a ele, como rezei hoje pelo povo do Amapá, para que ele ajude o estado, para que ele proteja o estado. São José é um Santo que é uma mensagem porque ele é o santo da paz, porque ele talvez seja a figura mais tranqüila do novo testamento, porque ele não aparece. Ele chega, recebe a missão de Deus de tomar conta do menino Jesus e aí ele fica discretamente aceitando sua missão, sem questionar e apenas tendo fé. Então ele é o que nós queremos para o Estado do Amapá, ele hoje é o padroeiro de Macapá, mas padroeiro do estado inteiro. É o símbolo da paz. Que a gente tenha divergências, são naturais na vida, mas que a gente tenha sempre a presença a vontade de perseguir a paz. De nós estarmos juntos sempre procurando o dialogo, procurando nos entender-mos. Compreendendo as pessoas umas às outras, cada uma com as suas qualidades com os seus defeitos, mas sempre dentro de um clima de paz e não de um clima de guerra. Taí porque o evangelho Cristo dizia “a paz esteja contigo”, quer dizer, não é uma ausência de guerra, é aquela paz interior. Então São José para nós é essa inspiração.

Saiba mais sobre o assunto – entrevista do senador Jarbas Vasconcellos àRevista Veja em fevereiro de 2009 - O que representa para a política brasileira a eleição de José Sarney para a presidência do Senado? É um completo retrocesso. A eleição de Sarney foi um processo tortuoso e constrangedor. Havia um candidato, Tião Viana, que, embora petista, estava comprometido em recuperar a imagem do Senado. De repente, Sarney apareceu como candidato, sem nenhum compromisso ético, sem nenhuma preocupação com o Senado, e se elegeu. A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador.
Essa foto de Sarney com esses palhaços, representa bem o que temos sido, todos esses anos pra José Sarney. Vamos criar vergonha meu povo, vamos tirar esse “coroné” de nosso estado.
Chega de sermos o mais atrasado de todos os estado do Brasil esse velho safado só tras atraso.
Eu tenho quase certeza que estavam no “aeroporto” na espera de Sarney e cantando,”Sarney é Nosso Rei”,nada menos que o quase Cassado Waldez Góes e os Cassados Roberto Góes e os 4 Vereadores,Todos atrás do novo padroeiro do Amapá.Espero que o Waldez não troque o nome da Fortaleza de São José por Fortaleza do São Sarney.
O que foi prometido dessa vez,as omo promessas antigas com ficam,tais como: Zona Franca,Linhão de Tucuruí,Aeroporto,Ponte do Jari,Ponte do Vila Nova,aumento salarial para todos o funcionários do ex-território,probloemas do 992 e 1050,inclusão de 35 engenheiro agronômos no Ministerio da Agricultura,Conclusão do asfalto na Br 156,Ministério para um amapaense,restruturação da Unifap.Gente essas promessas duram 18 anos e 3 meses e até agora nada.
Nosso rei não, o rei é deles. No Brasil existem muitos reis, tem o rei do futebol, tem o rei da música, tem o rei da cocaina. Seria o Sarney o rei da corrupção? Grande mesmo é São José, que rende aos seus pés até os demonios.
O Ministro Gilmar Mendes veio a macapá receber o titulo de cidadâo amapaense,porque será? ele veio só pra ver o equinocio? tou com um monte de pulgas atras da orelha,é só esperar pra ver.????????????????
Nós somos o que comemos. O povo reclama, reclama e reclama. Nas eleições até os mais esclarecidos votam neles porque a coisa pública tornou-se uma rede de negociatas. Uma troca de dinheiro aqui, outro cargo ali. É um novo tipo de capital gerado pela cultura da corrupção.
Concordo plenamente com o comentário do Sandro Souza. Parcemos um bando de palahços neste circo que se tornou o nosso Estado. Imgine que no dia 18, ao passar as proximidades do aeroporto me deparei com uma cena deplorável: Vereador cassado Charle Jhony (não sei se escreve assim) emcima de um carro amarrando uma faixa de boas vindas ao “rei” e outra que já estva no alto, agradecendo ao Senador em nome do povo macapaense. Minha vontade foi de cortar essa benditas faixas, pois eu faço parte do povo macapaense e não tenho absolutamente nada para agradecer a este senhor. E aquela foto principal da matéria, com os comparsas de mãos dadas, nossa Lu, perfeita!
O Gilmar Mendes é o mesmo que tirou da cadeia alguns bandidos a bem pouco tempo. Concordo com o Fco Araújo, a vinda dele a Macapá tem coisa, certamente já devem ter acertado alguma coisa para quando os recursos dos caçados Waldez e Roberto góes chegarem no STF.
Venho acompanhando atentamente essa questão do aeroporto de Macapá. A obra vai continuar paralisada, até que o inqu´´erito seja concluido. O que a Infraero vai fazer, é melhorar as condições da atual estação de passageiros. A obra iniciada pela Guatama, está sob a responsabilidade do Ministério da Defesa e deverá ser entregue ao Exercito, não se sabe quando, pois o bloqueio dos recursos continua e a bandidagem está solta…
O Sr.Ruy Guarany está com toda razão tanto as “Obras” do aeroporto como do hospital do câncer não dependem do executivo e sim do judiciário,quem diz que a obra serão retomadas,são os memos que roubaram o dinheiro tanto do hospital do câncer como do aeroporto,essas manchetes de alguns “jornais” é tudo mentiras.
A IRA E O REI – “A ignorância, a distância,os conchavos e cumplicidades impedem que a indignação chegue ao Amapá.Todos sabem que o rei Sarney está nu.Só falta mostrar” .Esse artigo foi escrito por Alberto Dines em 22/03/2009,obeserve que além da gozação,viramos piada no Brasil inteiro.
Todos veem sarney como um ídolo, não conhece sua história.O senador
do amapa, como é conhecido em sua
trajetória política; o fez de forma
de garantir a sua perpetuação.Assim
ele acredita;Homem de inteligencia
incomparável com poderes de perssuadir a mentes vulneráveis aos
seus contos de fada.O presidente sarney, como é ainda conhecido em
brasília tem uma gama de seguidores
com intuito se espelhar em metotologia de se auto-beneficiar
dos cargos eletivos sem ser pego.Até porque todos o adimiram, até aqueles que deveriam combatê-lo
o tem como exemplo de que o mesmo
so faz política com seriedade.No brasil temos que desmascarar o politico tido como salvador da pátria.
“FELIZMENTE,(A MINHA FILHA)NÃO TEM SOBRE A MESA 2 MILHÕES DE REAIS NEM A POLICIA FEDERAL À SUA VOLTA”. Senador Tião Viana,sentindo-se intimidado pelo grupo do senador José Sarney,fazendo uma comparação entre sua filha(que usou celular do Senado do pai numa viagem ao exterior) e a filha de Sarney,Roseana,que teve R$ 2 milhões apreendidos na sede de sua empresa,quando era candidata a Presidência da República,em 2002.
Meu caro Fco Araújo, vou matar uma pulga de tras da sua orelha: o Gilmar Mendes trouxe consigo o seu assessor ARIONILDO PANGELER (parece que é assim que se escreve) que é o “relator” do processo de cassação do governador Waldez Góes no TSE. Já comecei a limpar a sua orelha.
Tristes tempos esses que vivemos em que um político, filho bastardo da ditatura e que dela se beneficiou diretamente, representante primeiríssimo do que tem de pior na classe política do País,possuidor de prática política nefasta, corrupta, responsável por esquemas e negociatas que infelicitam o nosso Pais sirva de mestre para estes políticos eleitos pelo Amapá.
Confesso, tenho vergonha de ser do Amapá nessas horas, Sarney é “rei” dessa turma de muares que são mantidos de baixo de tacão, recebendo migalhas, no entanto agradecidos já que sabem da limitação de seus intelectos.
amapa é mais uma visita da familia sarney, ate quando a população brasileira vai aceita ser dominados por sarney e seu grupo que so pensa em seus beneficios, acorda meu povo para de ver novelas, filmes, tira um tempo se dedicam mais a politicas, vigia em quem voces vota.
não se deixam seer enganados por besteiras, coisa que não vam levar voces a nada, sarney nunca fez nada por imperatriz, segunda maior cidade do maranhão, e com certeza não vai fazer nada por amapa, familiar sarney não mais eleições por vota aqui no maranhão, então resolveu tomar a força o mandato de jackson lago. é uma vergonha. bandos de impogritas.familia de ladroes roubam na cara de pau.
O povo Maranhenses conhece muito bem o velho coronel Sarney, tanto que explusou para o amapá, agora é hora do povo amapaense explusar esse coronel da politica do amapa.