TRE e TJ não falam a mesma língua sobre vaga aberta na AL
Tribunal de Justiça e TRE não estão falando a mesma língua quando o assunto é a vaga aberta na Assembléia com a saída do ex-deputado Roberto Góes, que assumiu a prefeitura de Macapá. Em ofício protocolado nas duas instituições, o deputado Camilo Capiberibe(PSB) demanda celeridade na decisão sobre a vaga aberta na AL. Em resposta, o deputado socialista recebeu duas informações diferentes, o desembargador Luiz Carlos Santos, presidente do TRE, respondeu dizendo que “o Tribunal de Justiça influi diretamente no assunto enfocado”. Já o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Agostinho Silvério isenta a instituição dirigida por ele de responsabilidade no caso dizendo o seguinte: “ Em atenção aos termos do Ofício n. 005/2009, datado de 03/02/2009, informamos a Vossa Excelência que a matéria pertinente ao preenchimento da vaga de suplente do Deputado Estadual Roberto Góes é de cunho eleitoral, não tendo este Egrégio Tribunal de Justiça competência para deliberar a respeito”. Resta agora saber de quem é a responsabilidade.
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