A Polícia Federal já foi mais generosa na hora de dar informações sobre suas operações no Amapá. O nível de detalhes a que chegaram os boletins de informação do órgão foi até motivo de crítica pelo exagero. Mas agora parece que mudou do oito ao oitenta e estão economizando ao máximo as informações sobre a Operação Exérese, deixando de dar informações básicas como o valor do desvio investigado e usando figuras de linguagem do tipo ” ordenador de despesas” para referir-se a pessoas presas, alguém sabe quem é o ordenador ou ordenadora de despesas preso? Na minha opinião esse tipo de artifício só aumenta a curiosidade e o risco de erro de quem lida com a notícia. Em tempo – o nome que faltava na lista tá no sítio do jornalista Antonio Correa Neto, é Adílio Barros de Sá Cavalcante.
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