Essas notas foram publicadas na coluna de hoje do Jornalista Claudio Humberto. Difícil é acreditar que a polícia federal vá mesmo chegar ao fim das investigações e pegar algum “Todo Poderoso”. Depois de ver as obras do aeroporto de Macapá serem paralisadas sem que nenhum peixe graúdo ganhasse algumas diárias na Polícia Federal, vamos ver no que isso vai dar. PF: dois inquéritos no clã Sarney Já somam treze volumes os inquéritos da Polícia Federal que investigam há um ano o empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney. Um telefonema dele a um investigado, interceptado pela PF, gerou o primeiro inquérito. O segundo foi provocado pelo Coaf, órgão do Ministério da Fazenda que investiga lavagem de dinheiro, sobre um depósito “atípico” de R$ 2 milhões na conta da TV Mirante, do clã Sarney, que é afiliada à Globo. Empréstimo
Fernando Sarney dirige a tevê da família e alega, por meio do advogado Paulo Baeta, que o depósito é produto de empréstimo de um concunhado.
Suspeita
A Polícia Federal suspeita que o depósito de R$ 2 milhões, detectado pelo Coaf, tem a ver com financiamento ilegal de campanha. Quebra de sigilos
No curso das investigações, a PF do Maranhão obteve na Justiça a quebra dos sigilos
Desencontro
O STJ ordenou o acesso dos advogados da família Sarney aos inquéritos, mas o principal dos treze volumes havia sido despachado para Brasília.
Interessante. A nobre jornalista em sua mensagem afirma em seu perfil que: “Sou uma pessoa apaixonada por comunicação. Moro no Amapá, onde não há liberdade de imprensa.” Atentai:”…onde não há liberdade de imprensa.” Todavia nossas opiniões não podem ser publicadas sem a prévia autorização de Vossa Senhoria. A incoerência condena a imparcialidade. Esta que é a regra número um do jornalismo. Até mesmo pessoas como eu, que estou abraçando a causa, me sinto prejudicado. Dentro de uma mesma equipe, sinto-me sabotado.
Meu caro, Não tenho intenção de censurar ninguém, mas me reservo o direito de moderar os comentários feitos no Blog para manter elevado o nível das discussões já que sou responsável, inclusive perante a Lei, pelo que é colocado como comentário no Blog.
Interessante. A nobre jornalista em sua mensagem afirma em seu perfil que: “Sou uma pessoa apaixonada por comunicação. Moro no Amapá, onde não há liberdade de imprensa.” Atentai:”…onde não há liberdade de imprensa.” Todavia nossas opiniões não podem ser publicadas sem a prévia autorização de Vossa Senhoria. A incoerência condena a imparcialidade. Esta que é a regra número um do jornalismo. Até mesmo pessoas como eu, que estou abraçando a causa, me sinto prejudicado. Dentro de uma mesma equipe, sinto-me sabotado.
Meu caro,
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