Corrupção
Diário do Amapá: jornal acusa Montenegro de montar esquema dentro do governo Waldez
Leia na íntegra matéria publicada no jornal:
Fax símile da matéria na internet
Os negócios do empresário Carlos Humberto Pereira Montenegro, que está preso em Brasília, acusado de matar a mo-delo amapaense Patrícia Melo de Oliveira, não se restringem a apenas à Serpol, que durante muitos anos detinha todos os contratos de segurança privada do governo do Estado. Ele é, também, proprietário da “Patente”, nome de fantasia da empresa “P. Inácio Filho”, que tem como “laranja” Pedro Inácio Filho, que administra um contrato de 70 milhões de reais com governo, que lhe foi repassado pela própria Serpol.
A utilização da empresa “Patente” estaria sendo feita por Montenegro para desviar a Serpol da atenção das autoridades, inclusive por conta de denúncias de licitações “com cartas marcadas”, a exemplo do que acontecia na Secretaria de Educação do Estado, cujo contrato a Serpol acabou perdendo. Procuração lavrada no 2º Ofício de Notas e Anexos (Cartório Cristiane Passos), comprova que Montenegro é quem controla a “Patente”. Outro exemplo de que Montenegro tenta criar monopólio em órgãos públicos é o fato de que o maior contrato da empresa Patente hoje está no contrato estabelecido entre a empresa e o Super-fácil que chega a soma R$ 70.000,00 reais por mês.
Na procuração, Pedro Inácio Filho confere a Carlos Humberto Pereira Montenegro “amplos, gerais e ilimitados poderes para gerir e administrar a empresa outorgante (a Patente), onde necessário se faça e defender todos os seus direitos e interesses nas repartições públicas federais, estaduais, municipais, empresas privadas, entidades autárquicas e para estatais, sociedades de economia mista, bancos, cartórios, ministério e justiça do trabalho, Inss, comércio em geral com a cláusula ‘ad negotia’ e em juízo com a cláusula ‘ad-juditia’, Receitas Federal e Estadual, Jucap, Suframa, Ibama, e onde mais for preciso”.
Os poderes outorgados pela “Patente” a Montenegro são ilimitados, conforme a Procuração: “…podendo abrir, movimentar e encerrar contas de quaisquer espécie ou modalidade, fazer depósitos e retiradas, verificar saldos e extrato de contas, requerer talões de cheques para uso da Outorgante, assinar notas promissórias, duplicatas e outros títulos de créditos, abrir e movimentar contas correntes, efetuar depósitos e retiradas, passar recibos e dar quitações, assinar, emitir, endossar e descontar cheques ou guias de retiradas, requisitar talões de cheques, solicitar e obter informações de saldos e extratos de contas… promover alteração contratual, retirar e ingressar sócios, inclusive o outorgante, dar baixa na firma, enfim, promover, praticar, requerer e assinar o que se fizer necessário ao fiel cumprimento deste mandato, inclusive substabelecer…”.
Como diz os mais antigos,essa NOVA NÃO!
Desde o início do Governo Waldez em 2003,foi montado esse esquema,com objetivo de desviar dinheiro público,envolvendo de um lado a Firma SERPOL do Montenegro e do outro lado o Governo do Estado do Amapá,aproximadamente 1 ano atrás,vazou para imprensa local que o Ministério Público Federal estaria investigando esse Esquema, à 20 dias um alarme falso ocorreu na imprensa,onde a Policia Federal estaria predendo algumas pessoas na Secretaria de Educação,agora o Jornal Diário do Amapá,apimenta mais denuncias.Com essas evidencias todas,pergunta-se,onde estão os Órgãos responsáveis pela fiscalização do Executivo,ninguém vem a público confirmar ou desmentir,a população precisa saber é quem são as pessoas beneficiadas pelo Esquema,uma coisa nós temos certeza,o Sr.Montenegro não é o único beneficiário desse Esquema.
Tinha umas farras finais de semana em uma mansão no Km 50 de propriedade do Sr.Montenegro, os convidados eram só autoridades que estão no poder,espero que em breve ele diga quem são as pessoas beneficiadas com o Esquema.