Anteontem no programa Tribuna da Cidade os apresentadores Carlos Lobato e Paulo Silva escolhiam aqueles que eles consideravam os melhores políticos do Amapá. Na hora de escolher o deputado estadual, Lobato indicou o nome do presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Amanajás. Na hora de escolher o melhor vereador Paulo Silva indicou Leury Farias, Lobato protestou, disse que não valia escolher presidente, etc e tal. Paulo Silva replicou. – Mas tu acabaste de escolher o presidente da Assembléia… Na hora de escolher o melhor de todos a divergência continuou. Para Lobato foi Waldez Góes que se elegeu no primeiro turno, para Paulo Silva a coisa não foi tão difícil pra Waldez já que ele tinha 16 prefeitos, 22 deputados estaduais, 2 senadores(para mim foram três), 8 deputados federais, o poder econômico e tudo mais. Paulo silva indicou o nome de Janete Capiberibe. – Ela teve trinta mil votos, fez o quociente praticamente sozinha para se eleger numa campanha sem dinheiro, quer mais do que isso? Finalizou Paulão. Ficou para o público decidir.
Oi, Luciana. Há algo de podre sobre o ar de Macapá e não é só o incansável jatinho que leva e traz sua Sumidade (de sumido), Sr. Sosé Jarney. Confesso que me é extremamente difícil assistir um programa “jornalístico” nas tvs tucujus, sem que eu não mude de canal, antes que alguém termine de cantar o hino nacional da Cracóvia. Por outro lado, não dá para se comentar sobre o que esses incensados senhores (assim se dizem) fazem com a notícia aqui no Estado, se não nos prontificamos em assistir seus programas. Mas, olha, eu até tento, mas não dá mesmo pra assitir até o final. Quando a coisa não resvala para a baixaria (principalmente, se mesmo se de leve, o Capi estiver no meio), entra-se no pântano lodoso do babaovismo (aqui, basta que se cite o nome de sua sumidade ou de seu vice-governador, recém-reeleito – costumo dizer que o Jarney é quem governa, o Góes, é seu vice, e o JH é o assessor para assuntos municipais, e não prefeito) ou da mais indisfarçável ignorância sobre o que anda acontecendo por cá, quando se trata de algo que desabone o Jarney e o Góes. E, pelo que vi, o jornalista citado faz parte do mesmo time, de modo que jamais, por motivos que desconheço, irá dar crédito ou coisa que o valha a algo que os Capiberibes venham a fazer de bom para o Estado. E, por fim, muito bom seu blog, dinâmico, uma cor atrativa, simpática. Feliz 2007!!!
Oi, Luciana. Há algo de podre sobre o ar de Macapá e não é só o incansável jatinho que leva e traz sua Sumidade (de sumido), Sr. Sosé Jarney. Confesso que me é extremamente difícil assistir um programa “jornalístico” nas tvs tucujus, sem que eu não mude de canal, antes que alguém termine de cantar o hino nacional da Cracóvia. Por outro lado, não dá para se comentar sobre o que esses incensados senhores (assim se dizem) fazem com a notícia aqui no Estado, se não nos prontificamos em assistir seus programas. Mas, olha, eu até tento, mas não dá mesmo pra assitir até o final. Quando a coisa não resvala para a baixaria (principalmente, se mesmo se de leve, o Capi estiver no meio), entra-se no pântano lodoso do babaovismo (aqui, basta que se cite o nome de sua sumidade ou de seu vice-governador, recém-reeleito – costumo dizer que o Jarney é quem governa, o Góes, é seu vice, e o JH é o assessor para assuntos municipais, e não prefeito) ou da mais indisfarçável ignorância sobre o que anda acontecendo por cá, quando se trata de algo que desabone o Jarney e o Góes. E, pelo que vi, o jornalista citado faz parte do mesmo time, de modo que jamais, por motivos que desconheço, irá dar crédito ou coisa que o valha a algo que os Capiberibes venham a fazer de bom para o Estado. E, por fim, muito bom seu blog, dinâmico, uma cor atrativa, simpática. Feliz 2007!!!