Laura Fonseca / Agência Senado
Tião Viana prometeu ‘amplo trabalho de limpeza’ no Senado, diz Arthur Virgílio Esta
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), confirmou o apoio da bancada à candidatura do senador Tião Viana (PT-AC), na disputa com o senador José Sarney (PMDB-AP) pela Presidência da Casa. Por telefone, Arthur Virgílio disse, à Agência Senado, que a decisão se deveu ao fato de o candidato do PT ter prometido ao PSDB uma sociedade para “um amplo trabalho de limpeza” do Senado, revendo hábitos, costumes e o próprio funcionamento da Casa.
Na contramão da posição do seu partido, o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) afirmou que votará no candidato do PMDB à Presidência do Senado, José Sarney (AP), embora seu partido tenha fechado questão no apoio ao candidato do PT, Tião Viana.
Em entrevista à Rádio Senado, Papaléo disse que pedirá dispensa para votar em Sarney por fidelidade ao seu estado, o Amapá, o mesmo pelo qual foi eleito Sarney.
- Não poderia privar meu estado do privilégio de estar representado na Presidência do Senado – disse.
Papaléo disse, ainda, que embora tenha muito respeito por Tião Viana, sua amizade com Sarney é de longa data. Ele revelou que, em conversas anteriores com Tião Viana, sempre adiantou que, se Sarney decidisse se candidatar, votaria nele por lealdade ao estado do Amapá.
Segundo Papaléo, durante a reunião da bancada do PSDB realizada na manhã de quarta-feira, com o objetivo de discutir o apoio do partido a um dos candidatos à Presidência do Senado, havia uma tendência pró-Sarney, embora os senadores não tenham chegado a um consenso. Ele disse, ainda, não ter sido informado, em detalhes, dos motivos que levaram o partido a mudar de opinião.
- De qualquer maneira, minha palavra já foi dada aos meus eleitores do Amapá: votaria no senador José Sarney, caso ele fosse candidato; não posso voltar atrás. Por isso, pedirei dispensa ao partido e tenho certeza de que serei liberado, da mesma forma que o senador João Tenório (AL) foi liberado para votar pelos interesses de Alagoas – explicou.
Papaléo acrescentou que Sarney é um senador “sério, leal e competente e certamente olhará com boa vontade e empenho os projetos e pleitos que são relevantes para o Amapá.
Esse Papaléo é um caso explícito de oportunismo político tupiniquim. Não tem qualquer tipo de princípio ou posição. Muda de opinião mesmo quando isso vai contra si mesmo, não por coerência mas sim por ser perdido mesmo. Espero que o PSDB nacional perceba isso e acabe com a sua pretensão de ser vice do Pedro Paulo no Amapá, já que p/ Senado ele passará vexame. Seu futuro será o ostracismo.
sem demagogia, fico feliz de ver o senador capi porque pra mim nunca deixou de ser, participando de um evento de tanta inportancia junto com a nossa grande deputada janete duas pessoas que conheci e aprendi a respeitar desde quando aqui cheguei em 1986.Quem dera que o ap tivesse meia duzia de politicos desse calibre, o ap seria outro espero que em 2010 o nosso senador volte nos braços do povo.Li no noticias do google que havera nova eleiçao em londrina no paranáe nao houvir nada nem no radio nem na tv ouço todos os dias na equatorial o café com noticias e nao ouvir nada sobre o assunto, tou na espectativa aqui em macapá espero que nao acabe em pizza. abraçao…..
Pelos argumentos do Papaléo dá para se imaginar que o Amapá foi beneficiado quando o Sarney foi presidente do senado por 2 vezes,ledo engado quem foi beneficiado foi a familia do Sarney e o seu Maranhão em nenhum momento o Amapá se quer foi citado nos discursos do senador maranhense é por essas e outras que o Papaléo só teve 10 mil votos em 2006,representando o tamanho do seu compromisso com o Amapá,seria bom ele reabilitar o Paysandú,time que ele defendeu na tribuna do senado.Quanto as novas eleições Fco Araujo, em Santarém no Para a outra eleição está marcada para o dia 8 de março, e não esqueça que a prefeita reeleita e cassada de Santarém é do mesmo partido da governadora e o presidente da republica ou seja do PT,lá harmonia tem outro sentido.
É de se espantar como essa figura chamada Joâo Papaléo é cara de pau,
compromisso com o Ámapá? ou mesmo privilégio de se ter essa figura chamada José Sarney como presidente do senado brasileiro, o que isso vai nos trazer de bom? absolutamente nada,nem Sarney nem Papaléo estâo pensando em bem está de nosso estado, o unico bem está que lhes enteressa é o deles proprio.
XÔÔÔÔÔ SARNEY!!!!!!!!!!!! XÔÔÔÔÔ PAPALÉO!!!!!!!!! XÔÔÔÔÔ GILVAM!!!!!!!!! SAI DE RETRO!!!!!!!! O ESTADO DO AMAPÁ NÃO TEM REPRESENTATIVIDADE NO SENADO BRASILEIRO!!!!!!!!
O Papaleo como político parece aquilo na água, flutua e vai para um lado e para outro. Eu não entendo como alguem com juizo perfeito deixa de votar em politico como Tião Viana, cheio de ideias novas para mudar o congresso, para votar no Sarney um politico do tempo da pedra. Fico contente porque sei que o tempo do Papaleo como politico esta acabando, ele não ganha mais nem para sindico de prédio.
Abraham
Esse é o Brasil do Lula que fortaleceu essa figura maquiavélica e conhecide quem percebe seus interesses e de seus comparsas, nós do Amapá temos a vergonha de ter ressucitado esse crápula e hoje vivemos uma politica local com a cara desse elemento, cheia de jogo sujo.
Sinto vergonha ao ler no UOL os comentários a respeito dessa eleição, onde pessoas do brasil inteiro constatam o que esse repugnante senador merece.
Tenho pena da minha terra, onde o governador, deputados, senadores, imprensa e empresarios são responsaveis pela sobrevivência politica de um lixo politico como o Sarney.
De uma coisa já se tem certeza sobre o resultado desse Forum Social Mundial, que se realiza em Belém: Nada, absolutamente nada!!!…
Seu Ruy, o sr. é um homem inteligente e para mim é uma honra recebê-lo aqui no blog, mas permita-me discordar de sua afirmação. O Fórum Social Mundial tem como resultado uma transformação de consciências, eu fui e participei dos dois primeiros dias, depois tive que me ausentar para cumprir compromissos partidários, mas minha cabeça ainda permaneceu lá até hoje, arejada por idéias novas e visões de mundo, algumas parecidas, outras bastante diferentes das minhas, mas todas convergindo para a idéia de que um mundo muito diferente desse em que vivemos é possível, com respeito à natureza e baseada em um tipo de felicidade que vá muito além daquela trazida pelo consumo. Conversando com outros companheiros aqui que também participaram, tive a impressão de que eles dividem comigo esse sentimento. Assim sendo, levando em conta o universo complexo e transformador que é a cabeça de cada um de nós, o fórum valeu e está valendo por oportunizar a milhares de pessoas um ponto de vista totalmente diferente sobre questões essenciais a sobrevivência de nossa espécie no planeta.
Luciana (desculpe-me a intimidade), mas é que acompanho as informações do seu blog quase que diariamente. Acho as mesmas muito democráticas e torço para que em futuro próximo muitos jornalistas daí sigam o seu exemplo. Você que é filha do Governador Capiberibe e da deputada Janete, além de ser irmã do excelente Deputado e “PREFEITO MORALMENTE ELEITO DE MACAPÁ”, Camilo Capiberibe, nem por isso deixa de publicar comentários contrários ao seu pensamento político e, por conseguinte, ao seu grupo político,enfatizando assim uma responsabilidade jornalística ímpar no Amapá. Daí,cara Luciana, permita-me fazer-lhe uma crítica construtiva no que concerne ao comportamento do seu site com relação às notícias divulgadas sobre o Senador Sarney. Particularmente,sou opositor à maioria dos atos políticos do referido Senador, mas entendo que o Estado do Amapá estaria infinitamente melhor se num passado recente tivesse havido um entendimento entre o Sarney e o Capiberibe. Entendo que o seu grupo político errou feio ao trombar com o velho Senador. Este é uma raposa política com décadas de experiência. Não creio que o governador Capiberibe tenha se julgado melhor que o DOUTOR ULYSSES GUIMARÃES, o velho “SR. DIRETAS”, que aceitou o Sarney como vice do Tancredo em nome da redemocratização do país. O certo Luciana, é que em politica,as vezes é preciso se esquecer as ideologias em nome do bem estar do povo. Mas se vocês preferiram deixar o Sarney ao lado de políticos inespressivos e facilmente manipuláveis daí, paciência. Quanto ao fato do festejado apoio do PSDB ao Senador Viana, quero dizer-lhe que, provavelmente, tudo não passa de mais um ato esperto dessa tucanada covarde. Eles já sabem que o velho senador está eleito, não querendo portanto, ficar compromentidos com a eleição do mesmo. Me engana que eu gosto!! Um forte abraço do seu leitor quase que assíduo.
Quem lembra dos R$ 100.000,00 que caiu na conta de campanha do Papaléo em 2006 e ele até hoje não sabe quem foi o intermediário que pediu para a Guatama fazer aquela caridade para que o Papeléo tirasse votos do Capi,agora ele está dando o troco.E um perguntinha que não quer calar,quando é que ele vai trocar de partido outra vez,ah a fidelidade partidária agora não permite.
Olá Gilberto, a política é muito mais do que aquilo que se lê nas páginas de jornais ou vê nos programas de televisão, aliar-se a Sarney significou para o povo do Maranhão um atraso de décadas. O Amapá não ganharia com uma aliança assim, pois o dinheiro que vem, cai pelo ralo de emendas “estranhas” como aquela para a construção do aeroporto de Macapá, que transformou-se num duto que “engoliu” R$50 milhões, de acordo com o Ministério Público. O Governo Waldez está aliado até o último fio de cabelo com Sarney, e aí? o que o Amapá ganhou com isso? Cadê a ponte sobre o Rio Oiapoque? Cadê o aeroporto? Cadê a ponte sobre o rio Vila Nova? a presença de Sarney significa uma coisa apenas: atraso. Não se esqueça que durante o governo Waldez, seu aliado, ele já foi duas vezes presidente do Senado, e aí?
Quando Ulisses aceitou que Sarney fosse vice de Tancredo, nunca imaginou que o futuro reservaria para o oligarca maranhense a sorte de vir a ser presidente da República. Aqui, em 1990, o grupo político de Capiberibe decidiu aceitar o apoio de Sarney para tentar evitar que Barcellos chegasse ao poder pela via eleitoral e tentar eleger Gilson Rocha, à época candidato a governador pelo PT. Quem não aceitou a aliança foi, pasmem, o PT, de Lula. Quanta mudança, não?. O probelma é que o tipo de relação que Sarney cria, Gilberto, não é de aliança, é de submissão, não está na mão de ninguém, quem está na mão de Sarney são seus aliados. Naquela época, aliar-se a Sarney seria evitar um mal maior, mas hoje a conjuntura é outra, a raposa maranhense já se mostrou muito danosa ao povo amapaense.
Quando o Sarnei veio para o Amapá, disseram que o Amapá seria forte, passados 19 anos e de forte so temos a catinga nas ruas de Macapá, que em cada esquina tem uma fossa transbordando.
Abraham
Gilberto se não houvesse oposição, o nosso Amapá ja teria desaparecido do mapa,como disse a luciana qual a melhora que o Amapá obteve durante 18 anos dos 24 que o povo do Amapá deu para o Senador,quem do Amapá ele nomeu para os órgãos que ele consegue com o Lula,agora o Waldez nomeu os maranhenses para “trabalhar” na tal secretaria extraordinaria em Brasília,quando a BR 156 vai ficar pronta,porque a UNIFAP não tem curso de medicina(O único estado do brasil que não tem esse curso),linhão de tucuruí,solução para os funcionario federais,pertencentes ao ex-território, se ele fosse bom ele ficava no Maranhão.
Waldez,Papaléo e Gilvan,todos só andam pendurados no pescoço do Senador maranhense e mesmo assim o Amapá e último lugar em tudo ou quase tudo,porque é o primeiro lugar em corrupção.
Política não é uma ciência exata; está mais para religião – naquilo que a religião não tem de resposta para situaçoes cotidianas dos seres humanos e naquilo que provoca nos seres humanos obediência cega, sem direito a sequer tentar questionar o porque de tal ato desarrazoado. Idealismos à parte, um ser humano que passa a vida toda defendendo seu ponto de vista, não pode mudar de princípios só porque lutar contra um poder usurpador lhe relegará um lugar menor no espectro político – ou quando menos, lugar nenhum. O Amapá pode e deve ser representado por (seus) políticos inexpressivos, até que essa (mal)dita inexpressividade seja um fardo pesado demais a ser carregado por essas mulas cegas que se deixam guiar pelo brilho enganoso do poder pelo Poder. Capiberibes, Randolph, Clécio devem ficar à parte e representar com honra e luta justa o povo amapaense e nunca, jamais arrefecer nessa guerra cuja vitória será a erradicação de qualquer vestígio de atraso que a triste figura de Sarney representa para esse belo Estado. Tenho votado insistentemente, anos após ano, em qualquer um em que eu vislumbre um sinal de protesto contra esse atraso crônico chamado Sarney e em todos que o apóiam e se deixam por ele ser apoiados. Não é difícil entender porque o Amapá desponta na rabeira de quase todos os índices de desenvolvimento no país. Milhares de amapaenses com preguiça de pensar grande e agir localmente preferem se vender por R$ 50,00 reais, vestir qualquer cor que este pútrido poder lhes solicitam e maquinalmente se dirigem ao local de votação – feito peças de uma grande e insana engrenagem – e vaticinam o atraso do Amapá por 4, 8, 16 ou 24 anos. Papaléo já está merecendo um verbete nos melhores dicionários significando “(Política) aquele que muda de partido tão logo vislumbre um aproveitamento pessoal em detrimento de melhorias na comunidade que o elegeu”.
Luciana,
obrigado por publicar e considerar o meu ponto de vista, embora, logicamente, não concorde com o mesmo. Continuo com a opinião de que teria sido perfeitamente possível a tal aliança para o bem do Amapá. Não quero com isso dizer que o seu grupo político tivesse que aderir cem por cento ao fisiologismo do Sarney. Creio que você me entende, não? Em 1988, após o estelionato do plano cruzado, o qual foi idealizado por gente muito mais ligada aos “espertos” tucanos do que propriamente por Sarney, estes mesmos tucanos fundaram o PSDB, opondo-se principalmente a Sarney e seu governo. Ocorre que eles foram super beneficiados pelo referido plano nas eleições de 1986, certo? Portanto, cuidado com essa gente, Luciana. Eles prejudicaram muito mais o povo brasileiro do que o velho Senador. Você sabe que se perguntar ao povão que viveu a época do governo Sarney e a do governo do “Farol de Alexandria” (termo usado por Paulo Henrique Amorim para denominar o ex-Presidente FHC), a maioria vai preferir o primeiro. E “o povo é sábio, jamais erra”, como dizia o saudoso Mário Covas – uma exceção entre os “espertos”. No mais quero te dizer que admiro muito o Amapá e seus intelectuais que não se curvam jamais na defesa das suas convicções políticas. Uma atitude, até certo ponto, rara de se encontrar, principalmente nos Estados da minha região. A REgião Norfeste do Brasil.
Gilberto, Sarney é um símbolo, ele se transformou no último bastião de uma forma de fazer política que representa, repito, o atraso e a corrupção exacerbada. Capi aliar-se a Sarney no Amapá simbolizaria o fim das diferenças, a inexistência de posição política e o pior, a vitória do atraso. E pior que isso, não traria mais recursos para o Estado, como não vem trazendo agora no governo do Waldez, pois o dinheiro que deveria vir através de emendas é rapinado, conforme comprovam as diversas operações da polícia federal. Quando você dá a devida importância a aqueles que “não se curvam jamais na defesa das suas convicções políticas”, acho que essa sua frase tem significado nesse nosso debate.