Segundo matéria distribuída pela Eletrobrás à imprensa e publicada hoje(02) nos sítiosValor On line e O Globo Online a CEA está entre as empresas de energia elétrica federalizadas que não foram privatizadas por falta de compradores. Na quarta-feira da semana que passou, o deputado Ruy Smith(PSB) fez um duro discurso a respeito do tema culpando o governo atual de Waldez Góes(PDT) e a gestão anterior, da ex-governadora, a deputada federal Dalva Figueiredo(PT) pela situação em que se encontra a empresa de energia elétrica amapaense, cujo valor da dívida ultrapassa R$ 300 milhões. O deputado Ruy Smith fez, ainda no ano passado, um pedido de abertura de CPI na Assembléia legislativa para investigar a situação da CEA, mas faltou apenas uma assinatura para que ele conseguisse a aprovação do pedido de CPI. Leia abaixo a íntegra da matéria publicada hoje:
RIO - A Eletrobrás enviou hoje comunicado ao mercado informando ter concluído os estudos sobre a gestão das empresas federais de distribuição de energia, as chamadas federalizadas. De acordo com a nota, a estatal optou pela reorganização da governança dessas companhias, que começará a ser implantada.
Embora o comunicado não dê mais detalhes sobre a operação, na semana passada o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz Lopes, afirmou que a preferência da cúpula da estatal era por uma gestão integrada das oito federalizadas. Na ocasião, Muniz Lopes disse que o objetivo seria, inclusive, trazer as empresas para a sede da Eletrobrás, mantendo, contudo, a personalidade jurídica das federalizadas.
Empresas manterão estrutura, mas com barra de proteção para dar segurança , disse Muniz Lopes na semana passada.
As empresas federalizadas são EletroAcre, Ceron (Rondônia), Manaus Energia, Boavista e CER (Roraima), CEA (Amapá), Cepisa (Piauí) e Ceal (Alagoas). Estas companhias fazem parte do grupo de distribuidoras estaduais que não atraíram interessados nas suas privatizações.
(Rafael Rosas | Valor Online)
“parte do grupo de distribuidoras estaduais que não atraíram interessados nas suas privatizações”: obviamente! Quem, que tipo de comprador internacional quer lidar com barangos legaloides e coroneis locais infiltrando suas quadrilhas em companias lucrativas e vazando dinheiro delas?
EH LOGICO QUE NAO VAI VENDER!