O juiz da 2a Vara absolveu Capiberibe, que era acusado pelo suposto desaparecimento de R$ 365 milhões dos cofres do Governo do Estado no mês de março de 2002, último ano e último mês da sua gestão a frente do governo, já que no dia 5 de abril ele se desencompatibilizou do cargo para candidatar-se ao senado.
Muito barulho por muito
Dois anos e meio depois da representação assinada por Gilvam Borges à Procuradoria Geral da República e investigada pela Policia Federal, o juiz José Renato Rodrigues concluiu que “Não restou comprovado que o Erário tenha sido desfalcado. Pelo contrário, ficou evidente que a quantia, não obstante as transações bancárias, não saiu da esfera de disponibilidade do Executivo estadual.” O juiz conclui determinando o arquivamento da representação do PMDB de Sarney. João Capiberibe entende que seu nome foi exposto a todo tipo de acusações sem que houvessem provas mínimas para que isso acontecesse e pretende ingressar contra todos os que participaram da trama com ação por denunciação caluniosa, “eles sabiam que estavam mentindo e mesmo assim levaram adiante as acusações porque estavam usando essas informações na ação que moviam contra eu e a Janete no TSE. Esse caso não termina aqui. Para mim ele começa agora, pois vou atrás de justiça, meu nome tem sido caluniado e difamado, assim como o trabalho que eu e minha equipe fizemos no governo também tem sido”.
Cai uma das pernas da acusação por compra de votos
Em abril de 2004, apenas um mês após a representação feita pelo PMDB contra Capiberibe e José Ramalho de Oliveira, seu ex-secretário de planejamento e candidato a suplente na mesma chapa para o senado, era julgada pelo TSE, a ação movida também por Gilvam, acusando o então senador João Capiberibe de compra de votos, juntamente com a deputada Janete Capiberibe e o ex-candidato ao Governo Cláudio Pinho, todos candidatos do mesmo partido. Na verdade existe uma forte conexão entre os dois casos; na ação também movida por Gilvam Borges pedindo a cassação dos mandatos de João e Janete Capiberibe, eleitos respectivamente em 2002, Senador da República e Deputada Federal pelo estado do Amapá, ele sustenta que o dinheiro dos supostos cheques roubados teria servido para comprar os votos de eleitores. As alegações feitas por Gilvam na ação impetrada em 22 de outubro de 2002 pedindo a cassação dos mandatos de João e Janete Capiberibe não foram aceitas pelo Tribunal Regional eleitoral, que os absolveu. A cassação dos mandatos do casal aconteceu no Tribunal Superior Eleitoral, em abril de 2004, apenas um mês depois que o PMDB de Sarney ingressava com a representação contra Capiberibe e José Ramalho.
Irmãs siamesas
Louvável a investigação do MPF no caso do senhor João Capiberibe, que esclareçeu uma trama de políticos e “jornais” do jabá. Essas forças corruptas tiveram mais um duro golpe hoje com a cassação do roberto góes as pernas das\fraudes desses bandidos estão sendo quebradas….Viva Capi de esquerda.
Nao deixa passar um “a”, Capiberibe. Vai atraz de todo mundo na justica. VINGANCA AGORA E JA!