Conheci Gavin Andrews no lançamento do III Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do ocumentário Brasileiro – DOCTV/ Olhares imaginando um Brasil/na exibição do documentário: “Alô, Alô Amazônia que aconteceu no Teatro das Bacabeiras/ em Março de 2007/de autoria do próprio//
Quando estava no curso de LOCUTOR DE RÁDIO promovido pelo SENAC-AP/ Gavin foi gentilmente convidado (fiz a ponte, claro) para participar de um batepapo gostoso com os alunos sobre o curso de rádio/ documentários/ etc. Na ocasião/ o promissor diretor de cinema também falou de uma experiência com rádio comunitária no seu país, Canadá, se não me falha a memória o projeto acontece na universidade onde estudou, acho ser o certo// No recinto foi exibido o documentário: “Alô, Alô Amazônia”// O pessoal cai na gargalhada quando chega o momento da comunidade pedir/ pelas ondas do rádio/ que um determinado cidadão (vereador) devolvesse os “PREGOS”, pois queriam terminar de construir a Igreja, rs, rs rs…//
Bom, como o espaço é para comentar ou sugerirídéias, então, prabenizo o colega Gavin pelas iniciativas que vem realizando na Amazônia (principalmente no Amapá)// Somos muito pobres (carentes em registros de memória)// As memórias e arquivos (infimos)quase não existem e o Museu da Imagem e do Som também não// Os que tem por aqui/ são guardados a sete chaves/ não sei porque// Pois/ como diz o ditado:”Povo sem memória/ não pode ser considerado nação”// Num futuro próximo/ quem sabe seja criado o MUSEU DA IMAGEM E DO SOM/ no Meio do MUndo// Aí/ sim/ essas produçoes poderemos vê-las na TELONA do MUSEU//
SUGESTÃO: Caro, Gavin, se dirija ao ARQUIPÉLAGO DO BAILIQUE// Lá também encontrarás um senhor que faz BARCO// Segundo informações/ ele é artesão de MÃO-CHEIA// Quem sabe essas informações poderão ajudar-te na produção para o “BARCO DO MESTRE II”//
O BARCO DO MESTRE II
Conheci Gavin Andrews no lançamento do III Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do ocumentário Brasileiro – DOCTV/ Olhares imaginando um Brasil/na exibição do documentário: “Alô, Alô Amazônia que aconteceu no Teatro das Bacabeiras/ em Março de 2007/de autoria do próprio//
Quando estava no curso de LOCUTOR DE RÁDIO promovido pelo SENAC-AP/ Gavin foi gentilmente convidado (fiz a ponte, claro) para participar de um batepapo gostoso com os alunos sobre o curso de rádio/ documentários/ etc. Na ocasião/ o promissor diretor de cinema também falou de uma experiência com rádio comunitária no seu país, Canadá, se não me falha a memória o projeto acontece na universidade onde estudou, acho ser o certo// No recinto foi exibido o documentário: “Alô, Alô Amazônia”// O pessoal cai na gargalhada quando chega o momento da comunidade pedir/ pelas ondas do rádio/ que um determinado cidadão (vereador) devolvesse os “PREGOS”, pois queriam terminar de construir a Igreja, rs, rs rs…//
Bom, como o espaço é para comentar ou sugerirídéias, então, prabenizo o colega Gavin pelas iniciativas que vem realizando na Amazônia (principalmente no Amapá)// Somos muito pobres (carentes em registros de memória)// As memórias e arquivos (infimos)quase não existem e o Museu da Imagem e do Som também não// Os que tem por aqui/ são guardados a sete chaves/ não sei porque// Pois/ como diz o ditado:”Povo sem memória/ não pode ser considerado nação”// Num futuro próximo/ quem sabe seja criado o MUSEU DA IMAGEM E DO SOM/ no Meio do MUndo// Aí/ sim/ essas produçoes poderemos vê-las na TELONA do MUSEU//
SUGESTÃO: Caro, Gavin, se dirija ao ARQUIPÉLAGO DO BAILIQUE// Lá também encontrarás um senhor que faz BARCO// Segundo informações/ ele é artesão de MÃO-CHEIA// Quem sabe essas informações poderão ajudar-te na produção para o “BARCO DO MESTRE II”//
É isso aí!
Abraço-te,
JOHN SCOTT é professor de História e radialista.