Cassado em 2004 sob a acusação de compra de votos, o ex-senador João Alberto Capiberibe (PSB-AP) encaminhou ontem uma carta ao ex-ministro Carlos Velloso criticando-o por agir “menos como juiz e mais como advogado de defesa” no processo em que figurava como réu o então governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PMDB), hoje senador. À época no Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Velloso, hoje aposentado, foi o relator dos processos que culminaram na cassação do mandato de Capiberibe, governador do Amapá de 1995 a 2002, e de sua mulher, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB-AP), e na absolvição de Roriz em uma acusação de improbidade administrativa. As principais acusações contra os Capiberibe foram os depoimentos de duas mulheres que disseram ter recebido R$ 26 para votar no casal. Eles contestaram a veracidade dos relatos. Carlos Velloso disse à Folha que não foi condenou Capiberibe nem absolveu Roriz. “Fui apenas o relator do processo, quem condenou [no caso de Capiberibe] foi o TSE.”
3 comentários para “Velloso agiu como advogado de Roriz em 2004, diz Capiberibe”
Juiz que age como advogado eh a norma em Minas Gerais. Eh parte do trabalho desde que se esteja advocando pela direita. Se advogar em prol da esquerda, o juiz fica conhecido com nova classificacao, de “desempregado”.
É uma pena que um político tenha o desplante de escrever uma carta idiota dessas. Rídiculo é uma palavra de pouco significado para um desespero destes. Vai arrumar um serviço.
Sr. Manoel Castro, não é o que a Folha de São Paulo, nem a maioria dos blogueiros pensa. Qualquer cidadão tem direito de se manifestar quando se sente injustiçado, ou o sr. é a favor do cerceamento das liberdades individuais e da censura? Deve ser isso..
Juiz que age como advogado eh a norma em Minas Gerais. Eh parte do trabalho desde que se esteja advocando pela direita. Se advogar em prol da esquerda, o juiz fica conhecido com nova classificacao, de “desempregado”.
É uma pena que um político tenha o desplante de escrever uma carta idiota dessas. Rídiculo é uma palavra de pouco significado para um desespero destes. Vai arrumar um serviço.
Sr. Manoel Castro, não é o que a Folha de São Paulo, nem a maioria dos blogueiros pensa. Qualquer cidadão tem direito de se manifestar quando se sente injustiçado, ou o sr. é a favor do cerceamento das liberdades individuais e da censura? Deve ser isso..