No último dia 05 de março, no Plenário do Tribunal do Júri do Fórum de Macapá, ocorreu a posse dos novos dirigentes do TJAP para o biênio 2009/2011. Naquela ocasião Roberto Góes já estava com o mandato cassado pela justiça eleitoral há dois dias, desde o dia 03, e mesmo assim foi convidado a fazer parte da mesa do evento que deu posse ao novo presidente do TJ, desembargador Dôglas Evangelista Ramos. Trata-se de uma verdadeira afronta a uma decisão judicial, afronta esta cometida pela própria justiça.
O que diz o release oficial publicado no sítio do TJAP – “Em solenidade bastante concorrida, que contou com a presença do Governador do Estado, Waldez Góes, do Presidente da Assembléia Legislativa, Deputado Jorge Amanajás, do Procurador-Geral de Justiça, Dr.Márcio Augusto Alves, do Prefeito Municipal, Roberto Góes e do Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-Secção Amapá, Dr. Washington Caldas, além de Juízes, Promotores, Deputados Federais e Estaduais, e várias outras autoridades.”
Em tempo: São testemunhas na ação contra Roberto Góes dois juízes, o juiz Rommel Araújo e o juiz João Guilherme Lages.
Com a palavra, a justiça.
Imagem do sítio do TJAP:
Lu,imagino que a inclusão do “prefeito” de Macapá na solenidade tenha sido uma chacota… Bom, é o que vai parecer, pelo país afora. Um prefeito cassado que está no mandato, um prefeito cassado que continua chefe do Executivo, um prefeito cassado que não assina as intimações judiciais, mas vai à uma solenidade do Judiciário! Só com a certeza da impunidade prá fazer isso!
Vai ver que as cassações só valem se forem em número par, por que já são três as cassações do RG. Aí, quando chegar a quarta, logo vem a próxima, e fica tudo por isso mesmo.
É espantoso, mas me parece que o judiciário do Amapá quer dizer que suas decisões não valem nada… bom, não valem para os que integram a “harmonia” e que, vê-se claramente, está tornando o Amapá uma terra sem lei. Ou com leis que valham só para o pobre zé povinho.
Bom, só as leis que servem para punir o zé povinho, por que as que lhe deveriam garantir saúde, educação, moradia, segurança, são ignoradas por completo.
O judiciário do Amapá está se tornando o principal agente do colapso do estado,já que aparenta ser conivente alguns tipos de crimes, como o eleitoral!
Solidariedade aos juízes e servidores do judiciário do Amapá que se esforçam para fazer valer a legislação e cumprir suas funções com ética, dignidade e honradez.
Me parece que o judiciário do Amapá é um caso para se levar ao Conselho Nacional de Justiça!
CONVIDO A TODOS QUE ESTEJAM INTERESSADOS EM REVISTAR MELHOR AS CONTAS PÚBLICAS PARA FAZEREM PARTE COMIGO DA “PRETO NO BRANCO”-FUTURA ASSOCIAÇÃO QUE REALMENTE FISCALIZARÁ OS PODERES PÚBLICOS NESTE ESTADO E SEUS GASTOS. ME ESCREVAM.
Definitivamente essa é a cara da “harmonia” que impera em nosso estado.
Não sabemos mais a quem apelar,ao legislativo e ao judicíario não adianta,nossa mídia é quase que totalmente comprada,só nos resta implorar ao nosso Deus,ou fazer como nós tentar despertar o senso crítico nas pessoa menos informadas ou mal inforamadas.Essa harmonia não tem sido salutar para população mais carente de nosso Estado,somente a graça de Deus ou despertar do nosso povo pode mudar essa situação.