Abril de 1943. A máquina militar do III Reich nazista de Hitler, massacrou os judeus do Gueto de Varsóvia. Dezembro de 2008, o IV Reich nazi-sionista, inicia o massacre dos palestinos do Gueto de Gaza, com sua máquina militar financiada pelos EUA.
As novas atrocidades cometidas pelo estado judeu colocam questões candentes. O bombardeio indiscriminado do povo palestino de Gaza pelos caças F-16 do estado nazi-sionista, mas de fabricação americana, até agora já deixou mais de 500 mortos e 2.500 feridos. Isto vem na sequência de um estado de sitio prolongado, em que se privou o povo palestino de alimentos, combustíveis e medicamentos. A palavra genocídio tem razão de ser. Ele está a ser efetuado desde há muitos anos. É um genocídio em câmara lenta. A cumplicidade/passividade da União Européia e dos governos de muitos países árabes (a começar pelo do Egito) é notória. De governos como o de Lula, que de forma cínica, hipócrita e irresponsável chama ao cessar fogo ambos os lados, em uma tentativa de colocar no mesmo patamar o poderio bélico de Israel, financiado pelos EUA, e os mísseis de curto alcance usado pelo Hamas, Mas acima de tudo é notória a conivência de grande parte dos cidadãos de Israel, que de forma consciente apóiam a limpeza étnica que o estado nazi-sionista impõe no oriente médio.
Na década de 1930 o cidadão de classe média da Alemanha podia até alegar desconhecimento dos crimes perpetrados pelo nazismo. O aparelho de propaganda de Hitler jamais mencionava o holocausto em curso. A existência dos campos de concentração e dos fornos crematórios era cuidadosamente escondida. A Alemanha nazista nunca mencionavam a existência de tais infâmias.
E o que se passa hoje em Israel? Os crimes do estado sionista são bem conhecidos. A realidade do apartheid é evidente para todos, basta olhar as muralhas que esquartejam a Palestina. Os assassinatos da polícia política de Israel são (em parte) divulgados na imprensa. As 100 toneladas de bombas já despejadas sobre o povo palestino de Gaza são anunciadas nos jornais israelenses. As perseguições ao espoliado povo palestino (10 mil palestinos presos) são notórias. Por isso – ao contrário do povo alemão dos anos 30-40 – o povo de Israel não pode alegar ignorância. Assim, excetuando as forças democráticas e progressistas (como o PCI, o Hadash e algumas personalidades dignas) deve-se colocar o problema da responsabilidade coletiva dos cidadãos israelenses que permanecem passivos ou dão apoio (inclusive com o seu voto) a um governo que comete tais atrocidades.
Neste momento é preciso repudiar a posição cúmplice do atual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso do seu povo, optou por acusar o Hamas pelo que está acontecendo e de forma submissa procura negociar com os assassinos israelenses.
Concordo com voce em parte, Israel realmente está cometendo crimes de guerra igual ao estado nazista, mas não devemos deixar de considerar que o Hamas iniciou tudo isso e ele é um dos principais responsáveis por esse massacre. Mas o estado nazi-sionista realmente é culpado junto com os extremistas islâmicos nos territórios palestinos.
“o Hamas iniciou tudo isso”
Os palestinos não foram até a europa matar judeus, ao contrário, tiveram sua terra invadida e foram expulsos para guetos miseráveis por terroristas sionistas. Ademais, toda luta contra o invasor é lícita.