Há um assessor do senador Sarney, que talvez nunca tenha vindo aqui no Amapá e que nunca é apresentado como assessor do velho político. Ele serve como uma espécie de “preposto”, faz o “serviço” que Sarney não pode fazer no seu esforço de parecer um grande estadista. Sarney, o operador político invisível, pode ser visto nos atos de alguns daqueles que o cercam. Said Barbosa Dib é um deles. A última de Said foi escrever o artigo “CEA: Camilo Capiberibe está certíssimo”, onde tenta imputar ao ex-governador João Capiberibe a privatização da CEA. Bastante ambicioso para alguém que não conhece o Amapá, fica óbvio que Said Dib vê o Amapá através dos olhos de outro, ou seja, o chefe. Enquanto Dib subscreve-se como “articulista” quando na verdade é assessor de Sarney, Camilo Capiberibe não esconde de quem ele é filho e responde às idiossincrasias do preposto de Sarney. Leia o artigo de Camilo Capiberibe O de Said Dib não está mais disponível na internet, já que foi publicado pelo jornal Diário do Amapá que não mantém arquivos(ou provas) na internet. Assim é que se vê como Sarney opera, seja através de Said Dib, seja através do senador Gilvam Borges.
Esse Said é mesmo um homem de mil caras. Em 2003, quando o Capi deu uma grande entrevista à revista Caros Amigos contando a armação de sua cassação e revelendo o nome do arquiteto desse golpe, José Sarney, o mil caras Said escreveu para o painel de leitores da Caros Amigos um longo e-mail dizendo, entre outras coisas, que o Capi apesar da cara de São Francisco, não passava de um lobo corrupto. Nesse e-mail ele assinou como historiador ou sociólogo, se não me engano, mas o objetivo era se passar por uma pessoa acima de qualquer suspeita. O azar dele é que a revista descobriu que ele não passava de um assessor parlamentar de quem? Acertou quem pensou no… mediocre homem dos bigodes. Tem gente que nasceu para fazer o trabalho sujo dos outros, que nojo!
Esse Said é mesmo um homem de mil caras. Em 2003, quando o Capi deu uma grande entrevista à revista Caros Amigos contando a armação de sua cassação e revelendo o nome do arquiteto desse golpe, José Sarney, o mil caras Said escreveu para o painel de leitores da Caros Amigos um longo e-mail dizendo, entre outras coisas, que o Capi apesar da cara de São Francisco, não passava de um lobo corrupto.
Nesse e-mail ele assinou como historiador ou sociólogo, se não me engano, mas o objetivo era se passar por uma pessoa acima de qualquer suspeita. O azar dele é que a revista descobriu que ele não passava de um assessor parlamentar de quem? Acertou quem pensou no… mediocre homem dos bigodes.
Tem gente que nasceu para fazer o trabalho sujo dos outros, que nojo!