No sábado passado o Ministério Público e a Polícia Civil finalmente agiram contra a pirataria que rola soltíssima nas ruas de Macapá. Foram dezoito mandados de prisão e 12 presos na Operação Nero. Na praça Zagury ou nos restaurantes da orla do Santa Inês é muito comum ser interpelado por vendedores de DVD’s e CD’s piratas.
Eu não sou consumidora de produtos piratas, mas acho que os preços dos produtos autorizados estão exorbitantes e está cada vez mais difícil adquirir um CD ou DVD legalizado. Isso deve ser pensado, pois apesar de trazer prejuízos para artístas, estúdios de televisão e gravadoras de música, os piratas acabam cumprindo uma função social de tornar cultura e arte acessíveis para as camadas mais pobres da população.O problema é que existe aí uma afronta flagrante a lei.
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