Tudo pode ser aproveitado da árvore pracaxi. Embora não seja um nome conhecido no ambiente urbano nem explorado comercialmente no Amapá, é muito usada por populações ribeirinhas no tratamento contra picada de cobras e cicatrização de úlceras. As sementes produzem azeite de cozinha e a madeira pode ser utilizada para desde fabricar móveis até dormentes de ferrovias. No mercado internacional o metro cúbico da madeira do pracaxi chega a alcançar o preço de 31,94 dólares (em pé) e 47,91 dólares (nopátio de toras). Entre os estudos sobre a espécie Pentaclethara macroloba Willd – nome científico do pracaxi -, está uma pesquisa realizada por Eliana Balieirodo Nascimento e Wendel Aranha Pinto válida como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Engenharia Florestal pelo Instituto Macapaense de Ensino Superior (IMMES). O trabalho teve como objetivo avaliar a germinação e o crescimento inicial do pracaxi cultivado no viveiro do Campo Experimental de Fazendinha, da Embrapa Amapá. Os recém-formados foram orientados pelo pesquisador Jorge Segóvia, que há seis anos publicou um estudo apontando que diversas espécies florestais apresentaram altos índices de sobrevivência quando consorciada a cultivos agrícolas em sistemas agroflorestais instalados no Distrito do Pacuí. Os dados desta pesquisa proporcionam conhecimentos técnicos para pesquisadores, extensionistas, viveiristas e agricultores familiares que trabalham com produção de mudas de espécies florestais, principalmente quando tratar-se de sistemas agroecológicos para manejo de áreas de baixo impacto ou recuperação ambiental de áreas degradadas.
ola, gostaria de saber se o pracaxi pode ser utilizado na escova progressiva. sou cabelereiro e tenho um produto com pracaxi.