Enquanto o lado francês está construindo um conjunto habitacional para abrigar os novos moradores da fronteira, que irão trabalhar nos serviços de aduana e controle de fronteira, o Brasil parece que não tem a mesma preocupação. O presidente do Conselho Regional da Guiana Francesa, Antoine Karam, manifesta preocupação com relação a fronteira e se queixa de que não há presença do Estado Brasileiro por lá. Todo mundo sabe que o Oiapoque sofre de problemas sociais gravíssimos como prostituição, trafico de drogas, contrabando, garimpos clandestinos e violência.A ausência do aparelho de estado por lá ajuda muito para que esses problemas se proliferem. Já começa a se instalar entre os guianenses um sentimento de rejeição com relação a ponte, o que não é nada bom para a continuação das relações transfronteiriças.
Comentários
Nenhum comentário para “Fronteira sem controle”
Comentar