Com informações da agência Câmara Participantes da audiência ocorrida na terça-feira, 14 de novembro, abordaram temas como a remuneração das parteiras. A regulamentação da profissão de parteira tradicional pode tornar visível uma das “partes invisíveis” do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa é a opinião da diretora-adjunta do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Lena Peres, citando termo utilizado anteriormente pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Ela participou de audiência pública das comissões de Direitos Humanos e Minorias; da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e de Seguridade Social e Família, realizada nesta terça-feira para discutir o tema. Sabedoria tradicional Autora de um dos dois projetos para regulamentação da profissão de parteira tradicional (PL 2145/07) e do requerimento para realização da audiência, a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP) afirmou que é preciso juntar a sabedoria tradicional e o alcance que as parteiras têm nos locais mais longínquos do País com os conhecimentos técnicos sobre doenças sexualmente transmissíveis e testes para a detecção precoce de doenças. Janete defende a remuneração pelo SUS em troca do trabalho realizado pelas parteiras onde não há médicos.
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