No dia 20 de novembro do ano passado publiquei a seguinte nota:
“Não entendo como é que pode acontecer um concurso para a CEA ao mesmo tempo em que esta se encontra sob forte ameaça de privatização. Será que o Ministério Público não poderia investigar a situação, já que estão contratando mais de 500 pessoas, que ficarão em maus lençóis se o previsível acontecer, ou seja, a CEA for privatizada? Alguém tem que fazer alguma coisa, antes que seja tarde. Qual o futuro dos funcionário se a concessão da CEA for declarada caduca? Sei que no Amapá está cada vez mais difícil saber o que está acontecendo porque a imprensa não deixa, mas não dá pra meter um monte de gente em confusão por causa de promessa de véspera de eleição.
“
Passados mais de 6 meses, a CEA parece caminhar a passos largos em direção a caducidade da concessão para exploração do comércio de energia elétrica no Estado, e a pergunta sobre os concursados continua no ar.
Os concursados não tem nada haver com isso, assim como a eletronorte emcampou coruauna e seus funcionários
deve fazer o mesmo, pois é estadual e do governo é estadual é do governo.
ou então se preparem pra receber uma pilha de processos.